Oficina de
Daguerreotipia

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Duração: 03 dias
Carga horária: 17 h/aula

O Studio Século XIX em parceria com o Espaço f/508 de Fotografia têm como proposta oferecer uma imersão nesta técnica fotográfica oitocentista, permitindo que cada participante experimente o processo desde o polimento da placa de cobre até obter a imagem sobre a prata. Os alunos receberão todo o material, inclusive um manual.

Francisco Moreira da Costa

Programa

.Daguerre e a história da fotografia
.Daguerreotipia: da Alquimia à Internet
.Descrição e aperfeiçoamento do processo
.Fim da era da daguerreotipia no século XIX
.Projeção comentada de alguns daguerreótipos do século XIX 
.Apresentação dos equipamentos utilizados
.Preparação das placas: polimento e prateamento
.Químicos utilizados e os cuidados no seu manuseio
.Sensibilização das placas e cálculo da exposição
.Fotografia e Revelação
.Fixação e Montagem 


Sobre a técnica

Um daguerreótipo é uma imagem única realizada sobre uma placa de cobre recoberta de uma fina camada de prata. Sua superfície prateada reluzente mostra, conforme o ângulo do olhar, ora uma imagem negativa, ora uma imagem positiva: é um positivo direto. (Definição tirada do catálogo PARIS ET LE DAGUERREOTYPE, Paris Musees – tradução livre)

Desta forma, atrás de um daguerreótipo está sempre um apurado processo de busca pela qualidade, de autoconhecimento, de perseverança e persistência, além de um íntimo desejo de ver realizada a transformação dos materiais, tal como os alquimistas o almejavam. Por isto o resultado bem sucedido exerce sempre um mágico fascínio.

O primeiro processo fotográfico, desenvolvido por Louis Jacques Mandé Daguerre, foi publicado pela Academie des Sciences de Paris em 19 de agosto de 1839. A daguerreotipia surpreendeu o mundo com a sua capacidade de reprodução da realidade, apresentando uma definição que nunca foi superada por outra técnica. Além disso, a daguerreotipia confere à fotografia o status de jóia, pois trata-se de uma imagem formada sobre a prata, um metal nobre, e muitas vezes tratado com uma viragem em ouro, sendo cada exemplar um original único.

Professor

Francisco Moreira da Costa, carioca, nascido em 1960. Fotógrafo e conservador. Cursou engenharia química na UFRJ e começou a fotografar em 1983. Em 1989, fez aperfeiçoamento em fotografia e preservação fotográfica no Rochester Institute of Technology (RIT), Museu Internacional da Fotografia em Rochester e no New York Municipal Archives, NY, com bolsa da Fundação Vitae e da OEA.
Participou da implantação do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Funarte em 1987, onde trabalhou até 1999. Atualmente é fotógrafo do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular do IPHAN.
Pesquisa Daguerreotipia desde 1996, desenvolvendo o seu equipamento a partir de manuais do século XIX. É um dos únicos brasileiros a utilizarem a técnica original da daguerreotipia e está entre os cerca de 30 daguerreotipistas contemporâneos em atividade no mundo inteiro. Em 2004 foi selecionado para o Salão Arte Pará com três daguerreótipos, recebendo por um deles o Prêmio Aquisição, Acervo da Fundação Rômulo Maiorana. Já coordenou diversas Oficinas de Daguerreotipia pelo Brasil e América do Sul. Idealizador do Studio Século XIX, na localidade de Lumiar, RJ, onde pesquisa e oferece oficinas de Daguerreotipia desde 2003, quando participou pela primeira vez do FotoRio.


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Formas de pagamento

  • .À vista: dinheiro, cheque, transferência bancária [10% de desconto]
  • .Cartão de débito [3% de desconto]
  • .Cartão de crédito [presencial – valor integral em até 4x]
  • .Pagseguro [on line – valor integral em até 12x, sujeito à juros da administradora]

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Fotografia
documental

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Total: 8 aulas
Carga horária: 23h/aula

Pré requisito: Domínio de fotometria, equipamento fotográfico e notebook.

