Rastros Visuais: do pinhole à
goma bicromatada

Início: a definir
Horários:a definir

Carga horária: 18 hrs/aula
Duração: 03 semanas

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: Interessados em vivenciar processos artesanais de fotografia, curiosos em trabalhos manuais.

O curso traz uma oportunidade de experimentos em processos históricos da fotografia (pinhole, cianotipia, marron van dyke, papel salgado e goma bicromatada), proporcionando uma vivência única, da criação à concepção da imagem. Os processos de cianotipia, marron van dyke, papel salgado e goma bicromatada, criarão diferentes imagens lúdicas, graças às suas diversas possibilidades de pigmentos e suportes. Poucas coisas são tão mágicas e emocionantes quanto a experiência de se ver a formação de rastros visuais em uma superfície foto-sensível. O resultado se traduzirá em fotografias com efeito único, proporcionando o aprendizado de novos desdobramentos estéticos. Será abordado o processo fotográfico, sua formação, suportes, apresentação e significado.

Professor

Télio Pacheco desenvolve pesquisas sobre processos fotográficos históricos, adotando uma mistura de técnicas tradicionais e contemporâneas na criação da imagem. Como especialista em gerenciamento de projetos, adota metodologia específica na elaboração e condução dos trabalhos fotográficos que utilizam as técnicas Pinhole, Cianotipia e Goma Bicromatada.  O professor tem em seu currículo exposições individuais e coletivas em Brasília.

Programa

Trabalhos de Regina Correa

Aula 1 | Apresentação do curso/Processos Históricos

Aula 2 | Sensibilização e revelação de imagens no processo de Cianotipia em papel

Aula 3 | Sensibilização e revelação em Tecido no processo de Cianotipia e Marron Van Dyke

Aula 4 | Sensibilização e revelação de imagens no processo de Papel Salgado

Aula 5 | Revelação de imagens no processo de goma bicromatada (parte 1)

Aula 6 | Revelação de imagens no processo de goma bicromatada (parte 2)

Materiais necessários: 1 bloco de papel Canson Montval 300g/m2 A4 12 folhas, 1 avental, 1 óculos de proteção, 1 toalha de rosto, 1 metro de tecido claro 100% algodão, 1 pincel macio, 1 pincel super macio para retoques, 1 estilete, 1 lapiseira, 1 borracha, 1 fita isolante, 1 régua 30 cm, imagens impressas em transparências de acetato (pelo menos 5), 1 filme fotográfico 35mm Asa 200.

Trabalhos de Daniela Pontual


MATRÍCULAS ENCERRADAS.
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Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
• Desconto de 5% para matrícula em mais de um curso. Entre em contato via e-mail.
• A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Fluxo de trabalho e tratamento de imagem: Adobe Lightroom | ON-LINE | Em breve

Início: a definir
Horários: a definir

Total: 6 aulas
Carga horária: 12h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: noções de informática, notebook e software Lightroom Classic instalado
Público alvo: fotógrafos amadores ou profissionais que querem aprender e praticar tratamento de imagem e fluxo de trabalho dentro do software Lightroom.

O curso é composto por aulas expositivas ao vivo via plataforma Zoom e acompanhamento da professora Camilla Rosa.
Voltado para fotógrafos amadores e profissionais sem experiência prévia em tratamento de imagem, o curso tem como objetivo fornecer aos participantes ferramentas para que tenham um bom desempenho e compreensão sobre o processo e os conceitos inerentes a este aprendizado. O curso também compreende o aprimoramento de processos de organização, classificação e fluxos de trabalho com imagens, mostrando ferramentas úteis para tornar o dia-a-dia mais ágil em uma realidade onde a criação de fotografias é volumosa e extensa.

Professora

Camilla Rosa é fotógrafa e sócia do Espaço f/508 de Cultura. Com produções comerciais e autorais, trabalha com a fotógrafa e artista Raquel Pellicano no comando do Estúdio f/508, coordenando a monitoria e a prática de retrato em estúdio. Com 30 anos, atua em Brasília; comercialmente, é especializada em retratos, principalmente de nu feminino, gastronomia e tratamento de imagens. Atua também com fotografia de esportes.

