Bordado em Fotografia | ON-LINE E AO VIVO | em breve

Datas: em breve
Horário: sábado, de 15h às 17h (Horário de Brasília)
Carga horária: 02hrs/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: ver material necessário
Público-alvo: interessados em processos artesanais, apropriação e intervenção em fotografias

*As aulas serão transmitidas através do aplicativo Zoom

A oficina tem por objetivo a união de bordado livre e espontâneo e fotografia impressa em papel, para a criação de novas possibilidades de expressão artística e ressignificação de conceitos imagéticos, proporcionando ao aluno a oportunidade de elaboração de uma linguagem poética autoral.

Por meio dessa abordagem, é possível resgatar os fios da memória, reencontrando na imensidão interna de cada um a amorosidade, elemento transformador para o crescimento pessoal e coletivo.

Professora

Regina Corrêa vem desenvolvendo projetos na área de fotografia, especialmente voltados para questionamentos de identidade e memória, buscando para isso apropriações de imagens entre outras construções de imagens.
Formada em Letras em 1983, e em Artes Plásticas pela Universidade de Brasilia – UnB, desenvolveu seu projeto final com o trabalho Memórias de Infância, instalação exposta na CAL – Casa da Cultura da América Latina, em 2002. Após um longo período, voltou a buscar novos desafios na área de fotografia. Em 2016, apresentou trabalhos em Havana, no Noviembre Fotográfico, no Panorama f/508 de Fotografia, idealizado pela Fototeca de Cuba.
Participou da exposição Onde Anda a Onda 2016, no Museu da República, Brasília.
Atualmente expõe trabalhos na Galeria do Espaço f/508 e no Quintal Café. Participa de grupos de estudos de fotografia, onde prevaleça um aprofundamento conceitual para o desenvolvimento de linguagens autorais.

Material

  • tesoura grande e pequena;
  • fita crepe ou durex
  • régua, estilete, lápis e borracha
  • um match (suporte para corte – opcional)
  • 2 fotos (retratos antigos ou recentes) PB, tamanho 10×15, em papel de gramatura 120 ou fotográfico fosco
  • agulhas nº 7 ou 9 (mais grossa);
  • linhas de meadas ou de novelo para bordar colorida ou de uma só cor(conforme o gosto do aluno)
  • base de EVA de 10x10cm com 1cm de espessura.


Investimento

R$ 85,00 (até o início do curso)


Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
• Desconto de 5% para matrícula em mais de um curso. Entre em contato via e-mail.
• A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Curso de Colagem e Apropriação de Imagens | ON-LINE E AO VIVO | em breve

Início: em breve
Horário: sábados, de 10h às 12h
Total: 06 horas/aula
Duração: 03 semanas

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: tesoura, cola bastão e estilete
Público-alvo: Todos que tem interesse em processos manuais e curiosidade pelo universo da colagem

O curso traz um panorama do que vem sendo produzido em colagem desde o cubismo até a arte contemporânea. Serão apresentadas ferramentas, referências e possibilidades de construção de composição. Os alunos serão convidados a colocar a mão na massa e construir um projeto final, a partir de arquivo pessoal ou apropriação de jornais, revistas, texturas e arquivos de acervo público.
O curso será transmitido através da plataforma Zoom. Além da plataforma de transmissão de conteúdo, será criado um grupo para interações, trocas e análises entre os alunos durante as 3 semanas de curso.

Programa

Aula 1
História da colagem
Referências contemporâneas
Exercício inicial – para próxima aula

Aula 2
Apropriação de imagem
Composição
Técnicas, ferramentas e possibilidades
Exercícios inspirados nas técnicas apresentadas – para próxima aula

Aula 3
Narrativas e séries imagéticas
Desenvolvimento do exercício final – durante a aula