A fotografia documental é investigativa, mas também pode ser antropológica e imaginária. Nesse workshop, através de aulas expositivas e co-criações, abordaremos a fotografia documental e suas possibilidades de transformar registros em instrumentos de reflexão sobre o tema escolhido. Estudaremos também como, em alguns casos, a fotografia pode ser criada como ferramenta de militância e/ou denúncia social.

Programa

AULA 1 | INTRODUÇÃO
Apresentação dos trabalhos de Daniel Marenco e suas referências. A partir daí, traçamos um panorama da fotografia documental no Brasil e seus possíveis desdobramentos.

AULA 2 | REUNIÃO DE PAUTA
Na segunda aula vamos estudar o local definido para a prática fotográfica e definir em grupo a pauta que cada um vai construir ao longo do curso. Dentro do mesmo tema, vamos construir diferentes narrativas.

AULA 3 | LINGUAGENS MULTIMÍDIA
Além da fotografia, alguns recursos de áudio e edição de vídeo podem ajudar a acrescentar informação e estética ao projeto. Nesta aula vamos estudar essas possibilidades em um mini workshop de edição de vídeo e áudio para construção de uma narrativa fotográfica com Renan Montenegro.

AULA 4 | SAÍDA FOTOGRÁFICA
Vamos em grupo para uma saída definida pelo fotógrafo Daniel Marenco. Será um local especial com histórias a serem contadas pelos alunos do curso.

AULA 5 | PONTO DE CONTROLE
Depois da saída e de uma semana de seleção e pré edição individual, será apresentado o andamento do projeto de cada aluno. A edição do material dos alunos será coletiva, focando na construção de pontos de força em cada trabalho produzido e na preparação para a segunda saída fotográfica.

AULA 6 | 2a SAÍDA FOTOGRÁFICA
Voltaremos para uma segunda saída mais aprofundada depois dos feedbacks coletivos com relação à cada pauta.

AULAS 7 e 8 | MONTAGEM e APRESENTAÇÃO
Acompanhamento no pós-produção e na edição, mostrando sua importância e sugerindo e mostrando possíveis caminhos para a fluidez do discurso. No fim do dia apresentaremos os projetos finalizados.

Professor

Fotojornalista hoje no Rio de Janeiro, Daniel Marenco já passou por quatro jornais, além de ter trabalhado com publicidade e assessoria de imprensa. Em 2015 foi finalista do Esso, principal condecoração do jornalismo brasileiro, com dois trabalhos. A foto Terremoto em Katmandu mostra uma cerimônia fúnebre no Nepal e foi publicada no jornal Folha de S. Paulo, empresa em que esteve por cinco anos. Já Marcado a ferro e fogo, retrato de um homem torturado por policiais cariocas, foi veiculado em O Globo, onde começou a atuar em 2015. Esteve entre os indicados do mesmo prêmio em 2009, com a série No corredor do inferno, fotografada no Presídio Central de Porto Alegre, pelo jornal Zero Hora. Foi contemplado na categoria ensaio no 7º Concurso Cultural Leica Fotografe Melhor (2009), no Grande Prêmio Folha de Jornalismo (2014) e no Prêmio Petrobras de Jornalismo (2015). Esteve também entre os indicados de O Melhor da Fotografia 2009/10 (fotógrafo revelação) e foi selecionado para a leitura de portfólio do PhotoEspaña em São Paulo, no mesmo ano. Em 2014, com o ensaio El Gaucho, foi finalista da bolsa Roberto Villagraz, em Madrid, e, com ensaio sobre as manifestações de junho de 2013, finalista do prêmio de arte da Fundação Conrado Wessel. Formado em Jornalismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, em São Leopoldo, região metropolitana de Porto Alegre (Rio Grande do Sul), em 2007, atua como fotógrafo desde 1999. Entre as principais coberturas das quais já participou, estão os Jogos Panamericanos de Guadalajara, em 2011, as manifestações populares de 2013, a Copa do Mundo no Brasil em 2014, o terremoto do Nepal, em 2015 e os Jogos Olímpicos do Rio 2016, além de três eleições presidenciais.