Programa do curso

Aula 1
. O que é Lightroom
. Como funciona
. Porque usar Lightroom?
. Lightroom x Photoshop
. Catálogos :
– o que são
– como criar
. Importação de Imagens

Aula 2
.Organização
.Classificação das imagens:
– bandeiras
– estrelas
– cores
.Metadados
. Palavras chave
. Coleções:
– o que são
– como cria-las
.Comparando Imagens
. Histograma
. Básico da revelação

Aula 3
.Curva de tons
. HSL (Matiz, saturação e luminância)
. P&B
. Barra de ferramentas:
– corte
– remoção de manchas
– filtro graduado
– filtro radial
– pincel de ajustes

Aula 4
. Sincronização de tratamento
. Cópia Virtual
. Criar presets
. Comparação de imagens antes x depois
. Histórico
. Tonalização Dividida
. Detalhe
. Correrção de Lente

Aula 5
. Transformação de perspectiva
. Dados Exif x IPCT
. Exportar
. MOBILE 


Investimento

R$ 412,50 (até o início do curso)

• Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
• Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

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Filosofia da Fotografia – Módulo I

Imagem de capa: Raquel Pellicano

Início: a definir
Horário: a definir
Total: 8 aulas, 24 horas/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: Fotógrafos, amantes das artes visuais, filósofos, artistas e interessados no tema.



O curso irá inserir os participantes na linguagem filosófica para compreender os principais conceitos da filosofia da fotografia. Ao longo da história da filosofia ocidental, a experiência da visão despertou em filósofas e filósofos a formulação de suas teorias no âmbito da arte. Com o surgimento da fotografia, com a revolução industrial e os avanços tecnológicos, a arte entrelaçou-se com questões metafísicas, éticas e políticas, o que despertou o interesse da filosofia na analise de imagens.

Programa

Introdução à filosofia da fotografia
Introdução ao método filosófico e surgimento da filosofia da fotografia.
A criação de conceitos na perspectiva de Barthes
Compreender o conceito de punctum e o conceito de câmera clara.
Filosofia e estudo de caso I
Estudo de caso colocando em prática os conceitos assimilados na filosofia de Barthes.
A relação entre o/a fotógrafo/a e o aparelho
Estudo acerca teoria de Flusser sobre a fotografia, acentuando a luta entre o/a
fotógrafo/a e o aparelho, tal como essa relação se desenvolve no domínio da
filosofia da fotografia.
Filosofia e estudo de caso II
Estudo de caso com base nas análises e críticas de Frusser a fotógrafos/as específicos.
A imagem como resposta ao totalitarismo
Introdução aos conceitos artísticos elencados por Walter Benjamin para
responder ao contexto histórico do neo-nazismo, capitalismo e ao período de guerra iminente.

Imagem, técnica e memória
Investigar a teoria da história e a teoria das imagens em Walter Benjamin
Filosofia e estudo de caso III
Estudo de caso colocando em prática os conceitos assimilados na filosofia de Walter Benjamin.
O ato de fotografar
Análise sobre a filosofia da fotografia de Susan Sontag.
Apreensão do momento e criação de memória
Investigar o papel da fotografia na apreensão do momento e ressignificação da memória
Filosofia e estudo de caso IV
Estudo de caso colocando em prática conceitos assimilados na filosofia de
Susan Sontag.
Fotografia e fascismos
Observar a estetização da fotografia em determinados momentos históricos e as suas consequências éticas.

Roland Barthes

Professora

Mayã Fernandes é doutoranda em Artes Visuais pela UnB (2019), mestra em Metafísica na linha de pesquisa Estética Antiga: Narrativa, Visualidade e Verdade, pela mesma Universidade (2018), com estágio de pesquisa na UBA (Buenos Aires/ARG) e graduada em Filosofia pela UnB (2016). Publicou vários artigos nas áreas de filosofia antiga, estética e ensino de filosofia. Investiga a teoria do belo em Plotino e sua relação com a arte moderna. É Membro do Projeto Das Deusas: gênero, arte e filosofia. 

Além de amável, acessível e participativa, a professora demonstrou conhecimento vivência profundos que ampliaram minha compreensão sobre temas de fronteira para o fazer com ética no mundo contemporâneo.

