Filosofia da Fotografia – Módulo I

Imagem de capa: Raquel Pellicano

Início: a definir
Horário: a definir
Total: 8 aulas, 24 horas/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: Fotógrafos, amantes das artes visuais, filósofos, artistas e interessados no tema.



O curso irá inserir os participantes na linguagem filosófica para compreender os principais conceitos da filosofia da fotografia. Ao longo da história da filosofia ocidental, a experiência da visão despertou em filósofas e filósofos a formulação de suas teorias no âmbito da arte. Com o surgimento da fotografia, com a revolução industrial e os avanços tecnológicos, a arte entrelaçou-se com questões metafísicas, éticas e políticas, o que despertou o interesse da filosofia na analise de imagens.

Programa

Introdução à filosofia da fotografia
Introdução ao método filosófico e surgimento da filosofia da fotografia.
A criação de conceitos na perspectiva de Barthes
Compreender o conceito de punctum e o conceito de câmera clara.
Filosofia e estudo de caso I
Estudo de caso colocando em prática os conceitos assimilados na filosofia de Barthes.
A relação entre o/a fotógrafo/a e o aparelho
Estudo acerca teoria de Flusser sobre a fotografia, acentuando a luta entre o/a
fotógrafo/a e o aparelho, tal como essa relação se desenvolve no domínio da
filosofia da fotografia.
Filosofia e estudo de caso II
Estudo de caso com base nas análises e críticas de Frusser a fotógrafos/as específicos.
A imagem como resposta ao totalitarismo
Introdução aos conceitos artísticos elencados por Walter Benjamin para
responder ao contexto histórico do neo-nazismo, capitalismo e ao período de guerra iminente.

Imagem, técnica e memória
Investigar a teoria da história e a teoria das imagens em Walter Benjamin
Filosofia e estudo de caso III
Estudo de caso colocando em prática os conceitos assimilados na filosofia de Walter Benjamin.
O ato de fotografar
Análise sobre a filosofia da fotografia de Susan Sontag.
Apreensão do momento e criação de memória
Investigar o papel da fotografia na apreensão do momento e ressignificação da memória
Filosofia e estudo de caso IV
Estudo de caso colocando em prática conceitos assimilados na filosofia de
Susan Sontag.
Fotografia e fascismos
Observar a estetização da fotografia em determinados momentos históricos e as suas consequências éticas.

Roland Barthes

Professora

Mayã Fernandes é doutoranda em Artes Visuais pela UnB (2019), mestra em Metafísica na linha de pesquisa Estética Antiga: Narrativa, Visualidade e Verdade, pela mesma Universidade (2018), com estágio de pesquisa na UBA (Buenos Aires/ARG) e graduada em Filosofia pela UnB (2016). Publicou vários artigos nas áreas de filosofia antiga, estética e ensino de filosofia. Investiga a teoria do belo em Plotino e sua relação com a arte moderna. É Membro do Projeto Das Deusas: gênero, arte e filosofia. 

Além de amável, acessível e participativa, a professora demonstrou conhecimento vivência profundos que ampliaram minha compreensão sobre temas de fronteira para o fazer com ética no mundo contemporâneo.

Tiago Rocha de Almeida

O curso atendeu minhas expectativas, pude adquirir novos conhecimentos e repensar um pouco o fazer fotográfico. Mayã foi uma excelente professora!

Henrique Bulhões

Investimento

R$ 450,00 (até o início do curso)

MATRÍCULAS ENCERRADAS.
Quer ficar sabendo das novidades desse curso? Clique aqui.

Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
• Desconto de 5% para matrícula em mais de um curso. Entre em contato via e-mail.
• A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Arquitetura da Exposição: expografia e cenografia | ONLINE E AO VIVO | 24/09

foto de capa: PQ 2019 de Monica Nassar

Início: 24 de setembro de 2020
Horários: às quintas, das 19h às 21h (horário de Brasília)
Total: 5 aulas
Carga horária: 10 h/aula

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: ter um projeto autoral a ser trabalhado (próprio ou de outro artista, com autorização)
Público-alvo: fotógrafos, arquitetos, designers, artistas e entusiastas em produções artísticas interessados em pensas as suas obras com um fim expositivo.

O curso de Arquitetura da Exposição do Espaço f/508 é composto por aulas expositivas ao vivo via plataforma Zoom e acompanhamento de propostas de projeto via email.

Talvez, a extraordinária e incontestável comunicação entre artista e observador seja o encontro entre “visitante e conjunto expositivo” proporcionado por uma exposição.
Um projeto expográfico, ou museográfico, resulta de uma soma de esforços multidisciplinares e da capacidade dessa equipe de traduzir uma narrativa em intermediações sensoriais.
Esse curso abre o debate da participação do artista na construção do diálogo do seu trabalho, agora aberto para uma discussão pública, e interpreta o seu envolvimento a partir das etapas de projeto, aspectos críticos e históricos, e estudos de caso dentro da disciplina do tratamento de exibições de arte.