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Oficina de Fotografia de
Eventos Alternativos

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Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: possuir equipamento fotográfico, flash ou celular
Público-alvo: fotógrafos amadores com interesse em fotografia de eventos

Neste workshop o aluno terá contato com questões que envolvam técnicas, práticas e logísticas ao se fotografar um evento/festa. Serão explorados assuntos como fluxo de trabalho, criação de estilo fotográfico e meios de inserção no mercado a partir de referências e experiências já vividas na área, finalizando com uma prática em estúdio.

Professor

Formado em Artes Plásticas e em Comunicação Social, Pedro Lacerda estudou Fotografia Avançada na Espanha, trabalhou como diretor de arte e fotógrafo publicitário. Há 4 anos atua na cena cultural de Brasília a partir do coletivo de fotografia Shake It, possuindo no currículo o registro de várias das principais festas da cidade como MAKOSSA, Mistura Fina, Na Praia, Festival CoMA, Bud Basement, MADRE, 5uinto, CCCP, Vapør, Pórry, entre tantas outras. Também, atualmente, cursa Mestrado em Poéticas Contemporâneas pelo Programa de Pós-Graduação em Arte da UnB, participa de exposições, desenvolve pesquisas e trabalhos artísticos a partir da linguagem fotográfica.


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Todas as imagens que ilustram a oficina são de autoria de Pedro Lacerda

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Fotografia de
Rua

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Total: 4 aulas
Duração: 1 semana
Carga horária: 12 h/aula

A fotografia de rua nunca foi tão popular quanto hoje. Todos têm uma câmera no bolso o tempo todo, e as mídias sociais conectam usuários e criam atalhos para difusão de informação. Vamos do click à resposta de um seguidor em segundos. Nesse turbilhão de imagens urbanas, como separar o joio do trigo na sua própria produção?

Por meio da apresentação de autores clássicos e contemporâneos (e do trabalho dos instrutores), essa oficina pretende bagunçar e organizar as ideias de fotógrafos de rua em busca de inspiração. Metade das aulas será dedicada ao estudo de técnicas de composição, abordagens e estilos, além da discussão de autores consagrados ou nem tão conhecidos assim. A cada encontro, ainda vamos discutir e buscar novas possibilidades para a produção diária dos alunos. No sábado, encerramos com uma saída fotográfica por Brasília, onde vamos poder por em práticas novas e velhas ideias.

Professores

Gabriel Cabral nasceu em São Paulo em 1990, mas viveu a juventude em Valinhos, desbravando terrenos baldios e criando histórias para bonecos que viviam em caixas de sapato. Em 2006, a primeira câmera digital da minha família caiu em suas mãos, e começou a fotografar flores, besouros e prédios antigos enquanto voltava do colégio. Formou-se bacharel em fotografia pelo SENAC. Dá aulas de fotografia há oito anos e produz trabalhos ficcionais e documentais a partir de fotografias do seu cotidiano.
Site: www.gabrielcabral.com.br; Instagram: @cragbaballier.

Gustavo Minas nasceu em Cássia (MG) in 1981. É formado em jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina (PR) e estudou história e linguagem da fotografia com Carlos Moreira. Desde 2009, se dedica a fotografar o dia a dia das cidades por onde passa. Em 2017, sua série “Rodoviária” foi vencedora do prêmio POY LATAM na categoria “O Futuro das Cidades”, além de ter sido finalista do Prêmio Conrado Wessel.
Site: www.gustavominas.com; Instagram: @gustavominas.

Programa do curso

Aula 1: Análise de imagens previamente enviada pelos alunos e apresentação de projetos pessoais dos instrutores
Aula 2: Discussão de autores clássicos
Aula 3: Apresentação de autores contemporâneos
Aula 4: Saída fotográfica por Brasília e análise da produção dos alunos


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Manoel de Barros: assovios verbais e arranjos fotográficos para desver

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Total:  12 aulas
Duração: 12 semanas
Carga horária: 24 h/aula

Abordar a arte literária de Manoel de Barros é conhecer o “criançamento” da palavra poética, rica e muscular, em 70 anos de produção literária ativa que o poeta mato-grossense exerceu. O curso objetiva a estudar a obra completa de Manoel de Barros e estabelecer diálogo com outros criadores: Pe. Antonio Vieira, Rimbaud, Mario de Andrade, Guimarães Rosa, Ondjak, Francis Ponge, Baudelaire, Paul Valéry e Mallarmé.