Tiago Rocha de Almeida

O curso atendeu minhas expectativas, pude adquirir novos conhecimentos e repensar um pouco o fazer fotográfico. Mayã foi uma excelente professora!

Henrique Bulhões

Investimento

R$ 450,00 (até o início do curso)

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Formas de pagamento

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Arquitetura da Exposição: expografia e cenografia | ONLINE E AO VIVO | 20/08

foto de capa: PQ 2019 de Monica Nassar

Início: 20 de Agosto
Horários: das 19h às 21h (horário de Brasília)
Total: 5 aulas
Carga horária: 10 h/aula

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: ter um projeto fotográfico a ser trabalhado (próprio ou de outro artista, com autorização)
Público-alvo: fotógrafos, arquitetos, designers, artistas e entusiastas em realizar exposições

O curso de Arquitetura da Exposição do Espaço f/508 é composto por aulas expositivas ao vivo via plataforma Zoom e acompanhamento de propostas de projeto via email.

Talvez, a extraordinária e incontestável comunicação entre artista e observador seja o encontro entre “visitante e conjunto expositivo” proporcionado por uma exposição.
Um projeto expográfico, ou museográfico, resulta de uma soma de esforços multidisciplinares e da capacidade dessa equipe de traduzir uma narrativa em intermediações sensoriais.
Esse curso abre o debate da participação do artista na construção do diálogo do seu trabalho, agora aberto para uma discussão pública, e interpreta o seu envolvimento a partir das etapas de projeto, aspectos críticos e históricos, e estudos de caso dentro da disciplina do tratamento de exibições de arte.

PQ 2019 – foto de Monica Nassar

Programa

1. Apresentação do curso e introdução a expografia.

O que é expografia? O que é um museu e qual a sua relevância social? Porquê estudar expografia?
Atividade para casa: O aluno deverá escolher um projeto de sua autoria para desenvolver uma exposição e levar na próxima aula. 

2. a) O que é lugar? Abordaremos os conceitos de lugar dentro dos estudos da geografia poética, de modo a entendermos a relação entre arte e o espaço que a abriga. 
b) O cubo branco X caixa preta: Um estudo sobre espaços expositivos e a sua interferência na curadoria das obras
Atividade para casa: Escolher um material para nortear o projeto expográfico e levar um estudo sobre as suas propriedades e uma amostra física na próxima aula.

Exposição do Brasil – PQ 2019

3 e 4. O projeto expográfico:

  • antes. Nesta etapa, abordaremos estudos necessários para a montagem e desenvolvimento de uma exposição que vêm antes dos desenhos técnicos de projeto: orçamentos, cronogramas, conceitos, etc. Atividade para casa: Estudo preliminar de projeto. 
  • durante. Processos envolvidos no desenho de uma exposição: rotas de visitantes, arte gráfica, sentidos, técnicas de desenhos, suportes….)
  • depois. Depois que a sua exposição está pronta, ela ainda precisa de outros elementos que garantam a sua sustentabilidade. Temos sempre que pensar nos visitantes e em como eles vão se relacionar com o espaço expositivo oferecido. Aqui falaremos sobre como despertar o interesse dos visitantes e manter a exposição ativa dentro do cronograma proposto. Atividade para casa: Desenvolvimento de projeto.