PQ 2019 – foto de Monica Nassar

Programa

1. Apresentação do curso e introdução a expografia.

O que é expografia? O que é um museu e qual a sua relevância social? Porquê estudar expografia?
Atividade para casa: O aluno deverá escolher um projeto de sua autoria para desenvolver uma exposição e levar na próxima aula. 

2. a) O que é lugar? Abordaremos os conceitos de lugar dentro dos estudos da geografia poética, de modo a entendermos a relação entre arte e o espaço que a abriga. 
b) O cubo branco X caixa preta: Um estudo sobre espaços expositivos e a sua interferência na curadoria das obras
Atividade para casa: Escolher um material para nortear o projeto expográfico e levar um estudo sobre as suas propriedades e uma amostra física na próxima aula.

Exposição do Brasil – PQ 2019

3 e 4. O projeto expográfico:

antes. Nesta etapa, abordaremos estudos necessários para a montagem e desenvolvimento de uma exposição que vêm antes dos desenhos técnicos de projeto: orçamentos, cronogramas, conceitos, etc. Atividade para casa: Estudo preliminar de projeto. 

durante. Processos envolvidos no desenho de uma exposição: rotas de visitantes, arte gráfica, sentidos, técnicas de desenhos, suportes….)

depois. Depois que a sua exposição está pronta, ela ainda precisa de outros elementos que garantam a sua sustentabilidade. Temos sempre que pensar nos visitantes e em como eles vão se relacionar com o espaço expositivo oferecido. Aqui falaremos sobre como despertar o interesse dos visitantes e manter a exposição ativa dentro do cronograma proposto. Atividade para casa: Desenvolvimento de projeto.

5. Apresentação de projetos

PQ 2019 – foto de Monica Nassar

Professora

Monica Nassar graduou em Arquitetura e Urbanismo no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), em 2012. Em 2013, finalizou o Curso Profissionalizante de Fotografia, no Espaço f/508 de Fotografia, em Brasília. Mudou-se para a cidade de São Paulo, em 2014, onde começou a atuar como pesquisadora em produtoras audiovisuais, entre elas a Academia de Filmes, GOS Catala Filmes, Your Mama, Sentimental Filmes e outras. Atuou também como Diretora de Arte, realizando campanhas para agências como F.biz, NBS, Ogilvy e África. Cursou Cenografia na Escola São Paulo, onde produziu em coletivo o projeto ViroRio, que foi exposto na Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, em 2015, mesmo ano em que participou da equipe de pesquisa da exposição do multiartista Tadeu Jungle na Sala do Humano do Museu do Amanhã. Usou suas habilidades multidisciplinares para compor equipes nas mesas independentes da Mesa e Cadeira, trabalhando com os ciborgues Neil Harbisson e Moon Ribas na construção do WeTooth, o primeiro aparelho de comunicação intra-dental do mundo (contemplado no Guinness World Records 2020), em 2016 e com o fundados do Kickstarter, Perry Chen, na publicação do livro “A bridge to a bad star” sobre o desastre de da base espacial de Alcântara, no Maranhão. No ano de 2017 completa a sua pós graduação em Cenografia e Figurino, na Universidade Belas Artes de São Paulo, onde produz o aplicativo Adelaide, para mapeamentos de roteiros e gestão de projetos criativos. Retorna para Brasília, no ano de 2018, para participar efetivamente da sociedade no Espaço f/508 de Fotografia, onde atua na gestão de projetos criativos. Em 2019, participa pela segunda vez da Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, na temática “novas técnicas dentro da cenografia”. 

Expografia de Monica Nassar


Investimento

R$ 300,00 (até a data do curso )

• Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
• Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Cielo [em até 12x sem juros]
• Desconto de 5% para matrícula em mais de um curso. Entre em contato via e-mail.
• A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Modas e modos africanos na fotografia: vestimentas e representações na obra de Seydou Keïta

Bamako (Mali), entre 1948 e 1963. Foto de Seydou Keïta/ Contemporary African Collection (CAAC) – The Pigozzi Collection

Início: a definir
Horários: a definir
Carga horária: 02 h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: estudantes, pesquisadores, profissionais de Moda, Fotografia, Artes e Ciências Humanas e interessados em geral.


