Bate-papo sobre Mulherismo Africana, Matriarcado e Danças Afro | 15/03, às 19h

Abrindo a nossa programação gratuita do mês de março, teremos um bate-papo com a jornalista e dançarina especialista em estilos Afro Jô Gomes.

O bate-papo acontecerá no Espaço f/508 (CLN 413 Bloco D sala 113), no dia 15/03, a partir das 19h.

O encontro será dividido em duas partes: bate-papo e vivência. As inscrições são gratuitas; basta enviar um email para cursof508@gmail.com com nome completo e um email para contato.

“Mulherismo africana” é um termo cunhado por Clenora Hudson-Weems no final da década de 1980, pretendido como uma ideologia que se aplica a todas as mulheres afro-descendentes. Baseia-se na cultura africana e no afrocentrismo e concentra-se nas experiências, lutas, necessidades e desejos das mulheres da diáspora africana; se distingue do feminismo ou do mulherismo de Alice Walker. O mulherismo africana presta mais atenção e dá mais enfoque às realidades e injustiças da sociedade em relação à raça. Clenora Hudson-Weems procurou criar uma ideologia específica para mulheres africanas e afro-descendentes, acreditando que a sua criação separa as realizações das mulheres africanas dos intelectuais africanos, do feminismo e do feminismo negro.

Jô Gomes é dançarina especializada em estilos Afro (Danças Afro-brasileiras, Kuduro, Afro House, Dancehall, Azonto, Hip Hop, Funk e Passinho). Atualmente é professora de Dancehall, Funk, Danças Urbanas e Danças Afro. Estuda História Geral da África e Matriarcado Africano no Instituto Hoju e é pós-graduanda em Dança e Consciência Corporal (Estácio). Jornalista e especialista em Gestão de Políticas Públicas de Gênero e Raça pela Universidade de Brasília, compreende a importância das artes e da mídia para a construção e desconstrução de estereótipos e preconceitos.