A Natureza do Filme
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Animal Locomotion, Eadweard Muybridge

Início: 02 de março de 2020
Horário: segundas e quartas, das 19h às 21h

Total: 6 aulas
Duração: 3 semanas
Carga horária: 12h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público alvo:  interessados em se aprofundar nas teorias da linguagem cinematográfica, estudantes e profissionais de cinema, jornalismo, publicidade.

Afinal, o que é o cinema? Uma linguagem narrativa ou uma poética das imagens? Quais são os seus elementos constituintes fundamentais? A Natureza do Filme quer apresentar todas as facetas da arte cinematográfica: sua interseção com as outras artes, os modelos narrativos, não-narrativos e híbridos, assim como questionar o mito do filme como “uma história bem contada”. O curso pretende nos ajudar a “ver um filme” através da análise das imagens e do discurso narrativo. A aula também pretende discutir como surge um filme.

Através do método de exposição teórica, da análise de pinturas, de fotografias, de de trechos de filmes, pretendemos fazer o participante desenvolver uma profunda e prazerosa compreensão da arte do filme.

Programa

  • Semelhanças e dessemelhanças entre a imagem pictórica e a imagem cinematográfica;
  • Construção das cenas (imagem, ritmo, cenários, jogo dos atores)
  • Edição/montagem como a especificidade cinematográfica fundamental
  • Atributos da ideia e da essência da linguagem audiovisual.

Professor

Sérgio Moriconi é cineasta, professor, sociólogo e crítico de cinema. Dirigiu curtas, entre eles, Athos, homenagem ao artista Athos Bulcão. Colaborou no roteiro decurtas e longas. É o criador e curador do Slow Filme – Festival Internacional de Cinema, Alimentação e Cultura Local, que acontece anualmente na cidade goiana de Pirenópolis. É autor do livro Cinema – Apontamentos Para Uma História. Foi o programador do Cine Brasília e integrou durante vários anos a comissão curadora do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Homem com câmera na mão, Dziga Vertov


Investimento

1º lote: 3x de R$ 237,67 (R$ 713,00 até o dia 21 de fevereiro de 2020)
2º lote: 3x de R$ 273,32 (R$ 819,95 até o início do curso ou enquanto houver vagas)

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Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 3x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

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Antropologia
Visual

Início: a definir

Horários
Quartas-feiras, de 19h às 22h

Total: 5 encontros
Duração: 5 semanas
15 horas/aula

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: nenhum
Público alvo: antropólogos, sociólogos, jornalistas, artistas, professores, historiadores, museólogos e pesquisadores.

Inspirado na história da Antropologia Visual e suas interações com os campos da Fotografia e do Cinema, esse curso propõe reflexões e práticas sobre a alteridade como dispositivo criativo. A partir de análises, serão debatidas aventuras antropológicas na criação de imagens e a influência mútua a partir da relação histórica com fotógrafos e cineastas. O curso prevê a realização de ensaios fotográficos como trabalho final.

Professor

Tiago de Aragão é doutorando e Mestre em Antropologia Social pela Universidade de Brasília, tendo defendido a dissertação Nas Profundezas da Superfície do Mate com Angu: Projeções Antropológicas Sobre o Cinema do Mate com Angu, atualmente desenvolve trabalhos entre os universos da Antropologia, Cinema e Fotografia.  Diretor dos curtas Da Maior Importância (2011), Curió (2014) e Entre Parentes (2017).

Pierre Verger

Programa do curso

Módulo 1  | Introdução: A alteridade como dispositivo criativo
O surgimento e primeiros passos da Antropologia Visual e uma introdução ao conceito de etnografia;

Módulo 2 | A Fotografia e a Antropologia
Da câmera como ferramenta de registro a instrumento de criação dialógica;

Módulo 3 | O Filme Etnográfico, a Antropologia e o Cinema
Da busca do real ao cinema transe de Jean Rouch.
Experimentos no lugar da alteridade e porque o mestre francês é um cineasta importante até os dias de hoje;

Módulo 4 | O Documentário e a Antropologia Visual
Do registro ao olhar.
Possibilidades narrativas com a fotografia e o filme: Diálogos com a fotografia documental contemporânea;

Módulo 5 | A Ficção e Antropologia Visual
Quando a realidade não é alcançável e é necessário criar o real.
Pode um filme ficcional ser etnográfico/antropológico?

Módulo 6 | O Cinema Sensorial e a Antropologia Visual
Uma experiência radical de expressar sensações. O caso do filme Leviatã.