A aula tem por objetivo refletir sobre os registros feitos pelas lentes do fotógrafo malinês Seydou Keïta, que podem ser considerados significativos documentos históricos e também encarados como produções de moda local. Suas fotografias retratam jovens mulheres vestidas à maneira do oeste africano, grupos de jovens rapazes vestidos para sair, mulheres anciãs com suas joias de família que denotam poder e hierarquia, tecidos ora feitos em teares, ora estampados com motivos que exaltam a independência de outros países do continente, além de outros motivos têxteis, datados ainda da era colonial, mas reformulados a partir de gostos e agências africanas.

Professora

Hanayrá Negreiros é pesquisadora e educadora em Moda, História Cultural e Curadoria.
Mestre em Ciência da Religião pela PUC – SP, e graduada em Negócios da Moda pela
Universidade Anhembi Morumbi. Possui como principais focos de estudo, estéticas afro-
brasileiras e africanas, que se manifestam através da indumentária, memórias coletivas e
religiosidades.

Foto de Seydou Keïta - Bamako, Mali, entre 1948 e 1963 - Contemporary African Collection
Bamako (Mali), entre 1948 e 1963. Foto de Seydou Keïta/ Contemporary African Collection (CAAC) – The Pigozzi Collection

Investimento

R$ 85,00 (até o início da aula)

MATRÍCULAS ENCERRADAS.
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Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
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Fotografia, arte e colecionismo

Início: a definir
Horários: a definir
Total: 4 aulas
Carga horária: 08 h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: Artistas, fotógrafos e demais interessados no tema.

Em distintos momentos da história os territórios da arte e da fotografia já estiveram próximos e distantes, esses contatos produzem atritos mas também novos entendimentos sobre a imagem técnica e a sua expressão estética. Nestes encontros são apresentados trabalhos e autores que contribuíram para o pensamento crítico da fotografia como arte e da arte como fotografia, e a importância destes movimentos para o colecionismo. O curso aborda aspectos teóricos e também propõe uma prática a partir dos conhecimentos adquiridos nas aulas.
O curso será ministrado ao vivo pela plataforma Zoom.

Programa

– Relações entre arte, fotografia e colecionismo.
– A fotografia e os movimentos artísticos.
– A noção de arquivo e sobrevivência na contemporaneidade.
– Fotografia como suporte de criação nas artes visuais

Professor

Guilherme Tosetto é fotógrafo e pesquisador. Mestre em Multimeios pela Unicamp, especialista em Fotografia e graduado em Relações Públicas pela Universidade de Londrina, doutorando em Fotografia/Belas-Artes na Universidade de Lisboa e professor no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Atuou como fotojornalista e editor de imagens em veículos de comunicação. Foi curador das exposições Realidade e Ficções Fotográficas (2020) e A menor Imagem (2019), no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, Territórios Íntimos na Galeria 78/80, em Lisboa (2016); Imagens Incendiárias na Galeria da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (2015) e 140 caracteres no MAM-SP (2014).


Investimento

R$ 335,00 (até o início das aulas)

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Formas de pagamento

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Um jardim com memórias: Fotografar com a Natureza | ON-LINE E AO VIVO | em breve

Arte por Malin Fabbri – retirada de Lomography.com

Data: em breve
Horário: as 10h (horário de Brasília)
Carga horária: 1h30 hrs/aula (aprox)

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: Papel poroso (cartão e/ou de aquarela); pincel; álcool 96%, molduras para a exposição da imagem; beterraba; açafrão; flores e folhas diversas para impressão no papel; filtro de café; luvas (opcional) e copos para mistura.
Público-alvo: fotógrafos, entusiastas, e interessados em trabalhos manuais e analógicos. Crianças a partir de 5 anos podem participar, desde que acompanhadas por um adulto.

*O curso será transmitido através da plataforma Zoom.

Já pensou em fazer fotografias utilizando plantas? John Herschel, em 1842, já produzia imagens utilizando o extrato de flores para impressão de imagens. Esse processo de impressão fotográfica chama-se antotipia (antho: flor) e pode ser feito por qualquer um. Basta ter paciência para extrair pigmentos fotossensíveis e
para esperar que a luz do sol passe a imagem que escolher para o papel.
O curso tem o objetivo de ensinar às crianças e adultos a imprimir fotografias e/ou criar imagens através de extratos da própria natureza, sem adição de químicos.

Professora

Lorena Travassos é Doutorada em Ciências da Comunicação (NOVA, Lisboa), no ramo
“Comunicação e Arte”, com especialidade em Fotografia. Mestre em Comunicação (UFPB,
Brasil) e fotógrafa. Atualmente é professora de História e Técnicas Fotográficas na
Universidade Lusófona, na licenciatura de Fotografia, e investigadora assistente no projeto
Photo Impulse (financiado pela FCT-PTDC/COM-OUT/29608/2017). É investigadora integrada do ICNOVA e formadora em cursos livres de projetos fotográficos em Lisboa.

