Regina Corrêa

Regina Corrêa vem desenvolvendo projetos na área de fotografia, especialmente voltados para questionamentos de identidade e memória, buscando para isso apropriações de imagens entre outras construções de imagens.

Formada em Letras em 1983, e em Artes Plásticas pela Universidade de Brasilia – UnB, desenvolveu seu projeto final com o trabalho Memórias de Infância, instalação exposta na CAL – Casa da Cultura da América Latina, em 2002. Após um longo período, voltou a buscar novos desafios na área de fotografia. Em 2016, apresentou trabalhos em Havana, no Noviembre Fotográfico, no Panorama f/508 de Fotografia, idealizado pela Fototeca de Cuba.

Participou da exposição Onde Anda a Onda 2016, no Museu da República, Brasília.
Atualmente expõe trabalhos na Galeria do Espaço f/508 e no Quintal Café. Participa de grupos de estudos de fotografia, onde prevaleça um aprofundamento conceitual para o desenvolvimento de linguagens autorais.

No momento, integra um grupo interartes, com foco na associação de fotografia e literatura, e outro ligado à construção de imagens por meio do estudo da Gestalt.

Caixa de Costuras

Sobre as páginas de um livro do início do Séc. XX, assomam sentenças e expressões que, sublinhadas e costuradas com fio vermelho, trazem ao presente fragmentos de histórias passadas.

Em Caixa de Costuras, a vida corre por um fio… no fio da vida. Memórias vivas saltam de suas páginas e movem-se no tempo até o presente. À medida que as imagens são percebidas, surge a poética do devaneio e ambas, fotografia/imagem e literatura/palavras, se fundem para o observador buscar a própria memória e, na sua percepção, impregná-la de suas lembranças.

“Para evocar o passado em forma de imagem, é preciso poder abstrair-se da ação presente, é preciso saber dar valor ao inútil, é preciso querer sonhar.” Henri Bergson, iMatéria e Memória – Ensaio sobre a relação do corpo com o espírito.

Valores

Caixa de Costuras
tamanho: 18 x 12 cm
tiragem: 10
valor: R$350,00

Dos Vazios que me Habitam

Dos Vazios Que Me Habitam é um díptico feito a partir de colagens, cianotipias e impressão digital em folhas de papel de livros antigos. O envolvimento com as memórias afetivas de álbuns de família tem se consolidado ao longo do trabalho. São composições que levam a questionamentos de identidade e relações humanas. A ideia da solidão aqui é reforçada, diante da grandiosidade da existência e do passageiro, do mundano.

A incessante busca pela delicadeza e pela poesia na construção das imagens é uma tentativa de transformar, por meio de ressignificações, conteúdos muitas vezes ásperos e difíceis de serem elaborados psicologicamente.

Valores

Dos Vazios que me Habitam
tamanho: 14 x 8,5cm
tiragem: 20
preço: R$180,00

Todas as fotos estão à venda impressas em papel de algodão, assinadas e numeradas pela fotógrafa. Para encomendar a sua foto, entre em contato através do email:  galeria@f508.com.br

Raquel Pellicano

Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília (UnB), Raquel Pellicano é fotógrafa e artista visual, com produção autoral e experimentações em linguagem fotográfica. Com 29 anos, ministra cursos na área e está à frente do estúdio comercial do Espaço f/508 de Fotografia.

*Para visualização em detalhes clique no botão ao canto superior direito de cada imagem. 

Pax de Deux
Valores:

Coleção Delicadezas – Pas de Deux
tamanho: 13 x 13cm
Tiragem: 30
R$80,00

Perdas e Permanências

A série Perdas e Permanências percorre o espaço-tempo intrínseco ao quotidiano. Planos largos, longas exposições e muitos instantes, ditam a trajetória do movimento que separa presente, passado e futuro do próprio Tempo. Momentos de perdas, no qual permanecem apenas as memórias inexistentes de quem um dia foi, a flutuar no vácuo. A transitoriedade do presente e inconsistência do passado se misturam no movimento de figuras-fantasma.

Valores:

Série Perdas e Permanências
tamanho: 79 x 23cm
Tiragem: 10
R$1.250,00

Pertencimentos

Segundo Aaron Siskind, em Histoire de la photographie (Paris: PUF, 1979), p.116: O objeto entrou na imagem num certo sentido; foi fotografado diretamente, mas, com frequência, é irreconhecível; foi retirado de seu contexto normal, dissociado de seus vizinhos normais, e colocado, à força, num novo sistema de relação.

