Oficina de
Flash Dedicado

Data: a definir
Horário: 19h às 22h
Carga horária: 03 horas

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: câmera opcional
Público-alvo: Fotógrafos amadores com interesse na área

A oficina de flash dedicado tem como objetivo ensinar ao aluno a usar o equipamento nos modos de operação manual, TTL e estroboscópio.

Programa

  • Como se dá a exposição para o flash dedicado
  • Número guia e velocidade de sincronismo
  • Alta velocidade de sincronismo e segunda cortina
  • Modos de utilização: manual, TTL e estroboscópio
  • Luz mista: flash e luz ambiente
  • Luz de preenchimento
  • Flash rebatido
  • Lightpainting com flash

Professor

Com formação acadêmica em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Rafael Nascimento é fotógrafo e trabalha comercialmente com eventos sociais e corporativos. Já atendeu clientes como Confederação Nacional da Indústria (CNI), Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), entre outros. Desde 2015, integra a equipe de professores que ministra os cursos regulares, intensivos e particulares do Espaço f/508.


MATRÍCULAS ENCERRADAS.
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Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito
  • .Cartão de crédito [presencial]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Bordado em
Fotografia

Datas: a definir
Horário: 10h às 12h
Carga horária: 4hrs/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: ver material necessário
Público-alvo: interessados em processos artesanais, apropriação e intervenção em fotografias

A oficina tem por objetivo a união de bordado livre e espontâneo e fotografia impressa em papel, para a criação de novas possibilidades de expressão artística e ressignificação de conceitos imagéticos, proporcionando ao aluno a oportunidade de elaboração de uma linguagem poética autoral.

Por meio dessa abordagem, é possível resgatar os fios da memória, reencontrando na imensidão interna de cada um a amorosidade, elemento transformador para o crescimento pessoal e coletivo.

Material

  • tesoura grande e pequena;
  • fita crepe ou durex;
  • régua, estilete, lápis e borracha;
  • um match (suporte para corte – opcional),
  • 2 fotos (retratos antigos ou recentes) PB, tamanho 10×15, em papel de gramatura 120 ou fotográfico fosco.

Professora

Regina Corrêa vem desenvolvendo projetos na área de fotografia, especialmente voltados para questionamentos de identidade e memória, buscando para isso apropriações de imagens entre outras construções de imagens.
Formada em Letras em 1983, e em Artes Plásticas pela Universidade de Brasilia – UnB, desenvolveu seu projeto final com o trabalho Memórias de Infância, instalação exposta na CAL – Casa da Cultura da América Latina, em 2002. Após um longo período, voltou a buscar novos desafios na área de fotografia. Em 2016, apresentou trabalhos em Havana, no Noviembre Fotográfico, no Panorama f/508 de Fotografia, idealizado pela Fototeca de Cuba.
Participou da exposição Onde Anda a Onda 2016, no Museu da República, Brasília.
Atualmente expõe trabalhos na Galeria do Espaço f/508 e no Quintal Café. Participa de grupos de estudos de fotografia, onde prevaleça um aprofundamento conceitual para o desenvolvimento de linguagens autorais.


Investimento

1º lote: 2x de R$ 115,00 (R$230,00 até o dia 27 de julho de 2019)
2º lote: 2x de R$ 132,25 (R$264,50 até o dia 02 de agosto de 2019)

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Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito
  • .Cartão de crédito [presencial até 2x]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Fotografia de
Espetáculos

Peça “Navegando Desertos Remotos” – Fotógrafo Washington Bonini

Início: a definir
Horários:a definir

Pré-requisito: é necessário ter domínio de fotometria e possuir equipamento DSLR.

Desde 2008, o programa é realizado em parceria com o Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília, onde os alunos tem acesso à programação do festival, que serve como plataforma para as aulas práticas. O curso destina-se a fotógrafos profissionais e amadores, que tenham interesse na cobertura de peças de teatro, dança, circo e shows. A parceria com o Festival propicia ao aluno experiência direta e a possibilidade de formação de portfólio, além de colocá-lo em contato com dificuldades e desafios recorrentes a serem enfrentados por fotógrafos do segmento. Durante o curso, cada aluno cobrirá no mínimo 4 espetáculos, entre eles peças internacionais, nacionais e regionais.

