Oficina de
Flash Dedicado

Data: a definir
Horário: 19h às 22h
Carga horária: 03 horas

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: câmera opcional
Público-alvo: Fotógrafos amadores com interesse na área

A oficina de flash dedicado tem como objetivo ensinar ao aluno a usar o equipamento nos modos de operação manual, TTL e estroboscópio.

Programa

  • Como se dá a exposição para o flash dedicado
  • Número guia e velocidade de sincronismo
  • Alta velocidade de sincronismo e segunda cortina
  • Modos de utilização: manual, TTL e estroboscópio
  • Luz mista: flash e luz ambiente
  • Luz de preenchimento
  • Flash rebatido
  • Lightpainting com flash

Professor

Com formação acadêmica em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Rafael Nascimento é fotógrafo e trabalha comercialmente com eventos sociais e corporativos. Já atendeu clientes como Confederação Nacional da Indústria (CNI), Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), entre outros. Desde 2015, integra a equipe de professores que ministra os cursos regulares, intensivos e particulares do Espaço f/508.


Investimento

1º lote: R$170,00 (até o início da oficina ou enquanto houver vagas)

. Inicie o seu processo de matrícula clicando aqui.

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, transferência bancária
  • .Cartão de débito
  • .Cartão de crédito [presencial]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

História e Cultura da África
e sua Diáspora

Série “Imaginary Trip” – da congolesa Gosette Lubondo

Início: a definir
Total: 8 aulas
Carga horária: 16 h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: interessados em conhecimentos sobre história africana e afro-brasileira e Diáspora Africana; estudantes e professores de História; ativistas do Movimento Negro.

O curso visa apresentar a história africana e afro-brasileira a partir da correlação de personagens, situações e experiências com a Diáspora Africana, ou seja, a comunidade negra espalhada pelo mundo. Promoveremos uma viagem histórica, desde o surgimento dos primeiros seres humanos em África, passando pelos grandes impérios, a Diáspora forçada pelo processo de escravização até o Pan-africanismo e outras teorias e práticas políticas contemporâneas de emancipação e resistência do povo negro.

Programa

Mãe África – Os Sapiens e sua dispersão pelo mundo

Linha do tempo desde o surgimento dos primeiros seres humanos em África, sua evolução e dispersão pelo mundo. Aspectos geológicos do continente, que permitiram o estabelecimento e desenvolvimento das primeiras sociedades.

Matriarcado e berço civilizatório africano

Conceitos de Matriarcado, Patriarcado, Matrilinearidade e Patrilinearidade como constituintes dos berços civilizatórios africano e europeu. Mitos femininos africanos e gregos como símbolos do lugar da mulher nas respectivas sociedades.

Grandes Impérios

Serão apresentadas a forma de organização social, economia e momentos históricos de alguns impérios africanos, tais como: Gana, Aksum (Axum), Mali (Mandinka), Congo, Songhai, Oyo Yorubá, Benin, e os mais tradicionalmente estudados: Kush e Egito.

Atlântico Negro – Diáspora e Escravização

A colonização da África pela Europa, escravização, resistência organizada nas Américas, preservação da memória e da cultura por meio da tradição oral. Serão apresentadas personalidades que se destacaram na resistência africana (do continente e da Diáspora), tais como: Zumbi dos Palmares, Nanny of the Maroons, Rainha Nzinga, Harriet Tubman.

Xenofilia – a África na Diáspora

Para além de lutar pela preservação de seus hábitos e costumes, os povos africanos em Diáspora também abraçaram idiomas e comportamentos de culturas diferentes da sua própria, juntando essas diferenças e transformando em algo novo. Dança, religião, gastronomia e até mesmo o idioma falado no Brasil são exemplos disso. Nesta aula vamos abordar esse traço da cultura africana, que garantiu a sobrevivência de africanos em Diáspora e permitiu o desenvolvimento de culturas que mesclam elementos africanos e de outros povos.

