Oficina de
Flash Dedicado

Data: a definir
Horário: 19h às 22h
Carga horária: 03 horas

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: câmera opcional
Público-alvo: Fotógrafos amadores com interesse na área

A oficina de flash dedicado tem como objetivo ensinar ao aluno a usar o equipamento nos modos de operação manual, TTL e estroboscópio.

Programa

  • Como se dá a exposição para o flash dedicado
  • Número guia e velocidade de sincronismo
  • Alta velocidade de sincronismo e segunda cortina
  • Modos de utilização: manual, TTL e estroboscópio
  • Luz mista: flash e luz ambiente
  • Luz de preenchimento
  • Flash rebatido
  • Lightpainting com flash

Professor

Com formação acadêmica em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Rafael Nascimento é fotógrafo e trabalha comercialmente com eventos sociais e corporativos. Já atendeu clientes como Confederação Nacional da Indústria (CNI), Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), entre outros. Desde 2015, integra a equipe de professores que ministra os cursos regulares, intensivos e particulares do Espaço f/508.


MATRÍCULAS ENCERRADAS.
Quer ficar sabendo das novidades desse curso? Clique aqui.

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito
  • .Cartão de crédito [presencial]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Havana, Cuba
| 2018

Percorrer as ruas em Havana  é como mergulhar em uma densa inspiração imagética. Prédios históricos restaurados, edifícios em decomposição, grades enferrujadas, fiação à mostra e hotéis de luxo. Pelas ruas desfilam coloridos carros americanos fabricados há mais de 60 anos, Ladas russos caindo aos pedaços, ônibus e automóveis modernos importados da China. Fragmentos de uma densa inspiração literária que resultou em O Velho e o Mar (The Old Man and the Sea) de 1952, de Ernest Hemingway que lhe valeu o Nobel de literatura em 1954.

Para os participantes da “Trip Havana 2018″, o f/508 proporá 03 workshops:

+ Fotografia documental, com Daniel Marenco
Com larga trajetória no fotojornalismo e na fotografia documental imaginária, Marenco notabiliza-se como um dos melhores fotógrafos da área na atualidade. Cobriu diversos eventos políticos, como as últimas três eleições no Brasil, as manifestações de 2013 e o processo de impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff. Documentou também tragédias como a de Mariana e o terremoto no Nepal. Teve fotos em publicações de grandes jornais, como O Globo e a Folha de S. Paulo. Em 2015 foi finalista do Esso, principal premiação do jornalismo brasileiro, com as fotos ‘Terremoto em Katmandu‘ e ‘Marcado a ferro e fogo‘. Foi indicado e selecionado com destaque em outras premiações nacionais e internacionais.

+ A explosão das cores, com Humberto Lemos
Fotógrafo há 30 anos, Humberto Lemos atuou no mercado de fotografia publicitária do Rio de Janeiro. Em Brasília, é coordenador do Espaço f/508 de Fotografia, professor de fotografia, curador de exposições fotográficas e publicações virtuais, além de desenvolver projetos de inclusão social como o Retratando com Alma (2005), oficina fotográfica realizada com deficientes visuais, e Libertas CAJE (2008), realizado com os internos da instituição. Foi professor da Secretaria de Cultura do Distrito Federal de 2005 a 2007.

+ Fotografia Mobile, com Raquel Pellicano
Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília (UnB), Raquel Pellicano é fotógrafa e artista visual, com produção autoral e experimentações em linguagem fotográfica. Comercialmente, é especializada em retratos, nu feminino e registros de viagens. Com 30 anos, ministra cursos e oficinas e está à frente do estúdio fotográfico do Espaço f/508. Assinou diversos editoriais de moda, com trabalhos publicados nas revistas Vogue Brasil, Trip, VIP e Playboy.

A Cuba dos combates de boxe, das rinhas de galo, do tabaco, dos carros antigos e de cores quentes, dos casarões monumentais, dos sorrisos de seus heróis de ficção. Esse carnaval de imagens e paletas será o grande norteador da Trip “As Cores de Cuba”.