Após o estudo poético, os alunos serão instigados a produzir imagens, a partir do motivo criativo manoelino, de expressão artística autoral e singular. Para tanto, a função da imagem fotográfica é colocada em diálogo com as formas literárias, especialmente a prosa poética e a poesia, como inserção temática, referência, lembrança no interior da obra escrita em comunicação com teatro, dança, fotografia, cinema, artes plásticas, informática e música.Relações de analogia entre literatura e fotografia podem ser traçadas. A fotografia, sequência de imagens estáticas reunidas sob um mesmo tema ou proposta autoral, estaria mais próxima da poesia, por seu impacto direto e sintético. Enquanto o cinema, fotografia em movimento, estaria mais próximo da prosa, inclusive pelo fato de ter incorporado os sons e a linguagem falada.

Programa

Módulo 1 | Fundamentos da Literatura: delimitações do campo literário. Literatura e imagem. Inserção das imagens fotográficas no interior da obra literária como tema.

Módulo 2 | O texto literário e a fotografia conjugando-se para a criação de outra representação estético-literária.

Módulo 3 | Poesia e fotografia. A fotografia como suporte poético: o poema sobre imagens, colagens poéticas, caligramas fotográficos, vídeo-poema, vídeo-arte, etc.

Módulo 4 | Discurso literário e discurso fotográfico: subsídios para uma nova era estética.

Módulo 5 | “Trans-criação” intersemiótica. Elementos de adaptação e mudança de mídia.

Módulo 6 | Exercícios de crítica e de criação.

Professor

Doutorando em Teoria Literária e Estudos Literários Comparados na Universidade de Brasília, Roberto Medina publicou artigos em revistas científicas nacionais e internacionais. Escritor e professor de escrita criativa, ministra diversos cursos de pós-graduação. Atua com o foco em literatura brasileira, poesia, contos e história da arte, poéticas visuais, teoria literária e adaptações para cinema e teatro. Sua pesquisa abrange questões relacionadas a linguagem poética, às obras de Wilhelm Dilthey e Dostoievski, além dos projetos estéticos e ideológicos de Manoel de Barros, Machado de Assis e Jorge Luís Borges.


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Créditos da imagem de capa: Obra de Bárbara Correa, parte da exposição Manoel de Barros no Espaço f/508 em 2017

Formas de pagamento

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Fronteiras entre o documentário e a ficção – experimentações práticas

Imagem do filme “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, de Camilla Shinoda

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Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: nenhum
Público-alvo: Interessados no estudo das linguagens cinematográficas

Como combinar elementos do documentário e da ficção para contar a sua história? A oficina pretende discutir de forma prática as diversas maneiras de se combinar as duas grandes linguagens do cinema para a realização de filmes híbridos. Traremos exemplos do cinema nacional contemporâneo e também a experiência real do processo de realização dos curtas Não é Pressa, é Saudade e Parte do que Parte Fica. A importância da pesquisa, o uso de não-atores, as possibilidades de concepções fotográficas e sonoras serão alguns dos temas da nossa conversa.


