Bate-papo gratuito: Arte, artivismo e pandemia | ONLINE E AO VIVO | 27/04

Guerrilla Girls

Data: 27 de abril de 2020
Horários: segunda-feira, às 18h – Horário de Brasília

Público-alvo: artistas e entusiastas, curadorxs de arte, comunicadorxs, designers, arquitetos, museólogos e estudantes

Inscrições

Clique aqui para se inscrever.

. O bate-papo é gratuito e será realizado através da plataforma Zoom.
. Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Programa

No dia 27 de abril, às 22h (horário de Lisboa), o f/508 Lisboa e o f/508 Brasília convidam a todos para participação na roda aberta de conversa “Arte, artivismo e pandemia”, onde Camilla Ceylão (comunicadora de causas e entusiasta) e Renata Azevedo Moreira (pesquisadora e curadora de arte) contam com a mediação de Monica Nassar (artista e sócia administradora do f/508) para um debate sobre as formas que o artivismo pode tomar em tempos de coronavírus, discutir as contribuições sociais do engajamento político da arte e de que formas a arte nos ajuda a enxergar o mundo de maneira mais crítica.


Em seus ensaios sobre Arte Relacional, Nicolas Bourriaud coloca, como uma das grandes contribuições da arte contemporânea, a perspectiva da obra de arte como agregadora e do museu como lugar de interação. Existe cumplicidade nos olhares que se doam à compreensão da obra aberta e o ato de se compartilhar o mesmo espaço/tempo se reverbera em memória restrita àqueles que puderam se fazer presentes. 

A contemporaneidade nos introduz mais um celeuma no mundo da arte: o artista, despido e liberto da técnica, que (ainda no caráter relacional) assume o compromisso com o engajamento coletivo, a complexidade das participações sociais e seus confrontos com forças governamentais e corporativas, e, na década de 60, no Brasil, autoritarismo. 

O termo “arte ativista” foi criado pelo coletivo norte americano Art Ensemble” em 1996, utilizado para definir artistas que se utilizavam de tecnologias e mídias diversas para desenvolver contribuições sociais. Mais tarde, em 2003, Juliana Monachesi publica um artigo na Folha de São Paulo chamado “A explosão do A(r)tivismo”, citando Cildo Meireles, Helio Oiticica e outros artistas. 

O aspecto relacional da arte, nesse momento, depende diametralmente dos dispositivos de comunicação. Não passa despercebida a profusão da arte politicamente engajada nos anos 90, contígua a popularização da nossa tão conhecida (e talvez mais necessária que nunca) internet. 

O ano é 2000 e esse vai ser o meu ano 20. Uma pandemia continua a se alastrar no mundo. Estamos lidando com a interdição dos pontos de encontro sociais, os famosos “nós” urbanos, e dependendo ainda mais da formatação virtual das relações. O presente carrega consigo uma série de incertezas. Estamos sem prazos para soluções e muito menos para o fim. O cenário pode ser desanimador para aqueles que ainda não perceberam que estamos moldando o que vem a seguir. Há uma latente necessidade de adaptação do “fazer”. Nós, artistas, estamos nos deparando, ainda mais enraizados na rede de computadores interligados, com a possibilidade de formatarmos os novos espaços de arte, novos engajamentos, novas participações sociais. 

HOUSTON, TX – DECEMBER 16: Conceptual artist Nadezhda Tolokonnikova (C) of Pussy Riot performs onstage during Day for Night festival on December 16, 2017 in Houston, Texas. (Photo by Rick Kern/WireImage)

Participantes

Renata Azevedo Moreira é jornalista, pesquisadora e curadora de arte. Doutoranda em Comunicação pela Universidade de Montréal, Renata estuda o diálogo estabelecido entre o gesto curatorial e a obra de arte especialmente no caso das mídias digitais. Em sua visão, o projeto artístico torna-se obra a partir das relações que estabelece com sua exposição, e a obra de arte é mais bem compreendida como um processo construído ao longo do tempo do que como um objeto singular e fixo. Além dos textos acadêmicos, Renata publica resenhas de exposições em sites e revistas de arte canadenses, como Baronmag.com e Esse Arts+opinions, participando também de comitês de programação e conselhos de administração dos centros de artistas Skol e Studio XX em Montréal. Atualmente, ela trabalha como coordenadora de comunicação e programação paralela da galeria Arts Visuels Émergents (galerieave.com).
Seu artivismo se manifesta principalmente na orientação feminista e queer de suas intervenções artísticas. Na exposição coletiva Femynynytees, realizada em 2018 em Montréal, ela convidou artistas a repensarem o que significa ser ou ter um corpo feminino em um contexto em que o sexo biológico não determina mais o gênero de uma pessoa. No mesmo ano, Renata coordenou a programação do festival feminista de novas mídias HTMlles, também em Montréal, com uma exposição coletiva na temática pós movimento #metoo chamada Beyond the Hashtag: Failures and Becomings. Em épocas de confinamento, Renata tenta manter a sanidade mental com práticas diárias de ioga e tarô entre uma página e outra da redação de sua tese – mas ela também tenta aceitar que está tudo bem não ser tão produtiva assim neste momento.