Durante o festival “Noviembre Fotografico” realizado pela Fototeca de Cuba, os visitantes encontrarão exposições distribuídas por galerias e centros culturais, além de visitas guiadas e mesas redondas. O evento se tornou uma experiência significativa para o desenvolvimento e promoção dos valores da arte fotográfica cubana e terá novamente o Espaço f/508 como convidado.

A Trip partirá do aeroporto José Martí, em Havana, com transfer para a nossa hospedagem, que poderá ser escolhida em quarto individual, duplo ou triplo (a depender da disponibilidade)

Detalhes do pacote:

+ Pré-encontro, com direcionamento em relação à bagagem e dicas
+ 3 WS: Fotografia documental, A Explosão das Cores e Fotografia Mobile
+ Transfer Aeroporto de Havana – Casa em Havana Vieja
+ Transfer Casa em Havana Vieja – Aeroporto de Havana
+ Estadia em uma casa de Havana Vieja (6 noites)
+ Café da manhã
+ Seguro de viagem
+ Encontro pós trip
(transporte aéreo não incluso)


Investimento
– R$3.177,30 por pessoa em quarto triplo (vaga em quarto compartilhado triplo)
– R$3.738,00 por pessoa em quarto duplo (vaga em quarto compartilhado duplo)
– R$4.860,45 em quarto individual duplo
Em até 10x no crédito

5% de desconto para pagamentos à vista
+ Inscrições: tripf508@gmail.com

Bate-papo sobre arte e política com Raisa Pina | 13/02 às 19h

No próximo dia 13, teremos mais um evento da programação gratuita de fevereiro. Raisa Pina, professora da pós-graduação do f/508, mediará um bate-papo sobre arte e política. As inscrições para o bate-papo são gratuitas. Basta enviar o nome completo para o e-mail equipef508@gmail.com

Raisa Pina é historiadora da arte, doutoranda em Artes pela UnB, onde desenvolve pesquisa sobre desigualdade racial na formação da instituição artística no Brasil, com foco na trajetória de Estevão Roberto da Silva (1844-1891) durante seu exercício na Academia Imperial de Belas Artes. Mestra em Artes pela mesma instituição. Foi orientadora acadêmica do curso de Especialização em História e Cultura Afro-brasileira e Africana da Universidade Federal de Goiás (UFG). Graduada em Comunicação Social pela UFG. Interessa-se por aproximações entre cultura, política e direitos humanos. Como jornalista, colabora com veículos nacionais, publicando artigos opinativos sobre seus temas de interesse. Atua no monitoramento de projetos e no controle de resultados do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura do DF. É, também, professora na nossa Pós-graduação Lato Sensu em Fotografia como Suporte para a Imaginação.

Crédito da foto de capa: Guerrila Girls

Fotografia de
Espetáculos

Peça “Navegando Desertos Remotos” – Fotógrafo Washington Bonini

Início: a definir
Horários:a definir

Pré-requisito: é necessário ter domínio de fotometria e possuir equipamento DSLR.

Desde 2008, o programa é realizado em parceria com o Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília, onde os alunos tem acesso à programação do festival, que serve como plataforma para as aulas práticas. O curso destina-se a fotógrafos profissionais e amadores, que tenham interesse na cobertura de peças de teatro, dança, circo e shows. A parceria com o Festival propicia ao aluno experiência direta e a possibilidade de formação de portfólio, além de colocá-lo em contato com dificuldades e desafios recorrentes a serem enfrentados por fotógrafos do segmento. Durante o curso, cada aluno cobrirá no mínimo 4 espetáculos, entre eles peças internacionais, nacionais e regionais.