Peça “Murga Madre” – Fotógrafo João Rocha

Programa

.Diferentes posturas para espetáculos de dança, teatro e shows;
.Equipamentos utilizados;
.Análise da iluminação do espetáculo;
.Balanço do branco (temperatura de cor)
.Auto-foco/foco manual
.Escolha da velocidade do obturador
.Abertura do diafragma, ISO, “puxadas”;
.Seqüência de imagens;
.Momento do clique;
.Bastidores, ensaios e cena;
.Fotos de bandas/grupos;
.Análise das fotos produzidas.

Professor

Fotógrafo fine art, Humberto Lemos tem foco na fotografia minimalista com influência oriental. Atua como coordenador e professor no Espaço f/508 de Fotografia. Realizou a curadoria de diversas exposições e publicações virtuais, e desenvolveu projetos de inclusão social como o Retratando com Alma (2005), oficina fotográfica realizada com deficientes visuais, e o Libertas CAJE (2008), realizado com os internos da instituição. Foi professor da Secretaria de Cultura do Distrito Federal de 2005 a 2007. Portfólio: www.humbertolemos.com

Dúvidas frequentes

Como os alunos terão acesso aos espetáculos?
O Cena Contemporânea libera os convites para os espetáculos, conforme seleção da equipe, os quais são distribuídos pelo f/508 aos alunos, de forma que cada um possa cobrir o mínimo de 04 eventos. Dada a complexidade do trabalho e em respeito aos espetáculos, são selecionados 02 alunos por evento, a serem estipulados pelo f/508.

O acesso será gratuito?
O acesso já está incluso no valor do curso.

Há alguma regra sobre a divulgação das imagens?
O Cena Contemporânea poderá fazer uso das imagens, desde que exclusivamente vinculado à divulgação do festival e com os devidos créditos atribuídos ao autor. Os alunos poderão utilizar o material produzido em suas páginas pessoais, sem restrições, reforçando um dos objetivos do curso que é possibilitar aos participantes a formação de portfólio.


Investimento
3x de R$ 316,66 (R$ 950,00 até o início do curso)

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*Alunos do Curso Profissionalizante 2019 tem 50% de desconto na matrícula.

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 4x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Rastros Visuais: do pinhole à
goma bicromatada

Início: a definir
Horários:a definir

Carga horária: 18 hrs/aula
Duração: 03 semanas

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: Interessados em vivenciar processos artesanais de fotografia, curiosos em trabalhos manuais.

O curso traz uma oportunidade de experimentos em processos históricos da fotografia (pinhole, cianotipia, marron van dyke, papel salgado e goma bicromatada), proporcionando uma vivência única, da criação à concepção da imagem. Os processos de cianotipia, marron van dyke, papel salgado e goma bicromatada, criarão diferentes imagens lúdicas, graças às suas diversas possibilidades de pigmentos e suportes. Poucas coisas são tão mágicas e emocionantes quanto a experiência de se ver a formação de rastros visuais em uma superfície foto-sensível. O resultado se traduzirá em fotografias com efeito único, proporcionando o aprendizado de novos desdobramentos estéticos. Será abordado o processo fotográfico, sua formação, suportes, apresentação e significado.

Professor

Télio Pacheco desenvolve pesquisas sobre processos fotográficos históricos, adotando uma mistura de técnicas tradicionais e contemporâneas na criação da imagem. Como especialista em gerenciamento de projetos, adota metodologia específica na elaboração e condução dos trabalhos fotográficos que utilizam as técnicas Pinhole, Cianotipia e Goma Bicromatada.  O professor tem em seu currículo exposições individuais e coletivas em Brasília.