Camilla Ceylão é feminista, comunicadora de causas e entusiasta da arte e cultura. Sua trajetória profissional é diversa e inclui experiência em diferentes áreas e em todos os setores, incluindo governo, empresas e organizações da sociedade civil.
A paixão por arte e cultura a acompanha desde cedo, assim como a atuação guiada pela defesa da justiça social e dos direitos humanos. Atualmente ela trabalha com comunicação de causas em uma OSC, a Nossa Causa, e é responsável pelo marketing de uma agência movida por causas sociais, a BeCause. 
Camilla descobriu o termo artivismo quando um artista a identificou como “artivista” após ouvir sua apresentação. Desde então, ela passou entender melhor a conexão entre seu trabalho e seu hobbies – entre comunicação, política e arte. 
Ela ainda não se considera uma artivista, mas se sente lisonjeada por ter sido reconhecida como tal.

Mediadora

Monica Nassar graduou em Arquitetura e Urbanismo no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), em 2012. Em 2013, finalizou o Curso Profissionalizante de Fotografia, no Espaço f/508 de Fotografia, em Brasília. Mudou-se para a cidade de São Paulo, em 2014, onde começou a atuar como pesquisadora em produtoras audiovisuais, entre elas a Academia de Filmes, GOS Catala Filmes, Your Mama, Sentimental Filmes e outras. Atuou também como Diretora de Arte, realizando campanhas para agências como F.biz, NBS, Ogilvy e África. Cursou Cenografia na Escola São Paulo, onde produziu em coletivo o projeto ViroRio, que foi exposto na Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, em 2015, mesmo ano em que participou da equipe de pesquisa da exposição do multiartista Tadeu Jungle na Sala do Humano do Museu do Amanhã. Usou suas habilidades multidisciplinares para compor equipes nas mesas independentes da Mesa e Cadeira, trabalhando com os ciborgues Neil Harbisson e Moon Ribas na construção do WeTooth, o primeiro aparelho de comunicação intra-dental do mundo (contemplado no Guinness World Records 2020), em 2016 e com o fundados do Kickstarter, Perry Chen, na publicação do livro “A bridge to a bad star” sobre o desastre de da base espacial de Alcântara, no Maranhão. No ano de 2017 completa a sua pós graduação em Cenografia e Figurino, na Universidade Belas Artes de São Paulo, onde produz o aplicativo Adelaide, para mapeamentos de roteiros e gestão de projetos criativos. Retorna para Brasília, no ano de 2018, para participar efetivamente da sociedade no Espaço f/508 de Fotografia, onde atua na gestão de projetos criativos. Em 2019, participou pela segunda vez da Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, na temática “novas técnicas dentro da cenografia”. 

Eisenstein no Brasil: breves anotações reflexivas | ON-LINE E AO VIVO | Em breve

Retrato de Sergei Eisenstein (data desconhecida)

Início: Em breve
Horário: terças e quintas, das 15h às 18h (Horário de Brasília)
Total: 6 aulas, 18 horas/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: fotógrafos, cineastas, estudantes, e demais interessados em cinema

*O curso será ministrado através da plataforma Zoom



O curso apresenta uma introdução às produções cinematográficas e teóricas de um dos maiores diretores do século XX, Serguei M. Eisenstein.
O programa busca difundir a linguagem cinematográfica de Eisenstein a partir de um novo ponto de vista, no qual é possível refletir sobre as produções fílmicas e teóricas desse cineasta pelo olhar de intelectuais e artistas nacionais, aproximando assim duas culturas distintas por meio do cinema. Ao redor do mundo, são traçadas novas perspectivas sobre suas imagens e teorias sobre montagem cinematográfica, pois compreendem o poder que há nas imagens midiáticas, produto de montagens audiovisuais sobre os indivíduos e sociedades, consequências das teorias de montagem de Eisenstein e de outros cineastas do início do século XX.