Módulo 7 | Apresentação dos trabalhos finais


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Formas de pagamento

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Fronteiras entre o documentário e a ficção – experimentações práticas

Imagem do filme “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, de Camilla Shinoda

Início: a definir

Tem interesse em saber da próxima turma? Mande um email para cursof508@gmail.com

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: Interessados no estudo das linguagens cinematográficas

Como combinar elementos do documentário e da ficção para contar a sua história? A oficina pretende discutir de forma prática as diversas maneiras de se combinar as duas grandes linguagens do cinema para a realização de filmes híbridos. Traremos exemplos do cinema nacional contemporâneo e também a experiência real do processo de realização dos curtas Não é Pressa, é Saudade e Parte do que Parte Fica. A importância da pesquisa, o uso de não-atores, as possibilidades de concepções fotográficas e sonoras serão alguns dos temas da nossa conversa.


Professora

Camilla Shinoda é mestre em Imagem, Som e Escrita pela Universidade de Brasília (2017), além de ser graduada em Jornalismo (desde 2008) e Publicidade (desde 2006). Atualmente, desenvolve o roteiro do seu segundo filme, o curta-metragem “Parte do que Parte Fica”. “Não é pressa, é saudade” (2016) é o seu primeiro curta-metragem profissional, que recebeu o prêmio de Melhor Roteiro na etapa regional da 1ª Mostra Sesc de Cinema (2017) e Menção Honrosa do Júri Jovem na Mostra Mercocidades do Festival Primeiro Plano (2016). Participou da comissão de pré-seleção da 6ª edição do Festival Curta Brasília (que acontecerá em dezembro de 2017). Realizou pesquisa e foi Diretora de Produção do curta “Entre Parentes”, de Tiago de Aragão, ainda em etapa de finalização (2017). Foi diretora de produção do curta-metragem “Aulas que Matei” (nome provisório), de Amanda Devulsky e Pedro Beiler, ainda em fase de montagem. Realizou a pesquisa, colaborou no roteiro e fez assistência de direção no curta “Crônicas de uma Cidade Inventada” (2014), de Luísa Caetano, premiado como Melhor Filme em festivais como o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, a Mostra Brasília e o Festival Curta Brasília. Entre agosto de 2016 e agosto de 2017, participou do projeto Inventar com a Diferença, desenvolvido pela Universidade Federal Fluminense, que desenvolveu uma metodologia para o ensino básico de audiovisual para iniciantes.


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Produção de Vídeo
para Fotógrafos

Imagem do filme The good, the bad and the ugly, 1966

Início: a definir
Horário: a definir
Carga horária: 28hrs/aula

Nível de exigência:  intermediário
Pré-requisitos: possuir equipamento DSRL ou qualquer câmera com função de filmagem (celular ou câmera digital compacta) e notebook com software Adobe Premiere instalado
Público-alvo:  fotógrafos profissionais e amadores que já tenham algum tipo de experiência em fotografia e desejam expandir sua prática em direção à imagem em movimento.

O curso tem como objetivo introduzir os alunos aos elementos básicos da
linguagem audiovisual, do registro à montagem. Conceitos, convenções e metodologias de trabalho serão expostos de modo comparativo às técnicas da fotografia estática. Os alunos serão também apresentados a acessórios que complementam o seu próprio equipamento, de modo a facilitar a operação de captação de vídeo.

Professores

Rodrigo Torres é fotógrafo e videasta. Possui bacharelado em Cinema pela UFF, em Psicologia pela UFRJ e é mestrando pelo Programa de Pós-Graduação Artes Visuais da UnB. Atuou durante 6 anos como assistente de câmera no mercado do audiovisual. Durante esse período, trabalhou em 8 longas-metragens, além de diversos curtas e séries para TV. Em 2014, participou do programa internacional de intercâmbios da École Nationale Supéurieure des Beaux-Arts de Paris e no ano subsequente foi selecionado para o programa de residências artísticas da Association Jour et Nuit Culture (Paris), onde manteve um ateliê de trabalho durante 1 ano. Em 2015, expôs na Semaine de l’Amérique Latine et des Caraïbes em Lyon (França) e no ano seguinte realizou a sua primeira exposição individual em Paris. Atualmente desenvolve uma pesquisa sobre videoinstalação em ambientes imersivos.