Programa

Trabalhos de Regina Correa

Aula 1 | Apresentação do curso/Processos Históricos

Aula 2 | Sensibilização e revelação de imagens no processo de Cianotipia em papel

Aula 3 | Sensibilização e revelação em Tecido no processo de Cianotipia e Marron Van Dyke

Aula 4 | Sensibilização e revelação de imagens no processo de Papel Salgado

Aula 5 | Revelação de imagens no processo de goma bicromatada (parte 1)

Aula 6 | Revelação de imagens no processo de goma bicromatada (parte 2)

Materiais necessários: 1 bloco de papel Canson Montval 300g/m2 A4 12 folhas, 1 avental, 1 óculos de proteção, 1 toalha de rosto, 1 metro de tecido claro 100% algodão, 1 pincel macio, 1 pincel super macio para retoques, 1 estilete, 1 lapiseira, 1 borracha, 1 fita isolante, 1 régua 30 cm, imagens impressas em transparências de acetato (pelo menos 5), 1 filme fotográfico 35mm Asa 200.

Trabalhos de Daniela Pontual


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Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 3x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

O que pode a imagem:
linguagens e semiótica

Início: a definir
Tem interesse em saber da próxima turma? Mande um email para cursof508@gmail.com

Total:  4 aulas
Carga horária: 8 h/aula

Requisitos: possuir câmera fotográfica.

O curso “O que pode a imagem: linguagens e semiótica”, tem como objetivo produzir inquietações e debates acerca da atual produção imagética contemporânea, provocando questionamentos inerentes à arte. O que pode a estrutura conceitual vs. a estética da imagem? Tendo como base a leitura teórica de Pierce, Medina propõe uma investigação dos signos e conceitos da imagem intertextual. Também serão realizadas atividades práticas relacionadas às teorias imagéticas de Jakobson, Barthes, Sontag, Sartre Mircea Eliade e Bourdieu.

Programa

.Elementos de semiótica e de noções de autor e de autoria nos trabalhos artísticos
.Imagem e imaginário
.Processos criativos e o uso de referências (intertextualidade)
.Potencialização da metáfora e da metonímia nas artes
.”Trans-criação” intersemiótica
.Elementos de adaptação e mudança de mídia
.Exercícios de crítica

Professor

Doutorando em Teoria Literária e Estudos Literários Comparados na Universidade de Brasília, Roberto Medina publicou artigos em revistas científicas nacionais e internacionais. Escritor e professor de escrita criativa, ministra diversos cursos de pós-graduação. Atua com o foco em literatura brasileira, poesia, contos e história da arte, poéticas visuais, teoria literária e adaptações para cinema e teatro. Sua pesquisa abrange questões relacionadas a linguagem poética, às obras de Wilhelm Dilthey e Dostoievski, além dos projetos estéticos e ideológicos de Manoel de Barros, Machado de Assis e Jorge Luís Borges.


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Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 4x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

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Antropologia
Visual

Início: a definir

Horários
Quartas-feiras, de 19h às 22h

Total: 5 encontros
Duração: 5 semanas
15 horas/aula

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: nenhum
Público alvo: antropólogos, sociólogos, jornalistas, artistas, professores, historiadores, museólogos e pesquisadores.

Inspirado na história da Antropologia Visual e suas interações com os campos da Fotografia e do Cinema, esse curso propõe reflexões e práticas sobre a alteridade como dispositivo criativo. A partir de análises, serão debatidas aventuras antropológicas na criação de imagens e a influência mútua a partir da relação histórica com fotógrafos e cineastas. O curso prevê a realização de ensaios fotográficos como trabalho final.

Professor

Tiago de Aragão é doutorando e Mestre em Antropologia Social pela Universidade de Brasília, tendo defendido a dissertação Nas Profundezas da Superfície do Mate com Angu: Projeções Antropológicas Sobre o Cinema do Mate com Angu, atualmente desenvolve trabalhos entre os universos da Antropologia, Cinema e Fotografia.  Diretor dos curtas Da Maior Importância (2011), Curió (2014) e Entre Parentes (2017).