Professora

Camilla Shinoda é mestre em Imagem, Som e Escrita pela Universidade de Brasília (2017), além de ser graduada em Jornalismo (desde 2008) e Publicidade (desde 2006). Atualmente, desenvolve o roteiro do seu segundo filme, o curta-metragem “Parte do que Parte Fica”. “Não é pressa, é saudade” (2016) é o seu primeiro curta-metragem profissional, que recebeu o prêmio de Melhor Roteiro na etapa regional da 1ª Mostra Sesc de Cinema (2017) e Menção Honrosa do Júri Jovem na Mostra Mercocidades do Festival Primeiro Plano (2016). Participou da comissão de pré-seleção da 6ª edição do Festival Curta Brasília (que acontecerá em dezembro de 2017). Realizou pesquisa e foi Diretora de Produção do curta “Entre Parentes”, de Tiago de Aragão, ainda em etapa de finalização (2017). Foi diretora de produção do curta-metragem “Aulas que Matei” (nome provisório), de Amanda Devulsky e Pedro Beiler, ainda em fase de montagem. Realizou a pesquisa, colaborou no roteiro e fez assistência de direção no curta “Crônicas de uma Cidade Inventada” (2014), de Luísa Caetano, premiado como Melhor Filme em festivais como o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, a Mostra Brasília e o Festival Curta Brasília. Entre agosto de 2016 e agosto de 2017, participou do projeto Inventar com a Diferença, desenvolvido pela Universidade Federal Fluminense, que desenvolveu uma metodologia para o ensino básico de audiovisual para iniciantes.


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Vivência analógica: revelação e digitalização em P&B

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Total:  4 aulas
Carga horária: 8 h/aula

A oficina oferece aos alunos a possibilidade de vivenciar um mergulho no universo da fotografia analógica, desde a captura da imagem em filme, passando pelo laboratório químico, até a transformação da imagem física em imagem digital.

Dividido em 4 partes, o curso é composto por aula introdutória sobre a fotografia analógica, seus dispositivos e a linguagem p&b; saída a campo para captação de imagens; aprofundamento técnico; processos de revelação química de negativos em p&b e digitalização do resultado final. A vivência é direcionada a fotógrafos amadores e profissionais, curiosos e a todos os interessados em processos analógicos da imagem.

Programa

1ª aula (Teórica) – Introdução à fotografia analógica
Tipos de câmeras analógicas e sua cronologia; Uso da câmera analógica; Cinza médio; Luminância; Filtros físicos; Vendo em p&b; A interpretação do p&b; Referências fotográficas;

2ª aula – Saída a campo supervisionada para produção de imagens

3ª aula (Teórica)– Exposição e Revelação
Composição do filme (gelatina, suporte/base, camada anti-halo); Grão: convencional e tabular; Tipos de filmes: cromogênicos, ortocromáticos, infravermelho, positivo, alto-contraste; Granulação: acutância, latitude, contraste, ultrapassando o “ombro” da curva; Processamento; Imagem digital: o mundo em números;

4ª aula – Prática de revelação em laboratório

5ª aula – Prática de digitalização caseira com o negativo produzido

Professor

Fotógrafo fine art, Humberto Lemos tem foco na fotografia minimalista com influência oriental. Atua como coordenador e professor no Espaço f/508 de Fotografia. Realizou a curadoria de diversas exposições e publicações virtuais, e desenvolveu projetos de inclusão social como o Retratando com Alma (2005), oficina fotográfica realizada com deficientes visuais, e o Libertas CAJE (2008), realizado com os internos da instituição. Foi professor da Secretaria de Cultura do Distrito Federal de 2005 a 2007. Portfólio: www.humbertolemos.com


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Oficina de
GIF Art

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Nível de exigência: básico
Pré-requisitos: celular com aplicativos instalados
Público-alvo: interessados e curiosos em arte digital

Uma oficina pra discutirmos o que é um GIF, de onde veio, como surgiu, pra que serve e como ele pode ser usado em uma produção artística.A partir de algumas referências, tanto da técnica quando da beleza por trás desse formato de imagem, vamos poder experimentar algumas ferramentas e formas de criar um GIF com nossas próprias mãos.

Professor

Jovem profissional criativo, Dario é produtor cultural e artista plástico. Por três anos, foi Diretor de Whatever na Perestroika de Brasilia, uma escola livre onde coordenou cursos de liderança, futurismo, comunicação, criatividade e gestão pública. Formado em Comunicação Social pela UnB com uma monografia bem teórica sobre Glitch Art, também já trabalhou como designer gráfico, mediador e consultor de comunicação. Além da sua pesquisa pessoal focada em apropriação de imagens e gif art, faz parte do Coletivo Cinco Agosto e já participou de cinco exposições coletivas e uma residência artística.