Independência de países africanos

Processos diferentes levaram países africanos a se tornar independentes dos colonizadores europeus. Vamos estudar como foi a independência dos seguintes países: Angola (1975), Moçambique (1975), Timor Leste (colonizado por Portugal e posteriormente invadido pela Indonésia; independente em 1975 e 2002, respectivamente), Nigéria (1960), Congo (1960) e Sudão (1956).

Amefricanidade – Pan-africanismo e afrocentricidade

Vamos debater os conceitos de Pan-africanismo, Afrocentricidade, Mulherismo Africana, Feminismo Negro, Black Money como alternativas epistemológicas de resistência da população negra em África ou na Diáspora como eles têm contribuído na luta contra o racismo e às múltiplas opressões a que as pessoas negras estão submetidas.

África e sua Diáspora na contemporaneidade

A partir de dados, estudos e pesquisas trazidos por autores/as negros/as contemporâneos, vamos discutir a posição política, econômica e social em que estão África e a Diáspora atualmente.

Professora

Jô Gomes é jornalista e especialista em Gestão de Políticas Públicas de Gênero e Raça pela Universidade de Brasília. É pesquisadora de História Geral da África e Matriarcado Africano pelo Instituto Hoju (RJ) e pós-graduanda em Dança e Consciência Corporal (Estácio). Dançarina especializada em estilos Afro (Danças Afro-brasileiras, Kuduro, Afro House, Dancehall, Azonto, Hip Hop, Funk e Passinho), atualmente é professora de Dancehall, Funk, Danças Urbanas e Danças Afro. Sua formação transdisciplinar lhe permite compreender a importância das artes e da mídia para a construção e desconstrução de estereótipos e preconceitos e fazer a interseccionalidade de corpo e intelectualidade negras, sejam elas africanas do continente ou da Diáspora.


Investimento

1º lote: R$ 580,00

Tem interesse no curso? Entre em contato pelo e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito 3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 3x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Bordado em
Fotografia

Datas: a definir
Horário: 10h às 12h
Carga horária: 4hrs/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: ver material necessário
Público-alvo: interessados em processos artesanais, apropriação e intervenção em fotografias

A oficina tem por objetivo a união de bordado livre e espontâneo e fotografia impressa em papel, para a criação de novas possibilidades de expressão artística e ressignificação de conceitos imagéticos, proporcionando ao aluno a oportunidade de elaboração de uma linguagem poética autoral.

Por meio dessa abordagem, é possível resgatar os fios da memória, reencontrando na imensidão interna de cada um a amorosidade, elemento transformador para o crescimento pessoal e coletivo.

Material

  • tesoura grande e pequena;
  • fita crepe ou durex;
  • régua, estilete, lápis e borracha;
  • um match (suporte para corte – opcional),
  • 2 fotos (retratos antigos ou recentes) PB, tamanho 10×15, em papel de gramatura 120 ou fotográfico fosco.

Professora

Regina Corrêa vem desenvolvendo projetos na área de fotografia, especialmente voltados para questionamentos de identidade e memória, buscando para isso apropriações de imagens entre outras construções de imagens.
Formada em Letras em 1983, e em Artes Plásticas pela Universidade de Brasilia – UnB, desenvolveu seu projeto final com o trabalho Memórias de Infância, instalação exposta na CAL – Casa da Cultura da América Latina, em 2002. Após um longo período, voltou a buscar novos desafios na área de fotografia. Em 2016, apresentou trabalhos em Havana, no Noviembre Fotográfico, no Panorama f/508 de Fotografia, idealizado pela Fototeca de Cuba.
Participou da exposição Onde Anda a Onda 2016, no Museu da República, Brasília.
Atualmente expõe trabalhos na Galeria do Espaço f/508 e no Quintal Café. Participa de grupos de estudos de fotografia, onde prevaleça um aprofundamento conceitual para o desenvolvimento de linguagens autorais.