Fotografias por Lorena Travassos


Investimento

R$ 85,00 (até o início do curso)

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• Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

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Escrita Criativa | ON-LINE E AO VIVO | 25/09

Início: 25 de setembro de 2020
Horário: sextas-feiras, de 18h às 21h (Horário de Brasília)
Duração: 2 meses
Carga horária: 24h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público alvo: escritores, artistas, jornalistas, roteiristas, blogueiros, interessados e curiosos em aperfeiçoar a escrita

Partindo de contos de autores consagrados ou não, a oficina procura discutir as principais características – estrutura, temáticas, estilos – do conto ocidental moderno e contemporâneo. As aulas aliam teoria e prática e convocam os alunos para o debate, de modo a construir um saber coletivo. O curso apresenta técnicas, referências e paradigmas teóricos contemporâneos para estimular a consciência para o processo de
escrita de cada um na transformação da própria vida em literatura.

Professor

Tiago Velasco é escritor e foi professor do curso de Teoria, Crítica e História da Arte na UnB. Doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio, ministra cursos de escrita criativa. É autor dos livros de contos Petaluma (Ed. Oito e Meio), Microficções (publicação artesanal) e Prazer da Carne (Ed. Multifoco), além do livro de não ficção Novas dimensões da cultura pop (Ed. Multifoco). Também participou de diversas coletâneas de contos. Em 2019, foi um dos vencedores do concurso de contos LER Novos Autores; em 2015, conquistou o 4º lugar no Prêmio Off Flip de Literatura na categoria contos.

Programa do curso

Aula 1 – Questões sobre o conto

Aula 2 – Discussão dos contos

Aula 3 – Discussão de contos

Aula 4 – Leitura e discussão de contos produzidos pelos alunos da oficina

Aula 5 – A autoficção

Aula 6 – Ficção, autobiografia e memória

Aula 7 – Poéticas contemporâneas

Aula 8 – Discussão dos contos produzidos pelos alunos


Investimento

R$ 450,00 (até o início do curso)

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Oficina de Expressionismo Alemão no Cinema | ONLINE AO VIVO | 03/10

Cena do filme Metrópolis, de Fritz Lang, 1927

Datas:  03 e 10 de outubro de 2020
Horários: sábados, de 10h às 12h (horário de Brasília)
Carga horária: 4hrs/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: estudantes, fotógrafos, artistas e interessados em uma introdução à linguagem cinematográfica

Com forte influência das pinturas de Van Gogh, o expressionismo estendeu-se por quase todas as artes, como o cinema e a pintura. A oficina busca compreender o desenvolvimento dessa vanguarda cinematográfica através da análise de filmes como Metrópolis (1927) de Fritz Lang, O Gabinete do Dr. Caligari (1919), de Robert Wiene, Nosferatu, Uma Sinfonia de Horrores (1922), de Friedrich Wilhelm Murnau.
Caracteriza-se pela distorção da imagem (uso de cores vibrantes que remetem ao sobrenatural), do retorno ao gótico e a oposição a uma sociedade imersa no racionalismo moderno. No cinema, caracteriza-se pela distorção de cenários e personagens, através da maquiagem, dos recursos de fotografia.

Professora

Josianne Diniz é professora da Faculdade de Cinema e Mídias Digitais no Instituto Superior de Brasília – IESB. Doutoranda em Comunicação e Sociedade na linha de pesquisa Poder e Políticas Comunicacionais, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade de Brasília – UnB. Mestra em Comunicação e Sociedade pela Universidade de Brasília, na linha de pesquisa Imagem, Som e Escrita. Bacharela em Comunicação Social em Audiovisual pela Universidade de Brasília. Dedica-se à investigação do Cinema Brasileiro e suas relações com identidade social, imaginário, representação social, análise da história a partir do cinema. O Cinema Brasileiro Periférico e sua relação com território, cultura, estética. O Cinema Latino-Americano, sua relação com a história da América-Latina, colonização, linguagem e estética. Desenvolve pesquisa também em Documentário, com ênfase em documentário ficcional, documentário observacional, fabulação, ficcionalização de si e Documentário Brasileiro Contemporâneo. Membro do Núcleo de Estudos e Produção Digital em Linguagem Sonora, NEPLIS, grupo vinculado ao Laboratório de Áudio da Faculdade de Comunicação (FAC/UnB). É cineasta, atua como Diretora em obras audiovisuais. Sua principal obra é o curta-metragem Onde Mora o Afeto (2018). Filme que aborda afetividades em ambientes periféricos.


Investimento

R$ 130,00 (até o início do curso)

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Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

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