Arthur B. Senra é realizador, diretor e montador audiovisual responsável por diversos filmes e videoclipes. Formado em Cinema e Vídeo, especialista em Processos Criativos em Palavra e Imagem. Trabalhou no MIS-BH de 2006 a 2008, foi responsável pelo audiovisual da ONG Favela é Isso Aí de 2009 a 2011 e assistente de direção da MUMIA – Mostra Udigrudi Mundial de Animação de 2006 até 2015. Participou também da curadoria, programação e júri de festivais de cinema. De 2016 a 2018 foi programador e curador da sala de cinema do Sesc Palladium em Belo Horizonte. Atualmente em Brasília trabalha no festival Curta Brasília.

Programa do curso

1 – Apresentação da turma e dos docentes
Introdução ao conteúdo do curso

  • Intercessões entre fotografia e vídeo
  • O tempo e a imagem em movimento
  • equipamentos: intercâmbios de linguagem

2 – Introdução à linguagem audiovisual

  • Decupagem clássica
  • Sequência, Plano, Take/ tomada
  • Plano-sequência
  • Claquete
  • Atividade: Exercício de decupagem de uma sequência

3- Apresentação às convenções técnicas

  • Formatos: mp4, mov; mkv; avi; JPG2000
  • Resoluções: SD; VGA; Full HD; 2K; 4K; 8K
  • Janelas (aspect ratio): 1.33:1 (4:3); 16:9; 2.39:1 (Scope); 9:16 (vertical)
    Técnicas de filmagem / movimentos de câmera:
  • Pan, tilt, dolly, grua, gimbal, steady cam, drone
  • Atividade: extratos de filmes e vídeos serão exibidos para ilustrar os conceitos

4- Terminologias do vídeo digital

  • Frame Rate: (24p, 29,930 fps; 30; 60 fps)
  • Slow motion, Hi speed
  • Time lapse
  • Convenções do eixo da câmera: regra dos 180º, associação de olhar dos personagens, técnicas de documentação de entrevistas
  • Atividade: trechos de produtos audiovisuais serão exibidos exemplificando
    os conceitos abordados

5- Fotometria na imagem em movimento

  • Velocidade de obturação X ângulo de obturação
  • Número de frames por segundo (captação X exibição)
  • Técnicas de Foco Manual: o foquista (1o AC), Follow Focus / Bartech, O foco automático na imagem em movimento
  • Profundidade de campo como linguagem
  • Atividade: Exercício de passagem de foco manual

6 – Introdução à teoria do som no cinema

  • Diegese sonora
  • Ponto escuta
  • Autorização de uso obra musical
  • Paisagem sonora / trilha sonora
  • Atividade: Extratos de filmes e vídeos serão exibidos para ilustrar os
  • conceitos

7 – Técnicas de Som Direto

  • Resolução
  • Tipos de Microfone
  • Som ambiente
  • Claquete
  • Atividade: Exercícios de gravação de diferentes elementos sonoros

8 – CODECs

  • Taxas de compressão (444, 422, 420)
  • Bit rate
  • Lossless e lossy compression
    Arquivo RAW – vantagens e desvantagens
    Convenções da linguagem:
  • Plano ponto de vista
  • Plano contra plano
  • Atividade: análise de arquivos e filmes

9 – Aula prática em estúdio

  • O tripé de vídeo/ cinema
  • Cangalha / shoulder mount
  • Workflow de um set de filmagem
  • Atividade: Os alunos terão oportunidade de operar câmeras e ensaiar técnicas de filmagem

Pausa para produções (1 semana)

10 – Edição – Introdução ao Adobe Premiere

  • Interface do programa
  • Área de trabalho (workspace)
  • Fluxo de trabalho (workflow)
  • Criação de projetos e sequências
  • Ferramentas e atalhos do programa
  • Organização e gerenciamento de arquivos
  • Atividade: Exercícios práticos de criação de projeto, organização da área de trabalho, importação de arquivos e início de uma sequência.

11 – Edição – corte / ritmo

  • Ferramentas de corte da edição não linear
  • Noções básicas de ritmo de montagem
  • Atividade: Exercícios de cortes nos arquivos da timeline e criação de sequências com ritmo

12 – Edição – transições e efeitos

  • Efeitos de transição de imagem
  • Debate acerca dos motivos e finalidades do uso de efeitos para transição entre planos
  • Atividade: Aplicação de efeitos de transição entre cortes e aplicar efeitos nas imagens.

13 – Edição – Tratamento de imagem e elementos visuais.

  • Ferramentas de tratamento de imagem
  • Conceitos do tratamento de cor
  • Criação de textos e elementos visuais
  • Criação de animações simples
  • Princípios de motion graphics.
  • Atividade: Exercícios práticos de tratamento de cor, criação de letterings e animações simples.