Peça “Murga Madre” – Fotógrafo João Rocha

Programa

.Diferentes posturas para espetáculos de dança, teatro e shows;
.Equipamentos utilizados;
.Análise da iluminação do espetáculo;
.Balanço do branco (temperatura de cor)
.Auto-foco/foco manual
.Escolha da velocidade do obturador
.Abertura do diafragma, ISO, “puxadas”;
.Seqüência de imagens;
.Momento do clique;
.Bastidores, ensaios e cena;
.Fotos de bandas/grupos;
.Análise das fotos produzidas.

Professor

Fotógrafo fine art, Humberto Lemos tem foco na fotografia minimalista com influência oriental. Atua como coordenador e professor no Espaço f/508 de Fotografia. Realizou a curadoria de diversas exposições e publicações virtuais, e desenvolveu projetos de inclusão social como o Retratando com Alma (2005), oficina fotográfica realizada com deficientes visuais, e o Libertas CAJE (2008), realizado com os internos da instituição. Foi professor da Secretaria de Cultura do Distrito Federal de 2005 a 2007. Portfólio: www.humbertolemos.com

Dúvidas frequentes

Como os alunos terão acesso aos espetáculos?
O Cena Contemporânea libera os convites para os espetáculos, conforme seleção da equipe, os quais são distribuídos pelo f/508 aos alunos, de forma que cada um possa cobrir o mínimo de 04 eventos. Dada a complexidade do trabalho e em respeito aos espetáculos, são selecionados 02 alunos por evento, a serem estipulados pelo f/508.

O acesso será gratuito?
O acesso já está incluso no valor do curso.

Há alguma regra sobre a divulgação das imagens?
O Cena Contemporânea poderá fazer uso das imagens, desde que exclusivamente vinculado à divulgação do festival e com os devidos créditos atribuídos ao autor. Os alunos poderão utilizar o material produzido em suas páginas pessoais, sem restrições, reforçando um dos objetivos do curso que é possibilitar aos participantes a formação de portfólio.


Investimento
3x de R$ 316,66 (R$ 950,00 até o início do curso)

MATRÍCULAS ENCERRADAS.
Quer ficar sabendo das novidades desse curso? Clique aqui.

*Alunos do Curso Profissionalizante 2019 tem 50% de desconto na matrícula.

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 4x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Rastros Visuais: do pinhole à
goma bicromatada

Início: a definir
Horários:a definir

Carga horária: 18 hrs/aula
Duração: 03 semanas

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: Interessados em vivenciar processos artesanais de fotografia, curiosos em trabalhos manuais.

O curso traz uma oportunidade de experimentos em processos históricos da fotografia (pinhole, cianotipia, marron van dyke, papel salgado e goma bicromatada), proporcionando uma vivência única, da criação à concepção da imagem. Os processos de cianotipia, marron van dyke, papel salgado e goma bicromatada, criarão diferentes imagens lúdicas, graças às suas diversas possibilidades de pigmentos e suportes. Poucas coisas são tão mágicas e emocionantes quanto a experiência de se ver a formação de rastros visuais em uma superfície foto-sensível. O resultado se traduzirá em fotografias com efeito único, proporcionando o aprendizado de novos desdobramentos estéticos. Será abordado o processo fotográfico, sua formação, suportes, apresentação e significado.

Professor

Télio Pacheco desenvolve pesquisas sobre processos fotográficos históricos, adotando uma mistura de técnicas tradicionais e contemporâneas na criação da imagem. Como especialista em gerenciamento de projetos, adota metodologia específica na elaboração e condução dos trabalhos fotográficos que utilizam as técnicas Pinhole, Cianotipia e Goma Bicromatada.  O professor tem em seu currículo exposições individuais e coletivas em Brasília.