5. Apresentação de projetos

PQ 2019 – foto de Monica Nassar

Professora

Monica Nassar graduou em Arquitetura e Urbanismo no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), em 2012. Em 2013, finalizou o Curso Profissionalizante de Fotografia, no Espaço f/508 de Fotografia, em Brasília. Mudou-se para a cidade de São Paulo, em 2014, onde começou a atuar como pesquisadora em produtoras audiovisuais, entre elas a Academia de Filmes, GOS Catala Filmes, Your Mama, Sentimental Filmes e outras. Atuou também como Diretora de Arte, realizando campanhas para agências como F.biz, NBS, Ogilvy e África. Cursou Cenografia na Escola São Paulo, onde produziu em coletivo o projeto ViroRio, que foi exposto na Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, em 2015, mesmo ano em que participou da equipe de pesquisa da exposição do multiartista Tadeu Jungle na Sala do Humano do Museu do Amanhã. Usou suas habilidades multidisciplinares para compor equipes nas mesas independentes da Mesa e Cadeira, trabalhando com os ciborgues Neil Harbisson e Moon Ribas na construção do WeTooth, o primeiro aparelho de comunicação intra-dental do mundo (contemplado no Guinness World Records 2020), em 2016 e com o fundados do Kickstarter, Perry Chen, na publicação do livro “A bridge to a bad star” sobre o desastre de da base espacial de Alcântara, no Maranhão. No ano de 2017 completa a sua pós graduação em Cenografia e Figurino, na Universidade Belas Artes de São Paulo, onde produz o aplicativo Adelaide, para mapeamentos de roteiros e gestão de projetos criativos. Retorna para Brasília, no ano de 2018, para participar efetivamente da sociedade no Espaço f/508 de Fotografia, onde atua na gestão de projetos criativos. Em 2019, participa pela segunda vez da Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, na temática “novas técnicas dentro da cenografia”. 

Expografia de Monica Nassar


Investimento

R$ 375,00 (até a data do curso )

• Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
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Formas de pagamento

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Modas e modos africanos na fotografia: vestimentas e representações na obra de Seydou Keïta

Bamako (Mali), entre 1948 e 1963. Foto de Seydou Keïta/ Contemporary African Collection (CAAC) – The Pigozzi Collection

Início: a definir
Horários: a definir
Carga horária: 02 h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: estudantes, pesquisadores, profissionais de Moda, Fotografia, Artes e Ciências Humanas e interessados em geral.


A aula tem por objetivo refletir sobre os registros feitos pelas lentes do fotógrafo malinês Seydou Keïta, que podem ser considerados significativos documentos históricos e também encarados como produções de moda local. Suas fotografias retratam jovens mulheres vestidas à maneira do oeste africano, grupos de jovens rapazes vestidos para sair, mulheres anciãs com suas joias de família que denotam poder e hierarquia, tecidos ora feitos em teares, ora estampados com motivos que exaltam a independência de outros países do continente, além de outros motivos têxteis, datados ainda da era colonial, mas reformulados a partir de gostos e agências africanas.

Professora

Hanayrá Negreiros é pesquisadora e educadora em Moda, História Cultural e Curadoria.
Mestre em Ciência da Religião pela PUC – SP, e graduada em Negócios da Moda pela
Universidade Anhembi Morumbi. Possui como principais focos de estudo, estéticas afro-
brasileiras e africanas, que se manifestam através da indumentária, memórias coletivas e
religiosidades.

Foto de Seydou Keïta - Bamako, Mali, entre 1948 e 1963 - Contemporary African Collection
Bamako (Mali), entre 1948 e 1963. Foto de Seydou Keïta/ Contemporary African Collection (CAAC) – The Pigozzi Collection

Investimento

R$ 85,00 (até o início da aula)

MATRÍCULAS ENCERRADAS.
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Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
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O que pode a imagem:
linguagens e semiótica

Início: a definir
Tem interesse em saber da próxima turma? Mande um email para cursof508@gmail.com

Total:  4 aulas
Carga horária: 8 h/aula

Requisitos: possuir câmera fotográfica.

O curso “O que pode a imagem: linguagens e semiótica”, tem como objetivo produzir inquietações e debates acerca da atual produção imagética contemporânea, provocando questionamentos inerentes à arte. O que pode a estrutura conceitual vs. a estética da imagem? Tendo como base a leitura teórica de Pierce, Medina propõe uma investigação dos signos e conceitos da imagem intertextual. Também serão realizadas atividades práticas relacionadas às teorias imagéticas de Jakobson, Barthes, Sontag, Sartre Mircea Eliade e Bourdieu.

Programa

.Elementos de semiótica e de noções de autor e de autoria nos trabalhos artísticos
.Imagem e imaginário
.Processos criativos e o uso de referências (intertextualidade)
.Potencialização da metáfora e da metonímia nas artes
.”Trans-criação” intersemiótica
.Elementos de adaptação e mudança de mídia
.Exercícios de crítica

Professor

Doutorando em Teoria Literária e Estudos Literários Comparados na Universidade de Brasília, Roberto Medina publicou artigos em revistas científicas nacionais e internacionais. Escritor e professor de escrita criativa, ministra diversos cursos de pós-graduação. Atua com o foco em literatura brasileira, poesia, contos e história da arte, poéticas visuais, teoria literária e adaptações para cinema e teatro. Sua pesquisa abrange questões relacionadas a linguagem poética, às obras de Wilhelm Dilthey e Dostoievski, além dos projetos estéticos e ideológicos de Manoel de Barros, Machado de Assis e Jorge Luís Borges.