Investimento

1º lote: 2x de R$ 115,00 (R$230,00 até o dia 27 de julho de 2019)
2º lote: 2x de R$ 132,25 (R$264,50 até o dia 02 de agosto de 2019)

MATRÍCULAS ENCERRADAS.
Tem interesse na oficina? Entre em contato pelo e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, transferência bancária
  • .Cartão de débito
  • .Cartão de crédito [presencial até 2x]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Fotografia de
Espetáculos

Início: a definir
Horários:a definir

Pré-requisito: é necessário ter domínio de fotometria e possuir equipamento DSLR.

Desde 2008, o programa é realizado em parceria com o Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília, onde os alunos tem acesso à programação do festival, que serve como plataforma para as aulas práticas. O curso destina-se a fotógrafos profissionais e amadores, que tenham interesse na cobertura de peças de teatro, dança, circo e shows. A parceria com o Festival propicia ao aluno experiência direta e a possibilidade de formação de portfólio, além de colocá-lo em contato com dificuldades e desafios recorrentes a serem enfrentados por fotógrafos do segmento. Durante o curso, cada aluno cobrirá no mínimo 4 espetáculos, entre eles peças internacionais, nacionais e regionais.

Peça “Murga Madre” – Fotógrafo João Rocha

Programa

.Diferentes posturas para espetáculos de dança, teatro e shows;
.Equipamentos utilizados;
.Análise da iluminação do espetáculo;
.Balanço do branco (temperatura de cor)
.Auto-foco/foco manual
.Escolha da velocidade do obturador
.Abertura do diafragma, ISO, “puxadas”;
.Seqüência de imagens;
.Momento do clique;
.Bastidores, ensaios e cena;
.Fotos de bandas/grupos;
.Análise das fotos produzidas.

Professor

Fotógrafo fine art, Humberto Lemos tem foco na fotografia minimalista com influência oriental. Atua como coordenador e professor no Espaço f/508 de Fotografia. Realizou a curadoria de diversas exposições e publicações virtuais, e desenvolveu projetos de inclusão social como o Retratando com Alma (2005), oficina fotográfica realizada com deficientes visuais, e o Libertas CAJE (2008), realizado com os internos da instituição. Foi professor da Secretaria de Cultura do Distrito Federal de 2005 a 2007. Portfólio: www.humbertolemos.com

Dúvidas frequentes

Como os alunos terão acesso aos espetáculos?
O Cena Contemporânea libera os convites para os espetáculos, conforme seleção da equipe, os quais são distribuídos pelo f/508 aos alunos, de forma que cada um possa cobrir o mínimo de 04 eventos. Dada a complexidade do trabalho e em respeito aos espetáculos, são selecionados 02 alunos por evento, a serem estipulados pelo f/508.

O acesso será gratuito?
O acesso já está incluso no valor do curso.

Há alguma regra sobre a divulgação das imagens?
O Cena Contemporânea poderá fazer uso das imagens, desde que exclusivamente vinculado à divulgação do festival e com os devidos créditos atribuídos ao autor. Os alunos poderão utilizar o material produzido em suas páginas pessoais, sem restrições, reforçando um dos objetivos do curso que é possibilitar aos participantes a formação de portfólio.


Investimento
3x de R$ 316,66 (R$ 950,00 até o início do curso)

Tem interesse no curso? Entre em contato através do e-mail cursosf508.com.br

*Alunos do Curso Profissionalizante 2019 tem 50% de desconto na matrícula.

Crédito da imagem de capa: Peça “Navegando Desertos Remotos” – Fotógrafo Washington Bonini

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 4x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Fotografia e
outras linguagens

Início: a definir
Horários: a definir
Total: 7 aulas, 14h/aula

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: possuir câmera (celular ou DSRL)
Público-alvo: entusiastas da fotografia; fotógrafos que desejam expandir suas reflexões das práticas fotográficas



A proposta deste curso visa explorar as potências de ressignificação da imagem a partir do diálogo da fotografia com a literatura, áudio (narrações, sons diversos, músicas), vídeo e cinema. Após a apresentação de conceitos e aspectos básicos da linguagem e da estética fotográfica, de aspectos próprios da fotografia contemporânea e do entendimento da fotografia enquanto processo, cada aula será dedicada a pensar possibilidades de interação com quatro outras linguagens: O objetivo é romper com dogmas na criação de conceitos que envolvem a feitura da fotografia, potencializando também sua experimentação diante da ampliação de interações poéticas com outras linguagens. Abraçar as dinâmicas de uma transdisciplinaridade que parte do fazer fotográfico, explorando os limiares e as fronteiras de cada linguagem proposta em cada uma das etapas.