Professora

Graduada em Comunicação Social na Universidade de Brasília, Beatriz Chaves cursa uma pós graduação em História da Arte e atua como gestora da comunidade criativa Infinu. Foi gerente do Espaço f/508 de Cultura de 2017 a 2019, onde coordenou uma pós graduação, atuou na produção cultural e administrativa e também ministrou cursos e oficinas. Já trabalhou na assessoria de imprensa do CCBB Brasília (2013-2014); foi Coordenadora de cursos e projetos na Perestroika – uma escola de atividades criativas (2014-2016); consultora de comunicação e experiência para a EloGroup (2017); e representante do Artikin em Brasília – uma plataforma de mapeamento cultural. Como artista visual, tem uma produção focada em apropriação de imagem, colagem e intervenção urbana. Faz parte do Coletivo Cincoagosto, em parceria com Dario Joffily, e já participou das exposições “Ateliê Remix” na Galeria Ponto (2016) ; “Ondeandaonda 2” no Museu Nacional (2017) ; “Coletivo Cincoagosto” no Espaço f/508 de Fotografia (2017); “Postal Parade” no Centro de Convenções Ulysses Guimarães (2017); “Ondeandaonda 3” no Espaço Cultural Renato Russo; “Mostra de fotozines”(2018) na Fototeca de Havana; além da residência artística “Ateliê Remix” na Galeria Ponto (2016) e “Obracadabra” na Casa Colonial, em Oaxaca (2018). Também em 2018 participou da coordenação da Fotozine Arroz #1 e da comissão curatorial da Fotozine Arroz #2.

É necessário que o aluno providencie algumas revistas, enciclopédias, fotos ou quaisquer materiais do dia a dia que possam ser usados nas colagens.


Investimento

R$ 250,00 (até o início do curso)

• Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
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Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
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Produção Autoral em Fotografia | ON-LINE E AO VIVO | 06/08

Início: 6 de agosto
Horários
Quintas: das 15h às 17h (aulas teóricas)

Total: 8 aulas
Duração: 2 meses
Carga horária: 16 h/aula

Nível de exigência: básico, com disponibilidade para produção intensa
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: Artistas, arquitetos, fotógrafos, designers e interessados em desenvolver projetos e porftólio artístico autoral

Voltado para fotógrafos amadores  ou profissionais que invistam em um trabalho de cunho autoral e no desenvolvimento de séries imagéticas, o curso visa uma criação focada no escoamento da produção para exposições fotográficas, livros e outros formatos de apresentação de projetos autorais conceitualmente estruturados.

Módulo 1: processo criativo

O módulo 1 tem como objetivo explorar temas e processos relacionados à construção, produção de projetos imageticos, seus conceitos e diversas possibilidades de linguagem. De forma lúdica, os exercícios propostos em aula pretendem provocar maior compreensão sobre o subjetivo, a identidade fotográfica e capacidade de resolução de incógnitas. A vivência visa estimular o pensar fotográfico por meio do estudo de diferentes linguagens e poéticas, análise de ensaios, projetos e comentários críticos sobre a produção semanal dos alunos.

Módulo 2: curadoria e suportes

O módulo oferece aos participantes a oportunidade de exercitar diferentes caminhos de edição e curadoria aplicáveis ao seu trabalho e à criação de outro artista, visando a organização de portfólios e exposições.

O objetivo é preparar os alunos para terem domínio e autonomia diante de etapas necessárias na criação e realização de um trabalho fotográfico autoral: elaboração, planejamento, produção de imagens, suporte, edição do material e exibição. O curso propõe ideias e provocações para que o aluno concretize um projeto consistente e estruturado.

Professor

Fotógrafo fine art, Humberto Lemos tem foco na fotografia minimalista com influência oriental. Atua como coordenador e professor no Espaço f/508 de Fotografia. Realizou a curadoria de diversas exposições e publicações virtuais, e desenvolveu projetos de inclusão social como o Retratando com Alma (2005), oficina fotográfica realizada com deficientes visuais, e o Libertas CAJE (2008), realizado com os internos da instituição. Foi professor da Secretaria de Cultura do Distrito Federal de 2005 a 2007. Portfólio: www.humbertolemos.com


Investimento

R$ 680,00 (até a data de início do curso)

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Formas de pagamento

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Oficina de
Flash Dedicado

Data: a definir
Horário: 19h às 22h
Carga horária: 03 horas

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: câmera opcional
Público-alvo: Fotógrafos amadores com interesse na área

A oficina de flash dedicado tem como objetivo ensinar ao aluno a usar o equipamento nos modos de operação manual, TTL e estroboscópio.