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Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
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Antropologia
Visual

Início: a definir

Horários
Quartas-feiras, de 19h às 22h

Total: 5 encontros
Duração: 5 semanas
15 horas/aula

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: nenhum
Público alvo: antropólogos, sociólogos, jornalistas, artistas, professores, historiadores, museólogos e pesquisadores.

Inspirado na história da Antropologia Visual e suas interações com os campos da Fotografia e do Cinema, esse curso propõe reflexões e práticas sobre a alteridade como dispositivo criativo. A partir de análises, serão debatidas aventuras antropológicas na criação de imagens e a influência mútua a partir da relação histórica com fotógrafos e cineastas. O curso prevê a realização de ensaios fotográficos como trabalho final.

Professor

Tiago de Aragão é doutorando e Mestre em Antropologia Social pela Universidade de Brasília, tendo defendido a dissertação Nas Profundezas da Superfície do Mate com Angu: Projeções Antropológicas Sobre o Cinema do Mate com Angu, atualmente desenvolve trabalhos entre os universos da Antropologia, Cinema e Fotografia.  Diretor dos curtas Da Maior Importância (2011), Curió (2014) e Entre Parentes (2017).

Pierre Verger

Programa do curso

Módulo 1  | Introdução: A alteridade como dispositivo criativo
O surgimento e primeiros passos da Antropologia Visual e uma introdução ao conceito de etnografia;

Módulo 2 | A Fotografia e a Antropologia
Da câmera como ferramenta de registro a instrumento de criação dialógica;

Módulo 3 | O Filme Etnográfico, a Antropologia e o Cinema
Da busca do real ao cinema transe de Jean Rouch.
Experimentos no lugar da alteridade e porque o mestre francês é um cineasta importante até os dias de hoje;

Módulo 4 | O Documentário e a Antropologia Visual
Do registro ao olhar.
Possibilidades narrativas com a fotografia e o filme: Diálogos com a fotografia documental contemporânea;

Módulo 5 | A Ficção e Antropologia Visual
Quando a realidade não é alcançável e é necessário criar o real.
Pode um filme ficcional ser etnográfico/antropológico?

Módulo 6 | O Cinema Sensorial e a Antropologia Visual
Uma experiência radical de expressar sensações. O caso do filme Leviatã.

Módulo 7 | Apresentação dos trabalhos finais


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O Nome das
Coisas

Início: a definir
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Total:  4 aulas
Carga horária: 12 h/aula

A fotografia é um campo aberto: é documento, é arte, é narrativa. Ao mesmo tempo, não é nada disso. Todas as tentativas de definir ou classificar a fotografia falharam. Por isso, a fotografia pode ser qualquer coisa que o autor quiser. Por outro lado, também será qualquer coisa que o observador quiser. Como fica o significado no meio de tudo isso? É possível transmitir uma mensagem através da fotografia? Qual é a relação que se estabelece entre a imagem e as palavras? A oficina “O Nome das Coisas” propõe um mergulho nessas perguntas, procurando as pontes que ligam fotografia e texto, imagens e conceitos.

Atividade intra e extra-classe ao longo do curso: construção de significado na fotografia

Programa

1. Forma
O que é a fotografia?
Desconstrução do modo de fotografar
Há significado na forma?

2. Conteúdo
Onde está o significado na fotografia?
Reflexão sobre o significado do fazer pessoal
Técnicas de desconstrução do olhar

3. Produção
Exercícios: “leitura” através da experiência
Análise da produção de Hiroshi Sugimoto
Criação de textos e narrativas

4. Apresentação
Apresentação dos trabalhos de fotografia e texto
Evocação de significados
Discussão: como o significado é transportado pela fotografia?