Serão 06 encontros estruturados a partir de proposições associadas aos filmes A Greve (1924), O Encouraçado Potiómkin (1925), Outubro (1928), Aleksandr Niévski (1938), Ivan, o terrível – parte I e Ivan, o terrível – parte II (1944, exibido em 1958). Com a análise de determinados trechos de cada filme, o aluno desenvolverá práticas com as quais conseguirá compreender com maior profundidade algumas das questões formais e conceituais utilizadas pelo cineasta russo-soviético. Essas atividades são acompanhadas de discussões advindas da tese Eisenstein no Brasil, a qual apresenta um panorama dos ecos eisensteinianos em território nacional, sendo estes entendidos como intersecções artístico-culturais.

Retrato de Eisenstein por Margaret Bourke-White

Professora

Fabiola Notari é artista visual e pesquisadora. Doutora em Literatura e Cultura Russa pelo Departamento de Letras Orientais (DLO/FFLCH/USP) em Poéticas Visuais pela Faculdade Santa Marcelina (FASM/ASM) e bacharel em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, onde leciona desde 2012. Desde 2014 coordena o Grupo de Estudos Livros de artista, livros-objetos: entre vestígios e apagamentos e em 2018 criou o Núcleo de Livros de Artista em parceria com Marisa Garcia de Souza. Ambas as iniciativas são realizadas na Casa Contemporânea, espaço multidisciplinar localizado no bairro de Vila Mariana em São Paulo-SP. Já participou de exposições e mostras artísticas no Brasil e no exterior com sua produção voltada à linguagem gráfica – gravura, desenho, fotografia e livro de artista.
Por conta de sua formação em artes visuais e de pesquisa teórica em arte, literatura e cultura russas, Fabiola Notari ministra oficinas e cursos voltados à produção, pesquisa e difusão do livro de artista e práticas voltadas à linguagem gráfica – desenho, gravura e fotografia -, além de apresentar proposições interdisciplinares mesclando cinema e as artes visuais por meio das teorias e filmografia de Serguei M. Eisenstein. Por conta de seu perfil, oferece com frequência orientações de projetos artísticos.


Investimento

R$ 337,50 (até o início do curso)

• Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
• Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
• Desconto de 5% para matrícula em mais de um curso. Entre em contato via e-mail.
• A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Laboratório de Contos | ON-LINE E AO VIVO | em breve

Início: em breve
Horário: sábados, das 09h às 12h (Horário de Brasília)
Duração: 1 mês
Carga horária: 12 h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público alvo: escritores, artistas, jornalistas, roteiristas, blogueiros, interessados e curiosos em praticar e aperfeiçoar a escrita

*O curso será transmitido a através da plataforma gratuita Zoom

O Laboratório de Contos surge como um desmembramento do curso Escrita Criativa, em que os participantes exploram, na teoria e na prática, as principais características do conto ocidental moderno e contemporâneo. Nos quatro encontros do Laboratório, a prática será o fio condutor: o objetivo é estimular a escrita de contos, bem como, por meio das discussões de cada um dos textos produzidos pelos alunos, aperfeiçoar técnica, estilo e, também, a forma com que se lê textos literários.

OBS: Para a primeira aula, os alunos devem já ter lido os contos escolhidos pelo professor (a serem enviados por email) e levar um pequeno trecho de texto não literário de que gosta, para servir de mote para a produção dos contos futuros.

Programa do curso

Aula 1 – discussão de contos (ainda a ser definido pelo professor)
Aula 2 – discussão dos contos produzidos pelos alunos
Aula 3 – discussão dos contos produzidos pelos alunos
Aula 4 – discussão dos contos produzidos pelos alunos

Professor

Tiago Velasco é escritor e professor do curso de Teoria, Crítica e História da Arte na UnB. Doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio, ministra cursos de escrita criativa. É autor dos livros de contos Petaluma (Ed. Oito e Meio), Microficções (publicação artesanal) e Prazer da Carne (Ed. Multifoco), além do livro de não ficção Novas dimensões da cultura pop (Ed. Multifoco). Também participou de diversas coletâneas de contos. Em 2019, foi um dos vencedores do concurso de contos LER Novos Autores; em 2015, conquistou o 4º lugar no Prêmio Off Flip de Literatura na categoria contos.