14 – Edição – Exportação de diferentes tipos de arquivos

  • Finalização de um projeto audiovisual
  • Criação de diferentes formatos de arquivos
  • Exportação para distintas plataformas (Youtube, DVD, etc.)
  • Atividade: Finalização de um projeto exportando em arquivos

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Formas de pagamento

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Oficina de Neorrealismo Italiano
no Cinema

Foto de capa: cena do filme Ladrões de Bicicleta, Vittorio De Sica, 1948

Data:  a definir
Horário: a definir
Carga horária: 4hrs/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: estudantes, fotógrafos, artistas e interessados em uma introdução à linguagem cinematográfica

O Neorrealismo italiano foi um movimento cinematográfico que despontou nos anos 1940,
caracterizado por histórias sobre a classe trabalhadora, filmadas com pouquíssimos recursos. A maioria tratava de temas como as dificuldades econômicas e sociais na Itália pós-Segunda Guerra Mundial (1939 a 1945). Os filmes exibiam a mudança de mentalidade dos italianos e suas condições de vida, retratando o desespero, a opressão e a desigualdade que eles enfrentavam.
Seus maiores expoentes foram Roberto Rosselini, Vittorio De Sica e Luchino Visconti. A oficina busca compreender o desenvolvimento dessa vanguarda cinematográfica através da análise de filmes como Ladrões de Bicicleta, de de Sica e Roma, Cidade Aberta, de Roberto Rossellini.

Professora

Josianne Diniz é mestra em Comunicação na Linha Imagem, Som e Escrita pela Universidade de Brasília (UNB), Graduanda em Comunicação Social em Audiovisual pela Universidade de Brasília (UNB). Atua nas áreas de Cinema Brasileiro, Teoria Estética do Cinema, História do Cinema, Fotografia e Linguagem Sonora e Teorias da Comunicação. Pesquisa acadêmica voltada para o cinema brasileiro e suas relações entre identidade, imaginário, representação, análise da história a partir do cinema. Desenvolve pesquisa também em Documentário, com ênfase em documentário ficcional e documentário brasileiro contemporâneo. Membro do Núcleo de Estudos e Produção Digital em Linguagem Sonora, NEPLIS, grupo vinculado ao Laboratório de Áudio da Faculdade de Comunicação (FAC/UnB). 


Investimento

1º lote: 2x de R$ 115,00 (R$230,00)

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Formas de pagamento

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  • .Cartão de crédito [presencial]

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Edição e montagem de vídeos:
Adobe Premiere

Início: a definir
Horário: a definir
Total: 6 aulas
Duração: 3 semanas
Carga horária: 12h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: noções de informática e computador com software Adobe Premiere 2017 CC ou superior instalado
Público-alvo: Fotógrafos, artistas, publicitários, jornalistas, youtubers, antropólogos, e todos que tenham interesse em aprender sobre edição de vídeos.

Voltado para amadores e aspirantes à profissionais, o curso tem como objetivo fornecer aos participantes ferramentas para que tenham um bom desempenho e compreensão do software e de conhecimentos inerentes a edição e montagem de vídeos. O curso também aborda os processos de organização e planejamento, além dos conceitos de ritmo e assimilação do espectador com o corte final.

Programa

. Edição de vídeos usando o Adobe Premiere CC
. Workflow: organização, gerenciamento, classificação e seleção de arquivos
. Apresentação da interface, suas ferramentas e atalhos
. Corte simples
. Efeitos de transição
. Sync de audio e vídeo
. Edição de som básica
. Tratamento de cor básico
. Inserção de lettering básico
. Animação simples de elementos visuais
. Exportação e tipos de arquivo

As aulas são demonstrativas e práticas. O aluno poderá levar seu projeto e executa-lo ao longo do curso.