A série “Pertencimentos” baseia-se na crença subjetiva numa origem comum que une distintos indivíduos. Eles pensam em si como membros da coletividade na qual símbolos expressam valores, medos e aspirações. Com o deslocamento do objeto quotidiano usual, pertencente à rotina, intuo remeter à memórias do coletivo e resignificá-las, dado que os signos são adaptados a uma nova realidade.

Valores:

Série Pertencimentos
tamanho: 60 x 90cm
Tiragem: 8
valor sob consulta

Todas as reproduções estão à venda impressas em papel de algodão Canson Edition Etching Rag 310 gsm, assinadas e numeradas pela fotógrafa. Para encomendar a sua, entre em contato através do email:  galeria@f508.com.br

Monica Nassar

Graduada em Arquitetura e Urbanismo, pelo Centro Universitário de Brasília – UniCEUB, em 2012. Cursou fotografia profissionalizante no Espaço f/508 em Brasília (2013) e sua experiência com fotografia a levou a trabalhar como pesquisadora audiovisual para diversas produtoras de São Paulo. Em 2015, participou da Quadrienal de Cenografia de Praga, com o projeto VIRoRIO, em coautoria com alunos do curso de Cenografia Contemporânea da Escola São Paulo. Atualmente, cursa Pós Graduação em Cenografia e Figurino na Universidade Belas Artes – SP e atua como Cenógrafa e Diretora de Arte.

Concretismos

Valores

Série Concretismos
Tamanho 60 x 90cm
Tiragem: 8
Preço: R$1.250,00

Todas as fotos estão à venda impressas em papel de algodão, assinadas e numeradas pela fotógrafa. Para encomendar a sua foto, entre em contato através do email: galeria@f508.com.br

Julio Lapagesse

Formado em Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília, Julio Lapagesse tem como principal pesquisa poética a colagem. Junta-se a isso, a nostalgia, a saudade e a memória infantil. A utilização de objetos afetivos, como velhas enciclopédias, em suas colagens, é uma marca na sua produção. O artista acaba por se tornar um arqueólogo de imagens antigas.

Pequenos Deuses
Valores:

série pequenos deuses (tamanho 10 x 15cm): R$80,00

Série carne/Deus
Valores

série carne/deus (tamanho 15 x 21cm): R$100,00

Todas as fotos estão à venda impressas em papel de algodão, assinadas e numeradas pela fotógrafa. Para encomendar a sua foto, entre em contato através do email:  galeria@f508.com.br

Humberto Lemos

Fotógrafo há 35 anos, Humberto Lemos desenvolve trabalhos em linguagem autoral com temática oriental e experimental. Realizou a curadoria de diversas exposições fotográficas e publicações virtuais e criou projetos de inclusão social e visual, como o Retratando com Alma (2005), oficina fotográfica realizada com deficientes visuais, e o Libertas CAJE (2008), realizado com os internos da instituição. Foi professor da Secretaria de Cultura do Distrito Federal de 2005 a 2007.

Portfólio online: www.humbertolemos.com

Série Vulcânicas

Tamanho 185 x 125cm
Tiragem: 7
R$2.400,00

Tamanho 90 x 60cm
Tiragem: 7
R$1.650,00

Tamanho 120 x 80cm
Tiragem: 7
R$1.700,00


Tamanho 140 x 95cm
Tiragem: 7
R$1.800,00

Série des_limites

Série des_limites
tamanho 60 x 42cm
Tiragem: 10
R$1.650,00

Sem Título
tamanho 80 x 53 cm
Tiragem: 10
R$1650,00

Sem Título
tamanho 69 x 69 cm
Tiragem: 10
R$1650,00

Sem Título
tamanho 83 x 27 cm
Tiragem: 10
R$1250,00

Série Redomas

Redomas, série realizada no norte do Japão, busca na trajetória da gravura oriental uma expressão própria, que pode corresponder a uma memória, um tempo, um verso enevoado.