Investimento

R$ 250,00 (até o início do curso)

• Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
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Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
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Mini curso sobre história da direção de arte | ON-LINE E AO VIVO | 11/08

Início: 11 de agosto de 2020
Horário: terça e quinta, de 19h às 22h
Total: 06 horas/aula
Duração: 2 encontros

Nível de exigência: básico

Público-alvo: fotógrafos, cineastas, estudantes, e demais interessados em cinema

O curso traz uma proposta para a historicização da relação do ser humano e do espaço (nem tão) ficcional ao seu redor, passando pela história da cenografia e do cinema, e chega em algumas formas contemporâneas de se utilizar processos da direção de arte como operação poética.

O ser humano cria imagens acerca de sua relação com o mundo e com suas histórias desde há muito tempo. No início, eram os desenhos nas paredes das cavernas a maneira e o local de se relacionar com esses entornos. Hoje, vestimos óculos VR e fones de ouvido, e às cavernas podemos retornar, imergindo em novos mundos e narrativas possíveis que eram, até então, apenas imaginadas.

Professora

Monica Palazzo é Graduada em Imagem e Som pela UFSCar. É doutoranda em Poéticas Visuais pela ECA/USP. Seus trabalhos mais recentes são os longas “Borrasca”, Guigo Offine”, “Para a minha Amada Morta”, “Oração do Amor Selvagem”,  “Eu te Levo”,  “O Diabo Mora Aqui”, “Rio Cigano”, e “Cores”. Em TV, fez a Direção de Arte das séries: “Tudo o que é Sólido pode Derreter, os realities “Lowider  Brasil” (Discovery) e “Cinelab” (NBCUniversal), “O Zoo da Zu” (DK),  “Rotas do Ódio”  (NBCUniversal), “Mauá, o primeiro gigante” (History Channel) e “Mal me quer (Warner Channel). Recebeu prêmios de direção de arte no Festival de Brasília 2015, Festival de Cinema da Fronteira /Bagé 2015, CinePE 2006 e 2008, e no Festival de Cinema Brasileiro de Miami 2011, FAM 2014. Dirigiu os curtas “Páginas de Menina” (2008) e “Trilogia: 1718, 1972 e 2009” (para o Fucking Different SP, estreou no Festival de Cinema de Berlim em 2010). Criou cursos de direção de arte livres e de pós graduação. Ministra cursos e oficinas de direção de arte desde 2005.


Investimento

R$ 250,00 (até o início do curso)

• Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
• Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
• Desconto de 5% para matrícula em mais de um curso. Entre em contato via e-mail.
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Estética Visual | ON-LINE | 13/07

Imagem: Andy Warhol, O nascimento de Vênus dos Detalhes de Pinturas Renascentistas, 1984

Início: 13 de julho
Horários: Segundas e quartas: das 15h às 17h (horário de Brasília)
Total: 7 aulas
Carga horária: 14 h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: fotógrafos, arquitetos, designers, artistas, cineastas e entusiastas em ampliar seu repertório estético

O curso de Estética visual do Espaço f/508 é composto por aulas expositivas ao vivo via plataforma Zoom e acompanhamento da professora Mônica Nassar.

Tem como objetivo o desenvolvimento e ampliação do repertório estéticos dos alunos, usando como base o conceito de “belo”, além da leitura e compreensão de imagens e produções artísticas a partir das faculdades estéticas e composições de linguagem da imagem.

Programa do curso

  • O que é belo?
  • Estética: o que é? O que come? Onde vive?
  • Qual o papel do artista em frente ao conceito de belo?
  • Estéticas: Retrô futurista, Bauhaus, Minimalismo, Brutalismo e Steam Punk, Erótico, Grotesco, Banal, Natureza morta, Expressionismo, Surrealismo, Cyber Punk, Futurismo, Arte Digital e a Estética da Paisagem (Walkscapes), estéticas orientais
  • Análise fílmica de aspectos estéticos da fotografia cinematográfica.
Venus, Jean-Michel Basquiat