Programa

  • Como se dá a exposição para o flash dedicado
  • Número guia e velocidade de sincronismo
  • Alta velocidade de sincronismo e segunda cortina
  • Modos de utilização: manual, TTL e estroboscópio
  • Luz mista: flash e luz ambiente
  • Luz de preenchimento
  • Flash rebatido
  • Lightpainting com flash

Professor

Com formação acadêmica em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Rafael Nascimento é fotógrafo e trabalha comercialmente com eventos sociais e corporativos. Já atendeu clientes como Confederação Nacional da Indústria (CNI), Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), entre outros. Desde 2015, integra a equipe de professores que ministra os cursos regulares, intensivos e particulares do Espaço f/508.


MATRÍCULAS ENCERRADAS.
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Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
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Fotografia de
Espetáculos

Peça “Navegando Desertos Remotos” – Fotógrafo Washington Bonini

Início: a definir
Horários:a definir

Pré-requisito: é necessário ter domínio de fotometria e possuir equipamento DSLR.

Desde 2008, o programa é realizado em parceria com o Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília, onde os alunos tem acesso à programação do festival, que serve como plataforma para as aulas práticas. O curso destina-se a fotógrafos profissionais e amadores, que tenham interesse na cobertura de peças de teatro, dança, circo e shows. A parceria com o Festival propicia ao aluno experiência direta e a possibilidade de formação de portfólio, além de colocá-lo em contato com dificuldades e desafios recorrentes a serem enfrentados por fotógrafos do segmento. Durante o curso, cada aluno cobrirá no mínimo 4 espetáculos, entre eles peças internacionais, nacionais e regionais.

Peça “Murga Madre” – Fotógrafo João Rocha

Programa

.Diferentes posturas para espetáculos de dança, teatro e shows;
.Equipamentos utilizados;
.Análise da iluminação do espetáculo;
.Balanço do branco (temperatura de cor)
.Auto-foco/foco manual
.Escolha da velocidade do obturador
.Abertura do diafragma, ISO, “puxadas”;
.Seqüência de imagens;
.Momento do clique;
.Bastidores, ensaios e cena;
.Fotos de bandas/grupos;
.Análise das fotos produzidas.

Professor

Fotógrafo fine art, Humberto Lemos tem foco na fotografia minimalista com influência oriental. Atua como coordenador e professor no Espaço f/508 de Fotografia. Realizou a curadoria de diversas exposições e publicações virtuais, e desenvolveu projetos de inclusão social como o Retratando com Alma (2005), oficina fotográfica realizada com deficientes visuais, e o Libertas CAJE (2008), realizado com os internos da instituição. Foi professor da Secretaria de Cultura do Distrito Federal de 2005 a 2007. Portfólio: www.humbertolemos.com

Dúvidas frequentes

Como os alunos terão acesso aos espetáculos?
O Cena Contemporânea libera os convites para os espetáculos, conforme seleção da equipe, os quais são distribuídos pelo f/508 aos alunos, de forma que cada um possa cobrir o mínimo de 04 eventos. Dada a complexidade do trabalho e em respeito aos espetáculos, são selecionados 02 alunos por evento, a serem estipulados pelo f/508.

O acesso será gratuito?
O acesso já está incluso no valor do curso.

Há alguma regra sobre a divulgação das imagens?
O Cena Contemporânea poderá fazer uso das imagens, desde que exclusivamente vinculado à divulgação do festival e com os devidos créditos atribuídos ao autor. Os alunos poderão utilizar o material produzido em suas páginas pessoais, sem restrições, reforçando um dos objetivos do curso que é possibilitar aos participantes a formação de portfólio.


Investimento
3x de R$ 316,66 (R$ 950,00 até o início do curso)

MATRÍCULAS ENCERRADAS.
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*Alunos do Curso Profissionalizante 2019 tem 50% de desconto na matrícula.

Formas de pagamento

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Rastros Visuais: do pinhole à
goma bicromatada

Início: a definir
Horários:a definir

Carga horária: 18 hrs/aula
Duração: 03 semanas

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: Interessados em vivenciar processos artesanais de fotografia, curiosos em trabalhos manuais.

O curso traz uma oportunidade de experimentos em processos históricos da fotografia (pinhole, cianotipia, marron van dyke, papel salgado e goma bicromatada), proporcionando uma vivência única, da criação à concepção da imagem. Os processos de cianotipia, marron van dyke, papel salgado e goma bicromatada, criarão diferentes imagens lúdicas, graças às suas diversas possibilidades de pigmentos e suportes. Poucas coisas são tão mágicas e emocionantes quanto a experiência de se ver a formação de rastros visuais em uma superfície foto-sensível. O resultado se traduzirá em fotografias com efeito único, proporcionando o aprendizado de novos desdobramentos estéticos. Será abordado o processo fotográfico, sua formação, suportes, apresentação e significado.