Pierre Verger

Programa do curso

Módulo 1  | Introdução: A alteridade como dispositivo criativo
O surgimento e primeiros passos da Antropologia Visual e uma introdução ao conceito de etnografia;

Módulo 2 | A Fotografia e a Antropologia
Da câmera como ferramenta de registro a instrumento de criação dialógica;

Módulo 3 | O Filme Etnográfico, a Antropologia e o Cinema
Da busca do real ao cinema transe de Jean Rouch.
Experimentos no lugar da alteridade e porque o mestre francês é um cineasta importante até os dias de hoje;

Módulo 4 | O Documentário e a Antropologia Visual
Do registro ao olhar.
Possibilidades narrativas com a fotografia e o filme: Diálogos com a fotografia documental contemporânea;

Módulo 5 | A Ficção e Antropologia Visual
Quando a realidade não é alcançável e é necessário criar o real.
Pode um filme ficcional ser etnográfico/antropológico?

Módulo 6 | O Cinema Sensorial e a Antropologia Visual
Uma experiência radical de expressar sensações. O caso do filme Leviatã.

Módulo 7 | Apresentação dos trabalhos finais


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Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 3x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

O Nome das
Coisas

Início: a definir
Tem interesse em saber da próxima turma? Mande um email para cursof508@gmail.com

Total:  4 aulas
Carga horária: 12 h/aula

A fotografia é um campo aberto: é documento, é arte, é narrativa. Ao mesmo tempo, não é nada disso. Todas as tentativas de definir ou classificar a fotografia falharam. Por isso, a fotografia pode ser qualquer coisa que o autor quiser. Por outro lado, também será qualquer coisa que o observador quiser. Como fica o significado no meio de tudo isso? É possível transmitir uma mensagem através da fotografia? Qual é a relação que se estabelece entre a imagem e as palavras? A oficina “O Nome das Coisas” propõe um mergulho nessas perguntas, procurando as pontes que ligam fotografia e texto, imagens e conceitos.

Atividade intra e extra-classe ao longo do curso: construção de significado na fotografia

Programa

1. Forma
O que é a fotografia?
Desconstrução do modo de fotografar
Há significado na forma?

2. Conteúdo
Onde está o significado na fotografia?
Reflexão sobre o significado do fazer pessoal
Técnicas de desconstrução do olhar

3. Produção
Exercícios: “leitura” através da experiência
Análise da produção de Hiroshi Sugimoto
Criação de textos e narrativas

4. Apresentação
Apresentação dos trabalhos de fotografia e texto
Evocação de significados
Discussão: como o significado é transportado pela fotografia?

Professor

Rodrigo Fernando Pereira é psicólogo, com mestrado, doutorado e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo. Sua atuação clínica tem fundamentos na teoria comportamental, associada a práticas de atenção plena (mindfulness), aceitação e contato com omomento presente. Desde 2007, mantém o blog Câmara Obscura, voltado a reflexões sobre a fotografia. Nesse mesmo ano, iniciou sua colaboração com o f/508, na forma de um bate papo informal. O trabalho conjunto continuou na forma de publicações (Sentido Vago e Transformações) e na oficina Fotografia: Desconstrução, Realidade e Interpretação, realizada em 2011.


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Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 4x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

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Oficina de
Daguerreotipia

Início: a definir
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Duração: 03 dias
Carga horária: 17 h/aula

O Studio Século XIX em parceria com o Espaço f/508 de Fotografia têm como proposta oferecer uma imersão nesta técnica fotográfica oitocentista, permitindo que cada participante experimente o processo desde o polimento da placa de cobre até obter a imagem sobre a prata. Os alunos receberão todo o material, inclusive um manual.

Francisco Moreira da Costa

Programa

.Daguerre e a história da fotografia
.Daguerreotipia: da Alquimia à Internet
.Descrição e aperfeiçoamento do processo
.Fim da era da daguerreotipia no século XIX
.Projeção comentada de alguns daguerreótipos do século XIX 
.Apresentação dos equipamentos utilizados
.Preparação das placas: polimento e prateamento
.Químicos utilizados e os cuidados no seu manuseio
.Sensibilização das placas e cálculo da exposição
.Fotografia e Revelação
.Fixação e Montagem 


Sobre a técnica

Um daguerreótipo é uma imagem única realizada sobre uma placa de cobre recoberta de uma fina camada de prata. Sua superfície prateada reluzente mostra, conforme o ângulo do olhar, ora uma imagem negativa, ora uma imagem positiva: é um positivo direto. (Definição tirada do catálogo PARIS ET LE DAGUERREOTYPE, Paris Musees – tradução livre)

Desta forma, atrás de um daguerreótipo está sempre um apurado processo de busca pela qualidade, de autoconhecimento, de perseverança e persistência, além de um íntimo desejo de ver realizada a transformação dos materiais, tal como os alquimistas o almejavam. Por isto o resultado bem sucedido exerce sempre um mágico fascínio.