Professora

Monica Nassar graduou em Arquitetura e Urbanismo no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), em 2012. Em 2013, finalizou o Curso Profissionalizante de Fotografia, no Espaço f/508 de Fotografia, em Brasília. Mudou-se para a cidade de São Paulo, em 2014, onde começou a atuar como pesquisadora em produtoras audiovisuais, entre elas a Academia de Filmes, GOS Catala Filmes, Your Mama, Sentimental Filmes e outras. Atuou também como Diretora de Arte, realizando campanhas para agências como F.biz, NBS, Ogilvy e África. Cursou Cenografia na Escola São Paulo, onde produziu em coletivo o projeto ViroRio, que foi exposto na Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, em 2015, mesmo ano em que participou da equipe de pesquisa da exposição do multiartista Tadeu Jungle na Sala do Humano do Museu do Amanhã. Usou suas habilidades multidisciplinares para compor equipes nas mesas independentes da Mesa e Cadeira, trabalhando com os ciborgues Neil Harbisson e Moon Ribas na construção do WeTooth, o primeiro aparelho de comunicação intra-dental do mundo (contemplado no Guinness World Records 2020), em 2016 e com o fundados do Kickstarter, Perry Chen, na publicação do livro “A bridge to a bad star” sobre o desastre de da base espacial de Alcântara, no Maranhão. No ano de 2017 completou a sua pós graduação em Cenografia e Figurino, na Universidade Belas Artes de São Paulo, onde produziu o aplicativo Adelaide, para mapeamentos de roteiros e gestão de projetos criativos. Retornou para Brasília, no ano de 2018, para participar efetivamente da sociedade no Espaço f/508 de Fotografia, onde atua na gestão de projetos criativos. Em 2019, participa pela segunda vez da Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, na temática “novas técnicas dentro da cenografia”. 


Investimento

R$ 350,00 (até a data de início do curso)

• Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
• Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
• Desconto de 5% para matrícula em mais de um curso. Entre em contato via e-mail.
• A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Bordado em Fotografia | ON-LINE E AO VIVO | em breve

Datas: em breve
Horário: sábado, de 15h às 17h (Horário de Brasília)
Carga horária: 02hrs/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: ver material necessário
Público-alvo: interessados em processos artesanais, apropriação e intervenção em fotografias

*As aulas serão transmitidas através do aplicativo Zoom

A oficina tem por objetivo a união de bordado livre e espontâneo e fotografia impressa em papel, para a criação de novas possibilidades de expressão artística e ressignificação de conceitos imagéticos, proporcionando ao aluno a oportunidade de elaboração de uma linguagem poética autoral.

Por meio dessa abordagem, é possível resgatar os fios da memória, reencontrando na imensidão interna de cada um a amorosidade, elemento transformador para o crescimento pessoal e coletivo.

Professora

Regina Corrêa vem desenvolvendo projetos na área de fotografia, especialmente voltados para questionamentos de identidade e memória, buscando para isso apropriações de imagens entre outras construções de imagens.
Formada em Letras em 1983, e em Artes Plásticas pela Universidade de Brasilia – UnB, desenvolveu seu projeto final com o trabalho Memórias de Infância, instalação exposta na CAL – Casa da Cultura da América Latina, em 2002. Após um longo período, voltou a buscar novos desafios na área de fotografia. Em 2016, apresentou trabalhos em Havana, no Noviembre Fotográfico, no Panorama f/508 de Fotografia, idealizado pela Fototeca de Cuba.
Participou da exposição Onde Anda a Onda 2016, no Museu da República, Brasília.
Atualmente expõe trabalhos na Galeria do Espaço f/508 e no Quintal Café. Participa de grupos de estudos de fotografia, onde prevaleça um aprofundamento conceitual para o desenvolvimento de linguagens autorais.

Material

  • tesoura grande e pequena;
  • fita crepe ou durex
  • régua, estilete, lápis e borracha
  • um match (suporte para corte – opcional)
  • 2 fotos (retratos antigos ou recentes) PB, tamanho 10×15, em papel de gramatura 120 ou fotográfico fosco
  • agulhas nº 7 ou 9 (mais grossa);
  • linhas de meadas ou de novelo para bordar colorida ou de uma só cor(conforme o gosto do aluno)
  • base de EVA de 10x10cm com 1cm de espessura.


Investimento

R$ 85,00 (até o início do curso)


Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
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Direção de arte audiovisual | ON-LINE E AO VIVO | 20/07

Início: 20 de julho de 2020
Horário: segundas e quartas, das 19h às 21h30 (Horário de Brasília)
Total: 4 aulas, 12,5h + 2h de orientação para cada grupo

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: fotógrafos, cineastas, estudantes, e demais interessados em cinema

*O curso será ministrado através da plataforma Zoom

O curso aborda o universo da direção de arte audiovisual, com foco na dramaturgia de ficção: processo criativo, relação entre as equipes, o diálogo com a direção e a direção de fotografia, etapas de um projeto (pesquisa, paleta de cor, concept board, desenho técnico) e a apresentação de estudos de caso para ilustrar e potencializar o contato dos alunos com a direção de arte.