Programa

Módulo 1
1- Noções básicas da linguagem fotográfica
2- Aspectos da estética fotográfica

Módulo 2
1- Fotografia contemporânea e a compreensão da fotografia enquanto processo (da concepção da imagem ao fazer fotográfico)
2- Transdisciplinaridade e a ampliação de possibilidades a partir da interação da fotografia com outras linguagens

Módulo 3
1- Fotografia e literatura: apropriação de elementos próprios à literatura; discussão de possibilidades de interação entre texto e imagem fotográfica

Módulo 4
1- Fotografia e som: apresentação e apropriação de elementos próprios à música a outros formatos de áudio; discussão de possibilidades de interação entre sons e a imagem fotográfica

Módulo 5
1- Fotografia e vídeo: apresentação e apropriação de elementos próprios ao vídeo; discussão de possibilidades de interação entre imagens em movimento e imagem fotográfica

Módulo 6
1- Fotografia e cinema: apresentação e apropriação de elementos próprios à linguagem cinematográfica; discussão de possibilidades de interação entre a narrativa e prática do cinema e a imagem fotográfica

Módulo 7
1- Apresentação e discussão dos trabalhos finais

Professor

Mateus Vidigal é fotógrafo e mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília. Na linha de pesquisa Imagem, Som e Escrita, desenvolveu a dissertação de mestrado “Entre o eu e a fotografia: experiência estética como devaneio e o sistema autopoiético observador-imagem”, na qual versa sobre a temática da experiência estética fotográfica na contemporaneidade e assume uma metodologia na qual é pesquisador e alvo da própria pesquisa. Como parte de suas atividades enquanto bolsista do programa de pós-graduação, foi professor da disciplina Linguagem e Estética Fotográfica sob orientação da professora doutora Gabriela Pereira de Freitas. É jornalista formado pela Faculdade de Comunicação da UnB e aproximou-se dos estudos sobre fotografia ainda no trabalho de conclusão do curso, em 2015. Busca uma abordagem da imagem fotográfica  menos interpretativa e mais pautada por afetos, de modo a assumir o subjetivo e abraçar a experimentação da imagem como ruptura.   


Investimento

1º lote: R$670,00 (até 12 de agosto de 2019)
2º lote:R$770,00 (até o início do curso ou enquanto houver vagas)

Tem interesse no curso? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Imagem da capa: Rosangela Rennó, Experiência de cinema, 2004 – 2005

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [5% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 3x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Rastros Visuais: do pinhole à
goma bicromatada

Início: a definir
Horários:a definir

Carga horária: 18 hrs/aula
Duração: 03 semanas

Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: Interessados em vivenciar processos artesanais de fotografia, curiosos em trabalhos manuais.

O curso traz uma oportunidade de experimentos em processos históricos da fotografia (pinhole, cianotipia, marron van dyke, papel salgado e goma bicromatada), proporcionando uma vivência única, da criação à concepção da imagem. Os processos de cianotipia, marron van dyke, papel salgado e goma bicromatada, criarão diferentes imagens lúdicas, graças às suas diversas possibilidades de pigmentos e suportes. Poucas coisas são tão mágicas e emocionantes quanto a experiência de se ver a formação de rastros visuais em uma superfície foto-sensível. O resultado se traduzirá em fotografias com efeito único, proporcionando o aprendizado de novos desdobramentos estéticos. Será abordado o processo fotográfico, sua formação, suportes, apresentação e significado.