Série Redomas
tamanho 24,84 x 20 cm
Tiragem: 10
R$350,00

Todas as fotos estão à venda impressas em papel de algodão, assinadas e numeradas pelo fotógrafo. Para encomendar a sua foto, entre em contato através do email:  galeria@f508.com.br

Bete Coutinho

Bete Coutinho nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Residente em Brasília, com formação universitária na área de Educação, encontrou nas experimentações com fotografia e outras linguagens expressivas um meio de concretizar seu universo imaginário. Com uma mãe artista e pai escritor, o universo lúdico sempre esteve presente em sua vida. Seu envolvimento com a fotografia veio mais tarde, em 2008, e em 2012, pós graduou-se em Artes Visuais. Desde então, vem desenvolvendo projetos autorais, cuja poética, lúdica e experimental, tem como fio condutor a memória.

Participou de diversas exposições entre elas: Facets of Brazil no Signal Arts Centre em Bray, Irlanda; Panorama f/508 de Fotografia, no Noviembre Fotográfico em Havana, Cuba; OndeAndaAOnda, realizada pelo Museu Nacional da República, em Brasília; e ATela/L’Écran, promovida pelo Museu Nacional e Le Fresnoy – Studio National des Arts Contemporains de Paris.

Seu trabalho está presente na publicação Ousadia em Imagens, que integra a Coleção Arte em Brasília.

Brasília Pequena

Desde as minhas primeiras buscas de conhecimento da fotografia desejei realizar um trabalho singular a partir de recortes fotográficos de Brasília. A cidade aonde vivo e para onde trouxe lembranças. Cidade que povoou meu imaginário ao ver os mapas mostrados por meu pai, antes da mudança mais significativa da minha vida.

Mas, o quê e como representar visualmente uma cidade, se tudo nela já foi representado em diversas linguagens? Suas linhas, suas curvas. O céu, a noite, a solidão. O concreto, o verde. E como, ainda, promover um diálogo dessa representação com meus sentimentos, memória e imaginação?

Foi então que decidi recriar Brasília. Do registro fotográfico de pequenos detalhes minuciosamente garimpados em restos de edificações demolidassobre os quais fiz surgir minha Brasília imaginária.  De traços leves, para não apagar as histórias testemunhadas pelo tempo. Queria que a alma de Brasília permanecesse ali.

Elegi a liberdade, a transformação e o silêncio – invisível e profundo, como os principais conceitos do meu trabalho. Silêncio acolhido, guardado, que traz em si, implícito, os conceitos de vida e de morte, de transcendência e revelação. Meu silêncio é o silêncio das noites escuras de Brasília. Testemunha de solidões, medos, prazeres, sonhos. Definições que transitam dos suportes às imagens e da busca de significados à compreensão de mim mesma e da minha própria criação.

Iluminado pelo luar apenas, escolhi como testemunha desse silêncio um personagem que, como eu, não podia se ver privado da singularidade de Brasília. Esse personagem que encena o palco de pequenas verdades e ilusões nasceu ao ouvir de meu pai a história de JK, quando veio a Brasília, de caminhão, certa madrugada. Compartilhei com ele, o personagem, meus sentimentos de admiração, de amor, de surpresa, de decepção e de esperança. E banhados na solidão da noite, percorremos juntos e na invisibilidade, a pequena Brasília, que pintei com as cores preto e branco de infinitas possibilidades.

Fotografia. Desenho. Brasília Pequenaé um convite ao lúdico ou à reflexão sobre preceitos mais profundos: a vida, a morte, o desejo de superação, a permanência, a transcendência. Um pequeno universo onde o concreto e o abstrato, o real e o imaginário, a razão e a fantasia convivem harmoniosamente.

Valores:

Brasília Pequena
tamanho 13 x 16,5cm
Tiragem: 12
Preço: R$ 600,00

Livro Aberto

O livro aberto das histórias sem palavras constitui-se de fotografias produzidas com aparelho celular, impressas de forma experimental em películas instantâneas a cores e papéis fotográficos vencidos, bem como outras superfícies que constituem cartuchos para câmera polaroid. Os resultados desse processo foram digitalizados e novamente impressos em papel fotográfico.

Criado a partir da inquietação com o fazer fotográfico aleatório e sem propósito, foi pensado como o debruçar da fotografia sobre si mesma e tem como vértice paisagens de dois mundos: o íntimo e o que vivemos.

A ideia de imprimir as imagens em suportes que seriam convencionalmente meios de produção e revelação fotográfica – cartuchos de filmes instantâneos – surge como tentativa de resgatar o lúdico, singular e palpável.

Agregar novos elementos às imagens – transparências, aberturas, setas que sugerem percursos, falhas de impressão, amassados nos papéis, borrões de tinta, superfícies claras, escuras ou vazias – me fez pensar nos sentidos simbólicos dos quais se revestem os processos de criação, onde camadas de significados se penetram, se misturam e se desvelam além das imagens.