Durante o curso, os alunos serão convidados e orientados a criar um projeto de direção de arte, com tema livre, ou sugerido pela professora. A partir do projeto proposto, cada aluno vai criar uma imagem inédita e autoral, como uma maneira de materializar os conceitos e práticas abordados. 

Professora

Monica Palazzo é Graduada em Imagem e Som pela UFSCar. É doutoranda em Poéticas Visuais pela ECA/USP. Seus trabalhos mais recentes são os longas “Borrasca”, Guigo Offine”, “Para a minha Amada Morta”, “Oração do Amor Selvagem”,  “Eu te Levo”,  “O Diabo Mora Aqui”, “Rio Cigano”, e “Cores”. Em TV, fez a Direção de Arte das séries: “Tudo o que é Sólido pode Derreter, os realities “Lowider  Brasil” (Discovery) e “Cinelab” (NBCUniversal), “O Zoo da Zu” (DK),  “Rotas do Ódio”  (NBCUniversal), “Mauá, o primeiro gigante” (History Channel) e “Mal me quer (Warner Channel). Recebeu prêmios de direção de arte no Festival de Brasília 2015, Festival de Cinema da Fronteira /Bagé 2015, CinePE 2006 e 2008, e no Festival de Cinema Brasileiro de Miami 2011, FAM 2014. Dirigiu os curtas “Páginas de Menina” (2008) e “Trilogia: 1718, 1972 e 2009” (para o Fucking Different SP, estreou no Festival de Cinema de Berlim em 2010). Criou cursos de direção de arte livres e de pós graduação. Ministra cursos e oficinas de direção de arte desde 2005.

Investimento

R$ 500,00 (até o início do curso)

• Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
• Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
• Desconto de 5% para matrícula em mais de um curso. Entre em contato via e-mail.
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História e Cultura da África e sua Diáspora | ONLINE E AO VIVO | 20/07

Fotografia pelo ganense Derrick Ofosu Boateng

Início: 20 de julho
Horários: segundas e quartas, 19h às 21h (horário de Brasília)
Total: 8 aulas
Carga horária: 16 h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: interessados em conhecimentos sobre história africana e afro-brasileira e Diáspora Africana; estudantes e professores de História; ativistas do Movimento Negro.

O curso visa apresentar a história africana a partir da correlação de personagens, situações e experiências com a Diáspora Africana, ou seja, a comunidade negra espalhada pelo mundo. Promoveremos uma viagem histórica, desde o surgimento dos primeiros seres humanos em África, passando pelos grandes impérios, a Diáspora forçada pelo processo de escravização até o Pan-africanismo e outras teorias e práticas políticas contemporâneas de emancipação e resistência do povo negro.
O curso será ministrado ao vivo pela plataforma Zoom.

Programa

Aula 1
Mãe África – Os Sapiens e sua dispersão pelo mundo: Linha do tempo desde o surgimento dos primeiros seres humanos em África, sua evolução e dispersão pelo mundo. Aspectos geológicos do continente, que permitiram o estabelecimento e desenvolvimento das primeiras sociedades.

Aula 2
Matriarcado e berço civilizatório africano: Conceitos de Matriarcado, Patriarcado, Matrilinearidade e Patrilinearidade como constituintes dos berços civilizatórios africano e europeu. Mitos femininos africanos e gregos como símbolos do lugar da mulher nas respectivas sociedades.

Aula 3
Grandes Impérios: Serão apresentadas a forma de organização social, economia e momentos históricos de alguns impérios africanos, tais como: Gana, Aksum (Axum), Mali (Mandinka), Congo, Songhai, Oyo Yorubá, Benin, e os mais tradicionalmente estudados: Kush e Egito.

Aula 4
Atlântico Negro – Diáspora e Escravização: A colonização da África pela Europa, escravização, resistência organizada nas Américas, preservação da memória e da cultura por meio da tradição oral. Serão apresentadas personalidades que se destacaram na resistência africana (do continente e da Diáspora), tais como: Zumbi dos Palmares, Nanny of the Maroons, Rainha Nzinga, Harriet Tubman.

Aula 5
Xenofilia – a África na Diáspora: Para além de lutar pela preservação de seus hábitos e costumes, os povos africanos em Diáspora também abraçaram idiomas e comportamentos de culturas diferentes da sua própria, juntando essas diferenças e transformando em algo novo. Dança, religião, gastronomia e até mesmo o idioma falado no Brasil são exemplos disso. Nesta aula vamos abordar esse traço da cultura africana, que garantiu a sobrevivência de africanos em Diáspora e permitiu o desenvolvimento de culturas que mesclam elementos africanos e de outros povos.