Programa

Trabalhos de Regina Correa

Aula 1 | Apresentação do curso/Processos Históricos

Aula 2 | Sensibilização e revelação de imagens no processo de Cianotipia em papel

Aula 3 | Sensibilização e revelação em Tecido no processo de Cianotipia e Marron Van Dyke

Aula 4 | Sensibilização e revelação de imagens no processo de Papel Salgado

Aula 5 | Revelação de imagens no processo de goma bicromatada (parte 1)

Aula 6 | Revelação de imagens no processo de goma bicromatada (parte 2)

Materiais necessários: 1 bloco de papel Canson Montval 300g/m2 A4 12 folhas, 1 avental, 1 óculos de proteção, 1 toalha de rosto, 1 metro de tecido claro 100% algodão, 1 pincel macio, 1 pincel super macio para retoques, 1 estilete, 1 lapiseira, 1 borracha, 1 fita isolante, 1 régua 30 cm, imagens impressas em transparências de acetato (pelo menos 5), 1 filme fotográfico 35mm Asa 200.

Trabalhos de Daniela Pontual


MATRÍCULAS ENCERRADAS.
Quer ficar sabendo das novidades desse curso? Clique aqui.

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 3x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Filosofia da Fotografia

Imagem de capa: Raquel Pellicano

Início: a definir
Horário: a definir
Total: 8 aulas, 24 horas/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: Fotógrafos, amantes das artes visuais, filósofos, artistas e interessados no tema.



O curso irá inserir os participantes na linguagem filosófica para compreender os principais conceitos da filosofia da fotografia. Ao longo da história da filosofia ocidental, a experiência da visão despertou em filósofas e filósofos a formulação de suas teorias no âmbito da arte. Com o surgimento da fotografia, com a revolução industrial e os avanços tecnológicos, a arte entrelaçou-se com questões metafísicas, éticas e políticas, o que despertou o interesse da filosofia na analise de imagens.

Programa

Introdução à filosofia da fotografia
Introdução ao método filosófico e surgimento da filosofia da fotografia.
A criação de conceitos na perspectiva de Barthes
Compreender o conceito de punctum e o conceito de câmera clara.
Filosofia e estudo de caso I
Estudo de caso colocando em prática os conceitos assimilados na filosofia de Barthes.
A relação entre o/a fotógrafo/a e o aparelho
Estudo acerca teoria de Flusser sobre a fotografia, acentuando a luta entre o/a
fotógrafo/a e o aparelho, tal como essa relação se desenvolve no domínio da
filosofia da fotografia.
Filosofia e estudo de caso II
Estudo de caso com base nas análises e críticas de Frusser a fotógrafos/as específicos.
A imagem como resposta ao totalitarismo
Introdução aos conceitos artísticos elencados por Walter Benjamin para
responder ao contexto histórico do neo-nazismo, capitalismo e ao período de guerra iminente.

Imagem, técnica e memória
Investigar a teoria da história e a teoria das imagens em Walter Benjamin
Filosofia e estudo de caso III
Estudo de caso colocando em prática os conceitos assimilados na filosofia de Walter Benjamin.
O ato de fotografar
Análise sobre a filosofia da fotografia de Susan Sontag.
Apreensão do momento e criação de memória
Investigar o papel da fotografia na apreensão do momento e ressignificação da memória
Filosofia e estudo de caso IV
Estudo de caso colocando em prática conceitos assimilados na filosofia de
Susan Sontag.
Fotografia e fascismos
Observar a estetização da fotografia em determinados momentos históricos e as suas consequências éticas.

Roland Barthes

Professora

Mayã Fernandes é doutoranda em Artes Visuais pela UnB (2019), mestra em Metafísica na linha de pesquisa Estética Antiga: Narrativa, Visualidade e Verdade, pela mesma Universidade (2018), com estágio de pesquisa na UBA (Buenos Aires/ARG) e graduada em Filosofia pela UnB (2016). Publicou vários artigos nas áreas de filosofia antiga, estética e ensino de filosofia. Investiga a teoria do belo em Plotino e sua relação com a arte moderna. É Membro do Projeto Das Deusas: gênero, arte e filosofia. 

Além de amável, acessível e participativa, a professora demonstrou conhecimento vivência profundos que ampliaram minha compreensão sobre temas de fronteira para o fazer com ética no mundo contemporâneo.