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Oficina de Fotografia de Família e Lifestyle Documental

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Nível de exigência: intermediário
Pré-requisitos: domínio de fotometria e equipamento DSRL
Público-alvo: Fotográfos amadores com interesse na área

Na primeira parte da oficina, vamos aprender técnicas para garantir a naturalidade de um ensaio fotográfico mesmo em fotos posadas. Estudaremos também a luz para fazer fotos tanto em locações internas quanto externas. Em seguida, teremos uma prática fotográfica no parque olhos D’água com uma família de verdade. Ao final, discutiremos algumas fotos feitas pelos alunos.

Professora

Formada em Comunicação Social pela Universidade de Brasília, Aline Spezia iniciou sua carreira na fotografia em 2007, como editora de fotojornalismo na Câmara dos Deputados. Atuou no mercado publicitário de Brasília em trabalhos para Caixa Econômica, Poupex entre outros, como integrante do Estúdio Madsen. Em 2010, ingressou na fotografia social e de família e se especializou em casamentos, segmento que atua até hoje. Desde então, desenvolve uma fotografia afetiva utilizando a as linguagens jornalística e documental aplicadas à área social de casamentos, aniversários e ensaios cotidianos de família.


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A fotografia e o grão da poesia: Relações Interartes

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Total:  12 aulas
Duração: 12 semanas
Carga horária: 24 h/aula

O curso abordará as obras de escritores como Arthur Rimbaud, Charles Baudelaire, Walt Whitman, Manoel de Barros e Federico García Lorca a fim de criar, em conjunto com a turma, um mapeamento em busca de interpretações e de recriações dos textos literários de ficção, prosa e ensaística por meio da fotografia.

A função da imagem fotográfica será colocada em diálogo com as formas literárias, especialmente o romance e a poesia, como inserção temática, referência, lembrança no interior da obra escrita em diálogo com Cinema, Artes Plásticas e Fotografia. Refletir sobre a fotografia do século XIX e o fenômeno literário e a sua crítica. Pensar sobre as implicações existentes entre fotografia, realidade, realismo artístico em geral, perenização efetiva do momento da captura da imagem fotográfica e a aparente imobilidade do texto literário. Determinar os sentidos que o ato fotográfico envolve intrínseca e extrinsecamente.

Relações de analogia entre literatura e fotografia podem ser traçadas. A fotografia, sequência de imagens estáticas reunidas sob um mesmo tema ou proposta autoral, estaria mais próxima da poesia, por seu impacto direto e sintético. Enquanto o cinema, fotografia em movimento, estaria mais próximo da prosa, inclusive pelo fato de ter incorporado os sons e a linguagem falada.

Programa

1. Fundamentos da Literatura: delimitações do campo literário. Literatura e imagem. Inserção das imagens fotográficas no interior da obra literária como tema.

2. O texto literário e a fotografia conjugando-se para criar outra representação estético-literária.

3. Poesia e fotografia. A fotografia como suporte poético: o poema sobre imagens, colagens poéticas, caligramas fotográficos, vídeo-poema, vídeo-arte, etc.

4. Discurso literário e discurso fotográfico: subsídios para uma nova era estética.

5. “Trans-criação”  intersemiótica. .Elementos de adaptação e mudança de mídia.

6. Exercícios de crítica e de criação.

7. Conclusão do curso: Elaboração de um trabalho técnico individual relacionando Poesia e Fotografia: produção de uma narrativa fotográfica ou reflexão sobre uma série fotográfica, objetivando uma exposição dos trabalhos realizados.

Professor

Doutorando em Teoria Literária e Estudos Literários Comparados na Universidade de Brasília, Roberto Medina publicou artigos em revistas científicas nacionais e internacionais. Escritor e professor de escrita criativa, ministra diversos cursos de pós-graduação. Atua com o foco em literatura brasileira, poesia, contos e história da arte, poéticas visuais, teoria literária e adaptações para cinema e teatro. Sua pesquisa abrange questões relacionadas a linguagem poética, às obras de Wilhelm Dilthey e Dostoievski, além dos projetos estéticos e ideológicos de Manoel de Barros, Machado de Assis e Jorge Luís Borges.


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