Professor

Rodrigo Fernando Pereira é psicólogo, com mestrado, doutorado e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo. Sua atuação clínica tem fundamentos na teoria comportamental, associada a práticas de atenção plena (mindfulness), aceitação e contato com omomento presente. Desde 2007, mantém o blog Câmara Obscura, voltado a reflexões sobre a fotografia. Nesse mesmo ano, iniciou sua colaboração com o f/508, na forma de um bate papo informal. O trabalho conjunto continuou na forma de publicações (Sentido Vago e Transformações) e na oficina Fotografia: Desconstrução, Realidade e Interpretação, realizada em 2011.


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Oficina de
Daguerreotipia

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Duração: 03 dias
Carga horária: 17 h/aula

O Studio Século XIX em parceria com o Espaço f/508 de Fotografia têm como proposta oferecer uma imersão nesta técnica fotográfica oitocentista, permitindo que cada participante experimente o processo desde o polimento da placa de cobre até obter a imagem sobre a prata. Os alunos receberão todo o material, inclusive um manual.

Francisco Moreira da Costa

Programa

.Daguerre e a história da fotografia
.Daguerreotipia: da Alquimia à Internet
.Descrição e aperfeiçoamento do processo
.Fim da era da daguerreotipia no século XIX
.Projeção comentada de alguns daguerreótipos do século XIX 
.Apresentação dos equipamentos utilizados
.Preparação das placas: polimento e prateamento
.Químicos utilizados e os cuidados no seu manuseio
.Sensibilização das placas e cálculo da exposição
.Fotografia e Revelação
.Fixação e Montagem 


Sobre a técnica

Um daguerreótipo é uma imagem única realizada sobre uma placa de cobre recoberta de uma fina camada de prata. Sua superfície prateada reluzente mostra, conforme o ângulo do olhar, ora uma imagem negativa, ora uma imagem positiva: é um positivo direto. (Definição tirada do catálogo PARIS ET LE DAGUERREOTYPE, Paris Musees – tradução livre)

Desta forma, atrás de um daguerreótipo está sempre um apurado processo de busca pela qualidade, de autoconhecimento, de perseverança e persistência, além de um íntimo desejo de ver realizada a transformação dos materiais, tal como os alquimistas o almejavam. Por isto o resultado bem sucedido exerce sempre um mágico fascínio.

O primeiro processo fotográfico, desenvolvido por Louis Jacques Mandé Daguerre, foi publicado pela Academie des Sciences de Paris em 19 de agosto de 1839. A daguerreotipia surpreendeu o mundo com a sua capacidade de reprodução da realidade, apresentando uma definição que nunca foi superada por outra técnica. Além disso, a daguerreotipia confere à fotografia o status de jóia, pois trata-se de uma imagem formada sobre a prata, um metal nobre, e muitas vezes tratado com uma viragem em ouro, sendo cada exemplar um original único.

Professor

Francisco Moreira da Costa, carioca, nascido em 1960. Fotógrafo e conservador. Cursou engenharia química na UFRJ e começou a fotografar em 1983. Em 1989, fez aperfeiçoamento em fotografia e preservação fotográfica no Rochester Institute of Technology (RIT), Museu Internacional da Fotografia em Rochester e no New York Municipal Archives, NY, com bolsa da Fundação Vitae e da OEA.
Participou da implantação do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Funarte em 1987, onde trabalhou até 1999. Atualmente é fotógrafo do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular do IPHAN.
Pesquisa Daguerreotipia desde 1996, desenvolvendo o seu equipamento a partir de manuais do século XIX. É um dos únicos brasileiros a utilizarem a técnica original da daguerreotipia e está entre os cerca de 30 daguerreotipistas contemporâneos em atividade no mundo inteiro. Em 2004 foi selecionado para o Salão Arte Pará com três daguerreótipos, recebendo por um deles o Prêmio Aquisição, Acervo da Fundação Rômulo Maiorana. Já coordenou diversas Oficinas de Daguerreotipia pelo Brasil e América do Sul. Idealizador do Studio Século XIX, na localidade de Lumiar, RJ, onde pesquisa e oferece oficinas de Daguerreotipia desde 2003, quando participou pela primeira vez do FotoRio.