Valores:

Livro Aberto
tamanho 20 x 30cm
Tiragem: 10
Preço: R$ 380,00

Todas as fotos estão à venda impressas em papel de algodão, assinadas e numeradas pela fotógrafa. Para encomendar a sua foto, entre em contato através do email:  galeria@f508.com.br

Bárbara Correa

Brasiliense, Bárbara Corrêa é uma fotógrafa em busca de pesquisas de linguagem. Sempre teve interesse por imagem iniciando o contato com a fotografia ainda na infância por influência de artistas da família. Apesar de imersa no cenário artístico, formou-se médica, mas especializou-se em imagem. Começou a aprofundar o estudo da fotografia em 2015 quando percebeu uma tendência autoral minimalista

A Chegada

O trabalho A Chegada, segue a influência do minimalismo e de artistas orientais. Foi inspirado na história do livro homônimo, de Shaun Tan.

Valores:

Série A Chegada
tamanho 60 x 42cm
Tiragem: 10
R$650,00

Daquilo que você deixou

Ponto negro. Multiplicação de ausências.
No mar, flutuam pesados e mesclam-se às leves cores da fecundidade.
Em vão, a Vida busca o Ar.
Esquecida da sua profundidade plena, a água salina do mar permanece mutante.
Suas ondas vagarosas e asfixiadas buscam um destino cristalino com sabores perfumados.
Porém, o espectro escuro da morte submerge turvando as águas violentadas.
Se existe no mundo, entretanto, a vontade do homem, existe no Universo uma força cujo  norte é a superação da adversidade.
Assim, a água converte-se no leite que, com sua brancura maternal, seu calor tépido, nutre o Cosmos e se transfigura em seio de mulher, para unir o Céu e a Terra, ampla, docemente.

O trabalho proporciona uma reflexão relacionada à maré vermelha, fenômeno provocado pelo desequilíbrio ecológico resultante da excessiva proliferação de algas. Fatores como grande quantidade de matéria orgânica, proveniente de esgoto e lixo doméstico lançados ao mar, colaboram para o crescimento das algas.

Valores:
tamanho 60 x 90cm
Tiragem: 10
R$1.250,00

Todas as fotos estão à venda impressas em papel de algodão, assinadas e numeradas pela fotógrafa. Para encomendar a sua foto, entre em contato através do email:  galeria@f508.com.br

Ariadne Naves

Ariadne Naves é cearense de nascimento, morou em muitos estados do nordeste e é brasiliense por adoção. O primeiro contato com a fotografia se deu por meio de fotos de família e de cenas do cotidiano. Há cerca de quatro anos vem se dedicando à fotografia autoral e a diversos workshops e cursos na área. Em 2016, teve seu trabalhos expostos em coletivas: Vitrines#2 (Coarquitetos), na mostra Panorama f/508 de Fotografia, participante do Noviembro Fotografico, em Havana Cuba e da mostra Ondeandaonda – Cartografia das Artes Plásticas no Distrito Federal -, por intermédio da Galeria f/508. 2016 foi, também, o ano em que concluiu o curso profissionalizante no Espaço f/508 de Fotografia.

#AN2

Valores:

Sem título
tamanho: 57 x 37,5cm
Tiragem: 10
valor: R$ 800,00

Todas as fotos estão à venda impressas em papel de algodão, assinadas e numeradas pela fotógrafa. Para encomendar a sua foto, entre em contato através do email: galeria@f508.com.br


Antonio Nepomuceno

Fotógrafo, desde 2007, Nepomuceno se dedica a desenvolver trabalhos autorais com foco na memória de Brasília e pessoal, já tendo seus trabalhos publicados em festivais de fotografia, especialmente o Paraty em Foco e publicado um livro intitulado Reflexos do Tempo, em parceria com o poeta mineiro Wilson Pereira. Participou de diversas exposições coletivas, e tem fotos adquiridas, entre outros, por Angela Lins, da Fundação Osman Lins, de Recife, “O mundo onírico de Maria de França”

Valores

Série Esculturas Fluidas
tamanho: 69 x 46cm
Tiragem: 10
valor: R$ 780,00

Todas as fotos estão à venda impressas em papel de algodão, assinadas e numeradas pela fotógrafa. Para encomendar a sua foto, entre em contato através do email: galeria@f508.com.br