Professor

Télio Pacheco desenvolve pesquisas sobre processos fotográficos históricos, adotando uma mistura de técnicas tradicionais e contemporâneas na criação da imagem. Como especialista em gerenciamento de projetos, adota metodologia específica na elaboração e condução dos trabalhos fotográficos que utilizam as técnicas Pinhole, Cianotipia e Goma Bicromatada.  O professor tem em seu currículo exposições individuais e coletivas em Brasília.

Programa

Trabalhos de Regina Correa

Aula 1 | Apresentação do curso/Processos Históricos

Aula 2 | Sensibilização e revelação de imagens no processo de Cianotipia em papel

Aula 3 | Sensibilização e revelação em Tecido no processo de Cianotipia e Marron Van Dyke

Aula 4 | Sensibilização e revelação de imagens no processo de Papel Salgado

Aula 5 | Revelação de imagens no processo de goma bicromatada (parte 1)

Aula 6 | Revelação de imagens no processo de goma bicromatada (parte 2)

Materiais necessários: 1 bloco de papel Canson Montval 300g/m2 A4 12 folhas, 1 avental, 1 óculos de proteção, 1 toalha de rosto, 1 metro de tecido claro 100% algodão, 1 pincel macio, 1 pincel super macio para retoques, 1 estilete, 1 lapiseira, 1 borracha, 1 fita isolante, 1 régua 30 cm, imagens impressas em transparências de acetato (pelo menos 5), 1 filme fotográfico 35mm Asa 200.

Trabalhos de Daniela Pontual


MATRÍCULAS ENCERRADAS.
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Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
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Arquitetura da Exposição: expografia e cenografia | ONLINE E AO VIVO | 20/08

foto de capa: PQ 2019 de Monica Nassar

Início: 20 de Agosto
Horários: das 19h às 21h (horário de Brasília)
Total: 5 aulas
Carga horária: 10 h/aula

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: ter um projeto fotográfico a ser trabalhado (próprio ou de outro artista, com autorização)
Público-alvo: fotógrafos, arquitetos, designers, artistas e entusiastas em realizar exposições

O curso de Arquitetura da Exposição do Espaço f/508 é composto por aulas expositivas ao vivo via plataforma Zoom e acompanhamento de propostas de projeto via email.

Talvez, a extraordinária e incontestável comunicação entre artista e observador seja o encontro entre “visitante e conjunto expositivo” proporcionado por uma exposição.
Um projeto expográfico, ou museográfico, resulta de uma soma de esforços multidisciplinares e da capacidade dessa equipe de traduzir uma narrativa em intermediações sensoriais.
Esse curso abre o debate da participação do artista na construção do diálogo do seu trabalho, agora aberto para uma discussão pública, e interpreta o seu envolvimento a partir das etapas de projeto, aspectos críticos e históricos, e estudos de caso dentro da disciplina do tratamento de exibições de arte.

PQ 2019 – foto de Monica Nassar

Programa

1. Apresentação do curso e introdução a expografia.

O que é expografia? O que é um museu e qual a sua relevância social? Porquê estudar expografia?
Atividade para casa: O aluno deverá escolher um projeto de sua autoria para desenvolver uma exposição e levar na próxima aula. 

2. a) O que é lugar? Abordaremos os conceitos de lugar dentro dos estudos da geografia poética, de modo a entendermos a relação entre arte e o espaço que a abriga. 
b) O cubo branco X caixa preta: Um estudo sobre espaços expositivos e a sua interferência na curadoria das obras
Atividade para casa: Escolher um material para nortear o projeto expográfico e levar um estudo sobre as suas propriedades e uma amostra física na próxima aula.