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Fotografia
documental

Início: a definir
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Total: 8 aulas
Carga horária: 23h/aula

Pré requisito: Domínio de fotometria, equipamento fotográfico e notebook.

A fotografia documental é investigativa, mas também pode ser antropológica e imaginária. Nesse workshop, através de aulas expositivas e co-criações, abordaremos a fotografia documental e suas possibilidades de transformar registros em instrumentos de reflexão sobre o tema escolhido. Estudaremos também como, em alguns casos, a fotografia pode ser criada como ferramenta de militância e/ou denúncia social.

Programa

AULA 1 | INTRODUÇÃO
Apresentação dos trabalhos de Daniel Marenco e suas referências. A partir daí, traçamos um panorama da fotografia documental no Brasil e seus possíveis desdobramentos.

AULA 2 | REUNIÃO DE PAUTA
Na segunda aula vamos estudar o local definido para a prática fotográfica e definir em grupo a pauta que cada um vai construir ao longo do curso. Dentro do mesmo tema, vamos construir diferentes narrativas.

AULA 3 | LINGUAGENS MULTIMÍDIA
Além da fotografia, alguns recursos de áudio e edição de vídeo podem ajudar a acrescentar informação e estética ao projeto. Nesta aula vamos estudar essas possibilidades em um mini workshop de edição de vídeo e áudio para construção de uma narrativa fotográfica com Renan Montenegro.

AULA 4 | SAÍDA FOTOGRÁFICA
Vamos em grupo para uma saída definida pelo fotógrafo Daniel Marenco. Será um local especial com histórias a serem contadas pelos alunos do curso.

AULA 5 | PONTO DE CONTROLE
Depois da saída e de uma semana de seleção e pré edição individual, será apresentado o andamento do projeto de cada aluno. A edição do material dos alunos será coletiva, focando na construção de pontos de força em cada trabalho produzido e na preparação para a segunda saída fotográfica.

AULA 6 | 2a SAÍDA FOTOGRÁFICA
Voltaremos para uma segunda saída mais aprofundada depois dos feedbacks coletivos com relação à cada pauta.

AULAS 7 e 8 | MONTAGEM e APRESENTAÇÃO
Acompanhamento no pós-produção e na edição, mostrando sua importância e sugerindo e mostrando possíveis caminhos para a fluidez do discurso. No fim do dia apresentaremos os projetos finalizados.

Professor

Fotojornalista hoje no Rio de Janeiro, Daniel Marenco já passou por quatro jornais, além de ter trabalhado com publicidade e assessoria de imprensa. Em 2015 foi finalista do Esso, principal condecoração do jornalismo brasileiro, com dois trabalhos. A foto Terremoto em Katmandu mostra uma cerimônia fúnebre no Nepal e foi publicada no jornal Folha de S. Paulo, empresa em que esteve por cinco anos. Já Marcado a ferro e fogo, retrato de um homem torturado por policiais cariocas, foi veiculado em O Globo, onde começou a atuar em 2015. Esteve entre os indicados do mesmo prêmio em 2009, com a série No corredor do inferno, fotografada no Presídio Central de Porto Alegre, pelo jornal Zero Hora. Foi contemplado na categoria ensaio no 7º Concurso Cultural Leica Fotografe Melhor (2009), no Grande Prêmio Folha de Jornalismo (2014) e no Prêmio Petrobras de Jornalismo (2015). Esteve também entre os indicados de O Melhor da Fotografia 2009/10 (fotógrafo revelação) e foi selecionado para a leitura de portfólio do PhotoEspaña em São Paulo, no mesmo ano. Em 2014, com o ensaio El Gaucho, foi finalista da bolsa Roberto Villagraz, em Madrid, e, com ensaio sobre as manifestações de junho de 2013, finalista do prêmio de arte da Fundação Conrado Wessel. Formado em Jornalismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, em São Leopoldo, região metropolitana de Porto Alegre (Rio Grande do Sul), em 2007, atua como fotógrafo desde 1999. Entre as principais coberturas das quais já participou, estão os Jogos Panamericanos de Guadalajara, em 2011, as manifestações populares de 2013, a Copa do Mundo no Brasil em 2014, o terremoto do Nepal, em 2015 e os Jogos Olímpicos do Rio 2016, além de três eleições presidenciais.


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