Aula 6
Independência de países africanos: Processos diferentes levaram países africanos a se tornar independentes dos colonizadores europeus. Vamos estudar como foi a independência dos seguintes países: Angola (1975), Moçambique (1975), Timor Leste (colonizado por Portugal e posteriormente invadido pela Indonésia; independente em 1975 e 2002, (espectivamente), Nigéria (1960), Congo (1960) e Sudão (1956).

Aula 7
Amefricanidade – Pan-africanismo e afrocentricidade: Vamos debater os conceitos de Pan-africanismo, Afrocentricidade, Mulherismo Africana, Feminismo Negro, Black Money como alternativas epistemológicas de resistência da população negra em África ou na Diáspora como eles têm contribuído na luta contra o racismo e às múltiplas opressões a que as pessoas negras estão submetidas.

Aula 8
Afrofuturismo – Passado e futuro de uma perspectiva africana: A partir deste movimento cultural, vamos conhecer artistas africanos do continente e da Diáspora que trabalham sob essa perspectiva e espalham a cultura e a história africanas por meio da arte contemporânea pelo mundo.

Professora

Jô Gomes é jornalista e especialista em Gestão de Políticas Públicas de Gênero e Raça pela
Universidade de Brasília. É pesquisadora de História Geral da África e Matriarcado Africano
pelo Instituto Hoju (RJ) e pós-graduada em Dança e Consciência Corporal (Estácio). Dançarina especializada em estilos Afro (Danças Afro-brasileiras, Kuduro, Afro House, Dancehall, Azonto, Hip Hop, Funk e Passinho). Sua formação transdisciplinar lhe permite compreender a importância das artes e da mídia para a construção e desconstrução de estereótipos e preconceitos e fazer a interseccionalidade de corpo e intelectualidade negras, sejam elas africanas do continente ou da Diáspora.


Investimento

R$ 300,00 (até o início das aulas)

. Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
. Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
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Clarice Lispector e Lygia Pape: do ovo ao cosmo | ONLINE E AO VIVO | 20/07

Pintura de Clarice Lispector

Início: 20 de julho de 2020
Horários: segundas e quartas, 10h às 12h (horário de Brasília)
Total: 4 aulas
Carga horária: 08 h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: escritores, artistas e interessados em literatura e arte contemporânea brasileiras

*O curso será ministrado pela plataforma on-line Zoom

Em 1964, Clarice Lispector publica o livro de contos Legião estrangeira, que contém aquele que talvez seja um de seus textos mais enigmáticos, “O ovo e a galinha”. À imagem do ovo, Clarice associa, pelo menos, duas ideias fundamentais: a de começo e a de perfeição. É este o texto que Clarice Lispector lê no Congresso de Bruxaria realizado em 1975 em Bogotá, justamente o ano em que a escritora se dedicou com maior afinco a outra atividade que lhe interessava então cada vez mais e que não tornou pública: a pintura. A partir de um exame dessas obras plásticas e tendo “O ovo e a galinha” e outros textos de Clarice como guias,
veremos que a imagem de perfeição do ovo se desfaz, embora ainda se preserve a ideia de começo, que, agora, está associada a uma noção de magia.

Encontramos um movimento análogo na obra de Lygia Pape. Em 1968, com a performance O ovo, Pape também recorre à imagem do ovo a fim de sugerir um nascimento, um novo começo. Mais ilustrativo ainda dessa proposição de um novo começo talvez seja o filme La Nouvelle Création, realizado no ano anterior. Nesse curta, feito a partir do filme da Nasa que mostra o primeiro astronauta americano a flutuar no espaço, Pape imagina um novo nascimento para a humanidade. O novo começo aqui está associado à conquista espacial, que era, à época, um espetáculo público, acompanhado por todos desde o lançamento do primeiro satélite, o soviético Sputnik em 1957, e ao qual artistas e poetas não ficaram indiferentes: muitos, como Pape, passaram a associar o ovo ao voo. Aqui, a magia se revela tecnologia, sem deixar de ser magia.

Programa

Aula 1
Clarice Lispector. “O ovo e a galinha”: começo e perfeição. O Congresso Mundial de Bruxaria: magia e alquimia.

Aula 2
Pinturas de Clarice Lispector: do ovo quebrado ao ovo alquímico. A forma disforme: grutas, cavernas, começos.