Tiago Rocha de Almeida

O curso atendeu minhas expectativas, pude adquirir novos conhecimentos e repensar um pouco o fazer fotográfico. Mayã foi uma excelente professora!

Henrique Bulhões

Investimento

R$ 450,00 (até o início do curso)

MATRÍCULAS ENCERRADAS.
Quer ficar sabendo das novidades desse curso? Clique aqui.

Formas de pagamento

  • À vista: transferência bancária [10% de desconto]
  • Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Arquitetura da Exposição: expografia e cenografia

foto de capa: PQ 2019 de Monica Nassar

Início: a definir
Horários: a definir
Total: 5 aulas
Carga horária: 10 h/aula

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: ter um projeto fotográfico a ser trabalhado (próprio ou de outro artista, com autorização)
Público-alvo: fotógrafos, arquitetos, designers, artistas e entusiastas em realizar exposições

O curso de Arquitetura da Exposição do Espaço f/508 é composto por aulas expositivas ao vivo via plataforma Zoom e acompanhamento de propostas de projeto via email.

Talvez, a extraordinária e incontestável comunicação entre artista e observador seja o encontro entre “visitante e conjunto expositivo” proporcionado por uma exposição.
Um projeto expográfico, ou museográfico, resulta de uma soma de esforços multidisciplinares e da capacidade dessa equipe de traduzir uma narrativa em intermediações sensoriais.
Esse curso abre o debate da participação do artista na construção do diálogo do seu trabalho, agora aberto para uma discussão pública, e interpreta o seu envolvimento a partir das etapas de projeto, aspectos críticos e históricos, e estudos de caso dentro da disciplina do tratamento de exibições de arte.

PQ 2019 – foto de Monica Nassar

Programa

1. Apresentação do curso e introdução a expografia.

O que é expografia? O que é um museu e qual a sua relevância social? Porquê estudar expografia?
Atividade para casa: O aluno deverá escolher um projeto de sua autoria para desenvolver uma exposição e levar na próxima aula. 

2. a) O que é lugar? Abordaremos os conceitos de lugar dentro dos estudos da geografia poética, de modo a entendermos a relação entre arte e o espaço que a abriga. 
b) O cubo branco X caixa preta: Um estudo sobre espaços expositivos e a sua interferência na curadoria das obras
Atividade para casa: Escolher um material para nortear o projeto expográfico e levar um estudo sobre as suas propriedades e uma amostra física na próxima aula.

Exposição do Brasil – PQ 2019

3 e 4. O projeto expográfico:

  • antes. Nesta etapa, abordaremos estudos necessários para a montagem e desenvolvimento de uma exposição que vêm antes dos desenhos técnicos de projeto: orçamentos, cronogramas, conceitos, etc. Atividade para casa: Estudo preliminar de projeto. 
  • durante. Processos envolvidos no desenho de uma exposição: rotas de visitantes, arte gráfica, sentidos, técnicas de desenhos, suportes….)
  • depois. Depois que a sua exposição está pronta, ela ainda precisa de outros elementos que garantam a sua sustentabilidade. Temos sempre que pensar nos visitantes e em como eles vão se relacionar com o espaço expositivo oferecido. Aqui falaremos sobre como despertar o interesse dos visitantes e manter a exposição ativa dentro do cronograma proposto. Atividade para casa: Desenvolvimento de projeto.