Professor

Télio Pacheco desenvolve pesquisas sobre processos fotográficos históricos, adotando uma mistura de técnicas tradicionais e contemporâneas na criação da imagem. Como especialista em gerenciamento de projetos, adota metodologia específica na elaboração e condução dos trabalhos fotográficos que utilizam as técnicas Pinhole, Cianotipia e Goma Bicromatada.  O professor tem em seu currículo exposições individuais e coletivas em Brasília.

Programa

Trabalhos de Regina Correa

Aula 1 | Apresentação do curso/Processos Históricos

Aula 2 | Sensibilização e revelação de imagens no processo de Cianotipia em papel

Aula 3 | Sensibilização e revelação em Tecido no processo de Cianotipia e Marron Van Dyke

Aula 4 | Sensibilização e revelação de imagens no processo de Papel Salgado

Aula 5 | Revelação de imagens no processo de goma bicromatada (parte 1)

Aula 6 | Revelação de imagens no processo de goma bicromatada (parte 2)

Materiais necessários: 1 bloco de papel Canson Montval 300g/m2 A4 12 folhas, 1 avental, 1 óculos de proteção, 1 toalha de rosto, 1 metro de tecido claro 100% algodão, 1 pincel macio, 1 pincel super macio para retoques, 1 estilete, 1 lapiseira, 1 borracha, 1 fita isolante, 1 régua 30 cm, imagens impressas em transparências de acetato (pelo menos 5), 1 filme fotográfico 35mm Asa 200.

Trabalhos de Daniela Pontual


Investimento

1º lote: 3x de R$ 320,00 (R$ 960,00 até o início do curso)

Tem interesse no curso? Entre em contato através do e-mail cursos@f508.com.br

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 3x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

O que pode a imagem:
linguagens e semiótica

Início: a definir
Tem interesse em saber da próxima turma? Mande um email para cursof508@gmail.com

Total:  4 aulas
Carga horária: 8 h/aula

Requisitos: possuir câmera fotográfica.

O curso “O que pode a imagem: linguagens e semiótica”, tem como objetivo produzir inquietações e debates acerca da atual produção imagética contemporânea, provocando questionamentos inerentes à arte. O que pode a estrutura conceitual vs. a estética da imagem? Tendo como base a leitura teórica de Pierce, Medina propõe uma investigação dos signos e conceitos da imagem intertextual. Também serão realizadas atividades práticas relacionadas às teorias imagéticas de Jakobson, Barthes, Sontag, Sartre Mircea Eliade e Bourdieu.

Programa

.Elementos de semiótica e de noções de autor e de autoria nos trabalhos artísticos
.Imagem e imaginário
.Processos criativos e o uso de referências (intertextualidade)
.Potencialização da metáfora e da metonímia nas artes
.”Trans-criação” intersemiótica
.Elementos de adaptação e mudança de mídia
.Exercícios de crítica

Professor

Doutorando em Teoria Literária e Estudos Literários Comparados na Universidade de Brasília, Roberto Medina publicou artigos em revistas científicas nacionais e internacionais. Escritor e professor de escrita criativa, ministra diversos cursos de pós-graduação. Atua com o foco em literatura brasileira, poesia, contos e história da arte, poéticas visuais, teoria literária e adaptações para cinema e teatro. Sua pesquisa abrange questões relacionadas a linguagem poética, às obras de Wilhelm Dilthey e Dostoievski, além dos projetos estéticos e ideológicos de Manoel de Barros, Machado de Assis e Jorge Luís Borges.


Investimento
a definir

Tem interesse em saber da próxima turma? Mande um email para cursof508@gmail.com

Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [5% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 4x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Antropologia
Visual

Início: a definir

Horários
Quartas-feiras, de 19h às 22h

Total: 5 encontros
Duração: 5 semanas
15 horas/aula

Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: nenhum
Público alvo: antropólogos, sociólogos, jornalistas, artistas, professores, historiadores, museólogos e pesquisadores.