Exposição do Brasil – PQ 2019

3 e 4. O projeto expográfico:

  • antes. Nesta etapa, abordaremos estudos necessários para a montagem e desenvolvimento de uma exposição que vêm antes dos desenhos técnicos de projeto: orçamentos, cronogramas, conceitos, etc. Atividade para casa: Estudo preliminar de projeto. 
  • durante. Processos envolvidos no desenho de uma exposição: rotas de visitantes, arte gráfica, sentidos, técnicas de desenhos, suportes….)
  • depois. Depois que a sua exposição está pronta, ela ainda precisa de outros elementos que garantam a sua sustentabilidade. Temos sempre que pensar nos visitantes e em como eles vão se relacionar com o espaço expositivo oferecido. Aqui falaremos sobre como despertar o interesse dos visitantes e manter a exposição ativa dentro do cronograma proposto. Atividade para casa: Desenvolvimento de projeto.

5. Apresentação de projetos

PQ 2019 – foto de Monica Nassar

Professora

Monica Nassar graduou em Arquitetura e Urbanismo no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), em 2012. Em 2013, finalizou o Curso Profissionalizante de Fotografia, no Espaço f/508 de Fotografia, em Brasília. Mudou-se para a cidade de São Paulo, em 2014, onde começou a atuar como pesquisadora em produtoras audiovisuais, entre elas a Academia de Filmes, GOS Catala Filmes, Your Mama, Sentimental Filmes e outras. Atuou também como Diretora de Arte, realizando campanhas para agências como F.biz, NBS, Ogilvy e África. Cursou Cenografia na Escola São Paulo, onde produziu em coletivo o projeto ViroRio, que foi exposto na Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, em 2015, mesmo ano em que participou da equipe de pesquisa da exposição do multiartista Tadeu Jungle na Sala do Humano do Museu do Amanhã. Usou suas habilidades multidisciplinares para compor equipes nas mesas independentes da Mesa e Cadeira, trabalhando com os ciborgues Neil Harbisson e Moon Ribas na construção do WeTooth, o primeiro aparelho de comunicação intra-dental do mundo (contemplado no Guinness World Records 2020), em 2016 e com o fundados do Kickstarter, Perry Chen, na publicação do livro “A bridge to a bad star” sobre o desastre de da base espacial de Alcântara, no Maranhão. No ano de 2017 completa a sua pós graduação em Cenografia e Figurino, na Universidade Belas Artes de São Paulo, onde produz o aplicativo Adelaide, para mapeamentos de roteiros e gestão de projetos criativos. Retorna para Brasília, no ano de 2018, para participar efetivamente da sociedade no Espaço f/508 de Fotografia, onde atua na gestão de projetos criativos. Em 2019, participa pela segunda vez da Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, na temática “novas técnicas dentro da cenografia”. 

Expografia de Monica Nassar


Investimento

R$ 375,00 (até a data do curso )

• Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário com seus dados. Entraremos em contato via e-mail.
• Dúvidas? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
• Desconto de 5% para matrícula em mais de um curso. Entre em contato via e-mail.
• A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Modas e modos africanos na fotografia: vestimentas e representações na obra de Seydou Keïta

Bamako (Mali), entre 1948 e 1963. Foto de Seydou Keïta/ Contemporary African Collection (CAAC) – The Pigozzi Collection

Início: a definir
Horários: a definir
Carga horária: 02 h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: estudantes, pesquisadores, profissionais de Moda, Fotografia, Artes e Ciências Humanas e interessados em geral.


A aula tem por objetivo refletir sobre os registros feitos pelas lentes do fotógrafo malinês Seydou Keïta, que podem ser considerados significativos documentos históricos e também encarados como produções de moda local. Suas fotografias retratam jovens mulheres vestidas à maneira do oeste africano, grupos de jovens rapazes vestidos para sair, mulheres anciãs com suas joias de família que denotam poder e hierarquia, tecidos ora feitos em teares, ora estampados com motivos que exaltam a independência de outros países do continente, além de outros motivos têxteis, datados ainda da era colonial, mas reformulados a partir de gostos e agências africanas.

Professora

Hanayrá Negreiros é pesquisadora e educadora em Moda, História Cultural e Curadoria.
Mestre em Ciência da Religião pela PUC – SP, e graduada em Negócios da Moda pela
Universidade Anhembi Morumbi. Possui como principais focos de estudo, estéticas afro-
brasileiras e africanas, que se manifestam através da indumentária, memórias coletivas e
religiosidades.