5. Apresentação de projetos

PQ 2019 – foto de Monica Nassar

Professora

Monica Nassar graduou em Arquitetura e Urbanismo no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), em 2012. Em 2013, finalizou o Curso Profissionalizante de Fotografia, no Espaço f/508 de Fotografia, em Brasília. Mudou-se para a cidade de São Paulo, em 2014, onde começou a atuar como pesquisadora em produtoras audiovisuais, entre elas a Academia de Filmes, GOS Catala Filmes, Your Mama, Sentimental Filmes e outras. Atuou também como Diretora de Arte, realizando campanhas para agências como F.biz, NBS, Ogilvy e África. Cursou Cenografia na Escola São Paulo, onde produziu em coletivo o projeto ViroRio, que foi exposto na Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, em 2015, mesmo ano em que participou da equipe de pesquisa da exposição do multiartista Tadeu Jungle na Sala do Humano do Museu do Amanhã. Usou suas habilidades multidisciplinares para compor equipes nas mesas independentes da Mesa e Cadeira, trabalhando com os ciborgues Neil Harbisson e Moon Ribas na construção do WeTooth, o primeiro aparelho de comunicação intra-dental do mundo (contemplado no Guinness World Records 2020), em 2016 e com o fundados do Kickstarter, Perry Chen, na publicação do livro “A bridge to a bad star” sobre o desastre de da base espacial de Alcântara, no Maranhão. No ano de 2017 completa a sua pós graduação em Cenografia e Figurino, na Universidade Belas Artes de São Paulo, onde produz o aplicativo Adelaide, para mapeamentos de roteiros e gestão de projetos criativos. Retorna para Brasília, no ano de 2018, para participar efetivamente da sociedade no Espaço f/508 de Fotografia, onde atua na gestão de projetos criativos. Em 2019, participa pela segunda vez da Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, na temática “novas técnicas dentro da cenografia”. 

Expografia de Monica Nassar


Investimento

R$ 375,00 (até a data do curso )

MATRÍCULAS ENCERRADAS.
Quer ficar sabendo das novidades desse curso? Clique aqui.

Formas de pagamento

  • À vista: transferência bancária [10% de desconto]
  • Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Modas e modos africanos na fotografia: vestimentas e representações na obra de Seydou Keïta

Bamako (Mali), entre 1948 e 1963. Foto de Seydou Keïta/ Contemporary African Collection (CAAC) – The Pigozzi Collection

Início: a definir
Horários: a definir
Carga horária: 02 h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: estudantes, pesquisadores, profissionais de Moda, Fotografia, Artes e Ciências Humanas e interessados em geral.


A aula tem por objetivo refletir sobre os registros feitos pelas lentes do fotógrafo malinês Seydou Keïta, que podem ser considerados significativos documentos históricos e também encarados como produções de moda local. Suas fotografias retratam jovens mulheres vestidas à maneira do oeste africano, grupos de jovens rapazes vestidos para sair, mulheres anciãs com suas joias de família que denotam poder e hierarquia, tecidos ora feitos em teares, ora estampados com motivos que exaltam a independência de outros países do continente, além de outros motivos têxteis, datados ainda da era colonial, mas reformulados a partir de gostos e agências africanas.

Professora

Hanayrá Negreiros é pesquisadora e educadora em Moda, História Cultural e Curadoria.
Mestre em Ciência da Religião pela PUC – SP, e graduada em Negócios da Moda pela
Universidade Anhembi Morumbi. Possui como principais focos de estudo, estéticas afro-
brasileiras e africanas, que se manifestam através da indumentária, memórias coletivas e
religiosidades.

Foto de Seydou Keïta - Bamako, Mali, entre 1948 e 1963 - Contemporary African Collection
Bamako (Mali), entre 1948 e 1963. Foto de Seydou Keïta/ Contemporary African Collection (CAAC) – The Pigozzi Collection

Investimento

R$ 85,00 (até o início da aula)

MATRÍCULAS ENCERRADAS.
Quer ficar sabendo das novidades desse curso? Clique aqui.

Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária [10% de desconto]

• Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

• A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

O que pode a imagem:
linguagens e semiótica

Início: a definir
Tem interesse em saber da próxima turma? Mande um email para cursof508@gmail.com

Total:  4 aulas
Carga horária: 8 h/aula

Requisitos: possuir câmera fotográfica.