O primeiro processo fotográfico, desenvolvido por Louis Jacques Mandé Daguerre, foi publicado pela Academie des Sciences de Paris em 19 de agosto de 1839. A daguerreotipia surpreendeu o mundo com a sua capacidade de reprodução da realidade, apresentando uma definição que nunca foi superada por outra técnica. Além disso, a daguerreotipia confere à fotografia o status de jóia, pois trata-se de uma imagem formada sobre a prata, um metal nobre, e muitas vezes tratado com uma viragem em ouro, sendo cada exemplar um original único.

Professor

Francisco Moreira da Costa, carioca, nascido em 1960. Fotógrafo e conservador. Cursou engenharia química na UFRJ e começou a fotografar em 1983. Em 1989, fez aperfeiçoamento em fotografia e preservação fotográfica no Rochester Institute of Technology (RIT), Museu Internacional da Fotografia em Rochester e no New York Municipal Archives, NY, com bolsa da Fundação Vitae e da OEA.
Participou da implantação do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Funarte em 1987, onde trabalhou até 1999. Atualmente é fotógrafo do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular do IPHAN.
Pesquisa Daguerreotipia desde 1996, desenvolvendo o seu equipamento a partir de manuais do século XIX. É um dos únicos brasileiros a utilizarem a técnica original da daguerreotipia e está entre os cerca de 30 daguerreotipistas contemporâneos em atividade no mundo inteiro. Em 2004 foi selecionado para o Salão Arte Pará com três daguerreótipos, recebendo por um deles o Prêmio Aquisição, Acervo da Fundação Rômulo Maiorana. Já coordenou diversas Oficinas de Daguerreotipia pelo Brasil e América do Sul. Idealizador do Studio Século XIX, na localidade de Lumiar, RJ, onde pesquisa e oferece oficinas de Daguerreotipia desde 2003, quando participou pela primeira vez do FotoRio.


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Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 4x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

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Fotografia
documental

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Total: 8 aulas
Carga horária: 23h/aula

Pré requisito: Domínio de fotometria, equipamento fotográfico e notebook.

A fotografia documental é investigativa, mas também pode ser antropológica e imaginária. Nesse workshop, através de aulas expositivas e co-criações, abordaremos a fotografia documental e suas possibilidades de transformar registros em instrumentos de reflexão sobre o tema escolhido. Estudaremos também como, em alguns casos, a fotografia pode ser criada como ferramenta de militância e/ou denúncia social.

Programa

AULA 1 | INTRODUÇÃO
Apresentação dos trabalhos de Daniel Marenco e suas referências. A partir daí, traçamos um panorama da fotografia documental no Brasil e seus possíveis desdobramentos.

AULA 2 | REUNIÃO DE PAUTA
Na segunda aula vamos estudar o local definido para a prática fotográfica e definir em grupo a pauta que cada um vai construir ao longo do curso. Dentro do mesmo tema, vamos construir diferentes narrativas.

AULA 3 | LINGUAGENS MULTIMÍDIA
Além da fotografia, alguns recursos de áudio e edição de vídeo podem ajudar a acrescentar informação e estética ao projeto. Nesta aula vamos estudar essas possibilidades em um mini workshop de edição de vídeo e áudio para construção de uma narrativa fotográfica com Renan Montenegro.

AULA 4 | SAÍDA FOTOGRÁFICA
Vamos em grupo para uma saída definida pelo fotógrafo Daniel Marenco. Será um local especial com histórias a serem contadas pelos alunos do curso.