Inspirado na história da Antropologia Visual e suas interações com os campos da Fotografia e do Cinema, esse curso propõe reflexões e práticas sobre a alteridade como dispositivo criativo. A partir de análises, serão debatidas aventuras antropológicas na criação de imagens e a influência mútua a partir da relação histórica com fotógrafos e cineastas. O curso prevê a realização de ensaios fotográficos como trabalho final.

Professor

Tiago de Aragão é doutorando e Mestre em Antropologia Social pela Universidade de Brasília, tendo defendido a dissertação Nas Profundezas da Superfície do Mate com Angu: Projeções Antropológicas Sobre o Cinema do Mate com Angu, atualmente desenvolve trabalhos entre os universos da Antropologia, Cinema e Fotografia.  Diretor dos curtas Da Maior Importância (2011), Curió (2014) e Entre Parentes (2017).

Pierre Verger

Programa do curso

Módulo 1  | Introdução: A alteridade como dispositivo criativo
O surgimento e primeiros passos da Antropologia Visual e uma introdução ao conceito de etnografia;

Módulo 2 | A Fotografia e a Antropologia
Da câmera como ferramenta de registro a instrumento de criação dialógica;

Módulo 3 | O Filme Etnográfico, a Antropologia e o Cinema
Da busca do real ao cinema transe de Jean Rouch.
Experimentos no lugar da alteridade e porque o mestre francês é um cineasta importante até os dias de hoje;

Módulo 4 | O Documentário e a Antropologia Visual
Do registro ao olhar.
Possibilidades narrativas com a fotografia e o filme: Diálogos com a fotografia documental contemporânea;

Módulo 5 | A Ficção e Antropologia Visual
Quando a realidade não é alcançável e é necessário criar o real.
Pode um filme ficcional ser etnográfico/antropológico?

Módulo 6 | O Cinema Sensorial e a Antropologia Visual
Uma experiência radical de expressar sensações. O caso do filme Leviatã.

Módulo 7 | Apresentação dos trabalhos finais


Investimento

1º lote: 3x de R$306,66 (R$ 920,00 até 27 de fevereiro de 2019)

2º lote: 3x de R$352,66 (R$ 1058,00 enquanto houver vagas)

MATRÍCULAS ENCERRADAS.

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Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [5% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 3x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

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O Nome das
Coisas

Início: a definir
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Total:  4 aulas
Carga horária: 12 h/aula

A fotografia é um campo aberto: é documento, é arte, é narrativa. Ao mesmo tempo, não é nada disso. Todas as tentativas de definir ou classificar a fotografia falharam. Por isso, a fotografia pode ser qualquer coisa que o autor quiser. Por outro lado, também será qualquer coisa que o observador quiser. Como fica o significado no meio de tudo isso? É possível transmitir uma mensagem através da fotografia? Qual é a relação que se estabelece entre a imagem e as palavras? A oficina “O Nome das Coisas” propõe um mergulho nessas perguntas, procurando as pontes que ligam fotografia e texto, imagens e conceitos.

Atividade intra e extra-classe ao longo do curso: construção de significado na fotografia

Programa

1. Forma
O que é a fotografia?
Desconstrução do modo de fotografar
Há significado na forma?

2. Conteúdo
Onde está o significado na fotografia?
Reflexão sobre o significado do fazer pessoal
Técnicas de desconstrução do olhar

3. Produção
Exercícios: “leitura” através da experiência
Análise da produção de Hiroshi Sugimoto
Criação de textos e narrativas

4. Apresentação
Apresentação dos trabalhos de fotografia e texto
Evocação de significados
Discussão: como o significado é transportado pela fotografia?

Professor

Rodrigo Fernando Pereira é psicólogo, com mestrado, doutorado e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo. Sua atuação clínica tem fundamentos na teoria comportamental, associada a práticas de atenção plena (mindfulness), aceitação e contato com omomento presente. Desde 2007, mantém o blog Câmara Obscura, voltado a reflexões sobre a fotografia. Nesse mesmo ano, iniciou sua colaboração com o f/508, na forma de um bate papo informal. O trabalho conjunto continuou na forma de publicações (Sentido Vago e Transformações) e na oficina Fotografia: Desconstrução, Realidade e Interpretação, realizada em 2011.