O curso “O que pode a imagem: linguagens e semiótica”, tem como objetivo produzir inquietações e debates acerca da atual produção imagética contemporânea, provocando questionamentos inerentes à arte. O que pode a estrutura conceitual vs. a estética da imagem? Tendo como base a leitura teórica de Pierce, Medina propõe uma investigação dos signos e conceitos da imagem intertextual. Também serão realizadas atividades práticas relacionadas às teorias imagéticas de Jakobson, Barthes, Sontag, Sartre Mircea Eliade e Bourdieu.

Programa

.Elementos de semiótica e de noções de autor e de autoria nos trabalhos artísticos
.Imagem e imaginário
.Processos criativos e o uso de referências (intertextualidade)
.Potencialização da metáfora e da metonímia nas artes
.”Trans-criação” intersemiótica
.Elementos de adaptação e mudança de mídia
.Exercícios de crítica

Professor

Doutorando em Teoria Literária e Estudos Literários Comparados na Universidade de Brasília, Roberto Medina publicou artigos em revistas científicas nacionais e internacionais. Escritor e professor de escrita criativa, ministra diversos cursos de pós-graduação. Atua com o foco em literatura brasileira, poesia, contos e história da arte, poéticas visuais, teoria literária e adaptações para cinema e teatro. Sua pesquisa abrange questões relacionadas a linguagem poética, às obras de Wilhelm Dilthey e Dostoievski, além dos projetos estéticos e ideológicos de Manoel de Barros, Machado de Assis e Jorge Luís Borges.


MATRÍCULAS ENCERRADAS.
Quer ficar sabendo das novidades desse curso? Clique aqui.

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 4x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Antropologia
Visual

Início: a definir

Horários
Quartas-feiras, de 19h às 22h

Total: 5 encontros
Duração: 5 semanas
15 horas/aula

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: nenhum
Público alvo: antropólogos, sociólogos, jornalistas, artistas, professores, historiadores, museólogos e pesquisadores.

Inspirado na história da Antropologia Visual e suas interações com os campos da Fotografia e do Cinema, esse curso propõe reflexões e práticas sobre a alteridade como dispositivo criativo. A partir de análises, serão debatidas aventuras antropológicas na criação de imagens e a influência mútua a partir da relação histórica com fotógrafos e cineastas. O curso prevê a realização de ensaios fotográficos como trabalho final.

Professor

Tiago de Aragão é doutorando e Mestre em Antropologia Social pela Universidade de Brasília, tendo defendido a dissertação Nas Profundezas da Superfície do Mate com Angu: Projeções Antropológicas Sobre o Cinema do Mate com Angu, atualmente desenvolve trabalhos entre os universos da Antropologia, Cinema e Fotografia.  Diretor dos curtas Da Maior Importância (2011), Curió (2014) e Entre Parentes (2017).

Pierre Verger

Programa do curso

Módulo 1  | Introdução: A alteridade como dispositivo criativo
O surgimento e primeiros passos da Antropologia Visual e uma introdução ao conceito de etnografia;

Módulo 2 | A Fotografia e a Antropologia
Da câmera como ferramenta de registro a instrumento de criação dialógica;

Módulo 3 | O Filme Etnográfico, a Antropologia e o Cinema
Da busca do real ao cinema transe de Jean Rouch.
Experimentos no lugar da alteridade e porque o mestre francês é um cineasta importante até os dias de hoje;

Módulo 4 | O Documentário e a Antropologia Visual
Do registro ao olhar.
Possibilidades narrativas com a fotografia e o filme: Diálogos com a fotografia documental contemporânea;

Módulo 5 | A Ficção e Antropologia Visual
Quando a realidade não é alcançável e é necessário criar o real.
Pode um filme ficcional ser etnográfico/antropológico?

Módulo 6 | O Cinema Sensorial e a Antropologia Visual
Uma experiência radical de expressar sensações. O caso do filme Leviatã.

Módulo 7 | Apresentação dos trabalhos finais


MATRÍCULAS ENCERRADAS.
Quer ficar sabendo das novidades desse curso? Clique aqui.

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 3x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.