Professora

Monica Nassar graduou em Arquitetura e Urbanismo no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), em 2012. Em 2013, finalizou o Curso Profissionalizante de Fotografia, no Espaço f/508 de Fotografia, em Brasília. Mudou-se para a cidade de São Paulo, em 2014, onde começou a atuar como pesquisadora em produtoras audiovisuais, entre elas a Academia de Filmes, GOS Catala Filmes, Your Mama, Sentimental Filmes e outras. Atuou também como Diretora de Arte, realizando campanhas para agências como F.biz, NBS, Ogilvy e África. Cursou Cenografia na Escola São Paulo, onde produziu em coletivo o projeto ViroRio, que foi exposto na Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, em 2015, mesmo ano em que participou da equipe de pesquisa da exposição do multiartista Tadeu Jungle na Sala do Humano do Museu do Amanhã. Usou suas habilidades multidisciplinares para compor equipes nas mesas independentes da Mesa e Cadeira, trabalhando com os ciborgues Neil Harbisson e Moon Ribas na construção do WeTooth, o primeiro aparelho de comunicação intra-dental do mundo (contemplado no Guinness World Records 2020), em 2016 e com o fundados do Kickstarter, Perry Chen, na publicação do livro “A bridge to a bad star” sobre o desastre de da base espacial de Alcântara, no Maranhão. No ano de 2017 completa a sua pós graduação em Cenografia e Figurino, na Universidade Belas Artes de São Paulo, onde produz o aplicativo Adelaide, para mapeamentos de roteiros e gestão de projetos criativos. Retorna para Brasília, no ano de 2018, para participar efetivamente da sociedade no Espaço f/508 de Fotografia, onde atua na gestão de projetos criativos. Em 2019, participa pela segunda vez da Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, na temática “novas técnicas dentro da cenografia”. 

Montagem e edição por Monica Nassar


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Workshop de
Animação de recorte

Data: a definir
Horários: a definir

Total: 08 horas/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: artistas, cineastas, entusiastas jovens e adultos interessados em artes visuais e cinema.

A animação de recorte é animação na técnica de Stop Motion realizado com recortes de papéis, revistas ou fotografias. Através dos princípios da animação tradicional, os alunos irão aprender como realizar a imagem animada através de exercícios práticos com elaboração de concepção visual e criação experimental de uma composição.

Programa

  • Como realizar a imagem animada; como é feito uma animação de recorte.
  • Conhecimento de filmes experimentais e visuais na técnica de animação de
    recorte.
  • Aprendizado prático de como realizar uma animação de recorte.
  • Concepção visual de uma animação.
  • Criação experimental de uma composição, com recorte de revistas.
  • Princípios da montagem digital, edição e finalização da animação em GIF ou Vídeo.

Professora

Raquel Piantino é animadora, diretora e educadora, tem como pesquisa e produção a animação tradicional. É autora de curtas metragens, animações experimentais e comercias. Além de trabalhos digitais, a artista desenvolve animações mecânicas com Flipbooks e outros brinquedos óticos. Lançou em 2019 o curta metragem “Claudia e o Crocodilo” e o vídeo clipe “Depois do Samba” onde atua como diretora e animadora.

Produção de alunos


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Oficina de
Expressionismo Alemão no Cinema

Cena do filme Metrópolis, de Fritz Lang, 1927

Data:  a definir
Horários: a definir
Carga horária: 4hrs/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: estudantes, fotógrafos, artistas e interessados em uma introdução à linguagem cinematográfica

Com forte influência das pinturas de Van Gogh, o expressionismo estendeu-se por quase todas as artes, como o cinema e a pintura. A oficina busca compreender o desenvolvimento dessa vanguarda cinematográfica através da análise de filmes como Metrópolis (1927) de Fritz Lang, O Gabinete do Dr. Caligari (1919), de Robert Wiene, Nosferatu, Uma Sinfonia de Horrores (1922), de Friedrich Wilhelm Murnau.
Caracteriza-se pela distorção da imagem (uso de cores vibrantes que remetem ao sobrenatural), do retorno ao gótico e a oposição a uma sociedade imersa no racionalismo moderno. No cinema, caracteriza-se pela distorção de cenários e personagens, através da maquiagem, dos recursos de fotografia.

Professora

Josianne Diniz é mestra em Comunicação na Linha Imagem, Som e Escrita pela Universidade de Brasília (UNB), Graduanda em Comunicação Social em Audiovisual pela Universidade de Brasília (UNB). Atua nas áreas de Cinema Brasileiro, Teoria Estética do Cinema, História do Cinema, Fotografia e Linguagem Sonora e Teorias da Comunicação. Pesquisa acadêmica voltada para o cinema brasileiro e suas relações entre identidade, imaginário, representação, análise da história a partir do cinema. Desenvolve pesquisa também em Documentário, com ênfase em documentário ficcional e documentário brasileiro contemporâneo. Membro do Núcleo de Estudos e Produção Digital em Linguagem Sonora, NEPLIS, grupo vinculado ao Laboratório de Áudio da Faculdade de Comunicação (FAC/UnB). 


Investimento

1º lote: 2x de R$ 115,00 (R$230,00 até o início do curso ou enquanto houver vaga)

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