Investimento
a definir

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Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [5% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 4x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

. A realização do pagamento acarreta na aceitação do contrato. Acesse clicando aqui.

Oficina de
Daguerreotipia

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Duração: 03 dias
Carga horária: 17 h/aula

O Studio Século XIX em parceria com o Espaço f/508 de Fotografia têm como proposta oferecer uma imersão nesta técnica fotográfica oitocentista, permitindo que cada participante experimente o processo desde o polimento da placa de cobre até obter a imagem sobre a prata. Os alunos receberão todo o material, inclusive um manual.

Francisco Moreira da Costa

Programa

.Daguerre e a história da fotografia
.Daguerreotipia: da Alquimia à Internet
.Descrição e aperfeiçoamento do processo
.Fim da era da daguerreotipia no século XIX
.Projeção comentada de alguns daguerreótipos do século XIX 
.Apresentação dos equipamentos utilizados
.Preparação das placas: polimento e prateamento
.Químicos utilizados e os cuidados no seu manuseio
.Sensibilização das placas e cálculo da exposição
.Fotografia e Revelação
.Fixação e Montagem 


Sobre a técnica

Um daguerreótipo é uma imagem única realizada sobre uma placa de cobre recoberta de uma fina camada de prata. Sua superfície prateada reluzente mostra, conforme o ângulo do olhar, ora uma imagem negativa, ora uma imagem positiva: é um positivo direto. (Definição tirada do catálogo PARIS ET LE DAGUERREOTYPE, Paris Musees – tradução livre)

Desta forma, atrás de um daguerreótipo está sempre um apurado processo de busca pela qualidade, de autoconhecimento, de perseverança e persistência, além de um íntimo desejo de ver realizada a transformação dos materiais, tal como os alquimistas o almejavam. Por isto o resultado bem sucedido exerce sempre um mágico fascínio.

O primeiro processo fotográfico, desenvolvido por Louis Jacques Mandé Daguerre, foi publicado pela Academie des Sciences de Paris em 19 de agosto de 1839. A daguerreotipia surpreendeu o mundo com a sua capacidade de reprodução da realidade, apresentando uma definição que nunca foi superada por outra técnica. Além disso, a daguerreotipia confere à fotografia o status de jóia, pois trata-se de uma imagem formada sobre a prata, um metal nobre, e muitas vezes tratado com uma viragem em ouro, sendo cada exemplar um original único.

Professor

Francisco Moreira da Costa, carioca, nascido em 1960. Fotógrafo e conservador. Cursou engenharia química na UFRJ e começou a fotografar em 1983. Em 1989, fez aperfeiçoamento em fotografia e preservação fotográfica no Rochester Institute of Technology (RIT), Museu Internacional da Fotografia em Rochester e no New York Municipal Archives, NY, com bolsa da Fundação Vitae e da OEA.
Participou da implantação do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Funarte em 1987, onde trabalhou até 1999. Atualmente é fotógrafo do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular do IPHAN.
Pesquisa Daguerreotipia desde 1996, desenvolvendo o seu equipamento a partir de manuais do século XIX. É um dos únicos brasileiros a utilizarem a técnica original da daguerreotipia e está entre os cerca de 30 daguerreotipistas contemporâneos em atividade no mundo inteiro. Em 2004 foi selecionado para o Salão Arte Pará com três daguerreótipos, recebendo por um deles o Prêmio Aquisição, Acervo da Fundação Rômulo Maiorana. Já coordenou diversas Oficinas de Daguerreotipia pelo Brasil e América do Sul. Idealizador do Studio Século XIX, na localidade de Lumiar, RJ, onde pesquisa e oferece oficinas de Daguerreotipia desde 2003, quando participou pela primeira vez do FotoRio.


Investimento
a definir

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Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [5% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
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