Aula 3
Lygia Pape. O ovo: começo e perfeição. La Nouvelle Création e a conquista espacial.

Aula 4
O ovo, O livro da criação, La Nouvelle Création: do ovo ao voo, do espaço geométrico ao espaço cósmico. Lygia Pape e os poetas: Mallarmé, Wlademir Dias-Pino, Augusto de Campos, Haroldo de Campos, Arnaldo Antunes.

Professora

Veronica Stigger é escritora, crítica de arte, curadora independente e professora universitária. Possui doutorado em Teoria e Crítica de Arte pela Universidade de São Paulo (USP) e pesquisas de pós-doutorado pela Università degli Studi di Roma “La Sapienza”, pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP) e pelo Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP. É professora da Pós-Graduação em Histórias da Arte da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Entre seus livros publicados, estão Opisanie świata (2013), Sul (2016) e Sombrio ermo turvo (2019). Como curadora, foi responsável, entre outras, pelas exposições Maria Martins: metamorfoses e O útero do mundo, ambas no Museu de Arte Moderna de São Paulo (2013 e 2016), e, com Eduardo Sterzi, Variações do corpo selvagem: Eduardo Viveiros de Castro, fotógrafo, no Sesc Ipiranga (2015), Sesc Araraquara (2016), Weltkulturen Museum (2017-2018), em Frankfurt, Alemanha, e CIAJG — Centro Internacional das Artes José de Guimarães (2019), em Guimarães, Portugal.

Ovo, Lygia Pape


Investimento

R$ 300,00 (até o início das aulas)

. Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
. Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

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Composição fotográfica avançada | ON-LINE E AO VIVO | 31/07

Início: 31 de julho de 2020
Horários: Sextas, 15h às 16h30 (Horário de Brasília)
Total: 5 aulas
Duração: 5 semanas
Carga horária: 7h30 h/aula

Nível de exigência: básico
Público alvo: Fotógrafos amadores ou profissionais que querem aprofundar e exercitar composição avançada e outros elementos da linguagem visual

*As aulas serão transmitidas atravésd a plataforma Zoom

Linguagem visual é todo tipo de comunicação que se dá através de imagens e símbolos. Os elementos visuais constituem a substância básica daquilo que vemos, são a matéria-prima de toda informação visual. Entretanto, esses elementos isolados não representam nada, não tem significados preestabelecidos, nada definem antes de entrarem num contexto formal. Já a cor, por se tratar não de uma propriedade do objeto, mas de um elemento perceptivo,  tem uma série de implicações na Psicologia. Dessa forma, sua percepção pode causar diferentes de sensações, de acordo com cada cultura.
O curso visa proporcionar um aprofundamento no uso de elementos visuais, desafiando o aluno à busca de uma linguagem e da compreensão de questões avançadas relacionadas à composição, produção e processamento das imagens.

Programa do curso

Aula 1
1- Fotografia e geometria
2- Olhar antagônico
3- Geometria com longa em pb
4- Fundamentos de luz cor

Aula 2
5- Harmonia
6 – Desarmonia
7- Peso e direção
8 – Fundamentos de luz e cor

Aula 3
10 – Simetria
11 – Contraste/proporção
12 – Minimidade
13 – Fundamentos de luz e cor

Aula 4
14 – Exageração
15 – sobreposição
16 – diluição
17 – Fundamentos de luz e cor
18- Haikai
19 – Caça Palavra

Aula 5
Correção dos exercícios de exageração, sobreposição, diluição, Haikai e caça-palavras

Professor

Fotógrafo fine art, Humberto Lemos tem foco na fotografia minimalista com influência oriental. Criou o conceito de Paisagens Imaginárias – atua como coordenador e professor no Espaço f/508 de Fotografia, em Lisboa. Fundou o Espaço f/508 de Cultura em Brasília, que, em 2020, completa 15 anos. Realizou a curadoria de diversas exposições e publicações virtuais, e desenvolveu projetos de inclusão social como o Retratando com Alma (2005), oficina fotográfica realizada com deficientes visuais, e o Libertas CAJE (2008), realizado com os internos da instituição. Foi professor da Secretaria de Cultura do Distrito Federal de 2005 a 2007, e ministrou a matéria Fotografia como suporte para a arte contemporânea, na Pós Graduação f/508. Portfólios: @humbertolemos e www.humbertolemos.com


Investimento

R$ 350,00 (até a data de início do curso)

• Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
• Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

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