Foto de Seydou Keïta - Bamako, Mali, entre 1948 e 1963 - Contemporary African Collection
Bamako (Mali), entre 1948 e 1963. Foto de Seydou Keïta/ Contemporary African Collection (CAAC) – The Pigozzi Collection

Investimento

R$ 85,00 (até o início da aula)

MATRÍCULAS ENCERRADAS.
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Formas de pagamento

• À vista: transferência bancária
• Pagseguro [em até 12x, sujeito à juros da administradora]
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O que pode a imagem:
linguagens e semiótica

Início: a definir
Tem interesse em saber da próxima turma? Mande um email para cursof508@gmail.com

Total:  4 aulas
Carga horária: 8 h/aula

Requisitos: possuir câmera fotográfica.

O curso “O que pode a imagem: linguagens e semiótica”, tem como objetivo produzir inquietações e debates acerca da atual produção imagética contemporânea, provocando questionamentos inerentes à arte. O que pode a estrutura conceitual vs. a estética da imagem? Tendo como base a leitura teórica de Pierce, Medina propõe uma investigação dos signos e conceitos da imagem intertextual. Também serão realizadas atividades práticas relacionadas às teorias imagéticas de Jakobson, Barthes, Sontag, Sartre Mircea Eliade e Bourdieu.

Programa

.Elementos de semiótica e de noções de autor e de autoria nos trabalhos artísticos
.Imagem e imaginário
.Processos criativos e o uso de referências (intertextualidade)
.Potencialização da metáfora e da metonímia nas artes
.”Trans-criação” intersemiótica
.Elementos de adaptação e mudança de mídia
.Exercícios de crítica

Professor

Doutorando em Teoria Literária e Estudos Literários Comparados na Universidade de Brasília, Roberto Medina publicou artigos em revistas científicas nacionais e internacionais. Escritor e professor de escrita criativa, ministra diversos cursos de pós-graduação. Atua com o foco em literatura brasileira, poesia, contos e história da arte, poéticas visuais, teoria literária e adaptações para cinema e teatro. Sua pesquisa abrange questões relacionadas a linguagem poética, às obras de Wilhelm Dilthey e Dostoievski, além dos projetos estéticos e ideológicos de Manoel de Barros, Machado de Assis e Jorge Luís Borges.


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Formas de pagamento

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Antropologia
Visual

Início: a definir

Horários
Quartas-feiras, de 19h às 22h

Total: 5 encontros
Duração: 5 semanas
15 horas/aula

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: nenhum
Público alvo: antropólogos, sociólogos, jornalistas, artistas, professores, historiadores, museólogos e pesquisadores.

Inspirado na história da Antropologia Visual e suas interações com os campos da Fotografia e do Cinema, esse curso propõe reflexões e práticas sobre a alteridade como dispositivo criativo. A partir de análises, serão debatidas aventuras antropológicas na criação de imagens e a influência mútua a partir da relação histórica com fotógrafos e cineastas. O curso prevê a realização de ensaios fotográficos como trabalho final.

Professor

Tiago de Aragão é doutorando e Mestre em Antropologia Social pela Universidade de Brasília, tendo defendido a dissertação Nas Profundezas da Superfície do Mate com Angu: Projeções Antropológicas Sobre o Cinema do Mate com Angu, atualmente desenvolve trabalhos entre os universos da Antropologia, Cinema e Fotografia.  Diretor dos curtas Da Maior Importância (2011), Curió (2014) e Entre Parentes (2017).

Pierre Verger

Programa do curso

Módulo 1  | Introdução: A alteridade como dispositivo criativo
O surgimento e primeiros passos da Antropologia Visual e uma introdução ao conceito de etnografia;

Módulo 2 | A Fotografia e a Antropologia
Da câmera como ferramenta de registro a instrumento de criação dialógica;

Módulo 3 | O Filme Etnográfico, a Antropologia e o Cinema
Da busca do real ao cinema transe de Jean Rouch.
Experimentos no lugar da alteridade e porque o mestre francês é um cineasta importante até os dias de hoje;

Módulo 4 | O Documentário e a Antropologia Visual
Do registro ao olhar.
Possibilidades narrativas com a fotografia e o filme: Diálogos com a fotografia documental contemporânea;

Módulo 5 | A Ficção e Antropologia Visual
Quando a realidade não é alcançável e é necessário criar o real.
Pode um filme ficcional ser etnográfico/antropológico?

Módulo 6 | O Cinema Sensorial e a Antropologia Visual
Uma experiência radical de expressar sensações. O caso do filme Leviatã.

Módulo 7 | Apresentação dos trabalhos finais


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