AULA 5 | PONTO DE CONTROLE
Depois da saída e de uma semana de seleção e pré edição individual, será apresentado o andamento do projeto de cada aluno. A edição do material dos alunos será coletiva, focando na construção de pontos de força em cada trabalho produzido e na preparação para a segunda saída fotográfica.

AULA 6 | 2a SAÍDA FOTOGRÁFICA
Voltaremos para uma segunda saída mais aprofundada depois dos feedbacks coletivos com relação à cada pauta.

AULAS 7 e 8 | MONTAGEM e APRESENTAÇÃO
Acompanhamento no pós-produção e na edição, mostrando sua importância e sugerindo e mostrando possíveis caminhos para a fluidez do discurso. No fim do dia apresentaremos os projetos finalizados.

Professor

Fotojornalista hoje no Rio de Janeiro, Daniel Marenco já passou por quatro jornais, além de ter trabalhado com publicidade e assessoria de imprensa. Em 2015 foi finalista do Esso, principal condecoração do jornalismo brasileiro, com dois trabalhos. A foto Terremoto em Katmandu mostra uma cerimônia fúnebre no Nepal e foi publicada no jornal Folha de S. Paulo, empresa em que esteve por cinco anos. Já Marcado a ferro e fogo, retrato de um homem torturado por policiais cariocas, foi veiculado em O Globo, onde começou a atuar em 2015. Esteve entre os indicados do mesmo prêmio em 2009, com a série No corredor do inferno, fotografada no Presídio Central de Porto Alegre, pelo jornal Zero Hora. Foi contemplado na categoria ensaio no 7º Concurso Cultural Leica Fotografe Melhor (2009), no Grande Prêmio Folha de Jornalismo (2014) e no Prêmio Petrobras de Jornalismo (2015). Esteve também entre os indicados de O Melhor da Fotografia 2009/10 (fotógrafo revelação) e foi selecionado para a leitura de portfólio do PhotoEspaña em São Paulo, no mesmo ano. Em 2014, com o ensaio El Gaucho, foi finalista da bolsa Roberto Villagraz, em Madrid, e, com ensaio sobre as manifestações de junho de 2013, finalista do prêmio de arte da Fundação Conrado Wessel. Formado em Jornalismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, em São Leopoldo, região metropolitana de Porto Alegre (Rio Grande do Sul), em 2007, atua como fotógrafo desde 1999. Entre as principais coberturas das quais já participou, estão os Jogos Panamericanos de Guadalajara, em 2011, as manifestações populares de 2013, a Copa do Mundo no Brasil em 2014, o terremoto do Nepal, em 2015 e os Jogos Olímpicos do Rio 2016, além de três eleições presidenciais.


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Oficina de Fotografia de
Eventos Alternativos

Início: a definir

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Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: possuir equipamento fotográfico, flash ou celular
Público-alvo: fotógrafos amadores com interesse em fotografia de eventos

Neste workshop o aluno terá contato com questões que envolvam técnicas, práticas e logísticas ao se fotografar um evento/festa. Serão explorados assuntos como fluxo de trabalho, criação de estilo fotográfico e meios de inserção no mercado a partir de referências e experiências já vividas na área, finalizando com uma prática em estúdio.

Professor

Formado em Artes Plásticas e em Comunicação Social, Pedro Lacerda estudou Fotografia Avançada na Espanha, trabalhou como diretor de arte e fotógrafo publicitário. Há 4 anos atua na cena cultural de Brasília a partir do coletivo de fotografia Shake It, possuindo no currículo o registro de várias das principais festas da cidade como MAKOSSA, Mistura Fina, Na Praia, Festival CoMA, Bud Basement, MADRE, 5uinto, CCCP, Vapør, Pórry, entre tantas outras. Também, atualmente, cursa Mestrado em Poéticas Contemporâneas pelo Programa de Pós-Graduação em Arte da UnB, participa de exposições, desenvolve pesquisas e trabalhos artísticos a partir da linguagem fotográfica.


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Todas as imagens que ilustram a oficina são de autoria de Pedro Lacerda

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